Homicídio Fazenda: A arma do crime foi encontrada na varanda da residência da vítima

22/06/2017 02:07 - Modificado em 22/06/2017 02:07
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Os familiares de Jailson de Pina, lavador de carros na Sucupira, afirmaram ao NN que a arma que matou o jovem acabou por ser encontrada na varanda da residência da vítima o que veio a confirmar os resultados da autópsia. Apesar disso, não há qualquer suspeito do crime que esteja sob investigação policial.

Não se sabe quem foi o autor do crime que roubou a vida de Jailson Lamine, lavador de carros na Sucupira. As investigações da Polícia Judiciária prosseguem mas, até agora, não há qualquer suspeito.

O corpo de Jailson de Pina foi encontrado sem vida na varanda da sua residência. O alerta foi dado por volta das quatro horas da madrugada de segunda-feira, mas o levantamento só veio a ser feito depois das sete horas da manhã, na presença da Polícia.

No local, a Polícia terá encontrado três tacos de basebol o que apontava para um suposto homicídio, contudo, esta tese está a ser eliminada de acordo com as investigações que estão a ser realizadas.

O Ministro da Defesa, Paulo Rocha, também suspeitava que se tratava de um atropelamento. A autópsia veio revelar a verdadeira causa da morte. O lavador de carros terá sido morto com um tiro que “destruiu parte do cérebro”. O exame revelou a existência  de “cápsulas  de 12 mm utilizadas pelas pistolas de fabrico artesanal conhecidas por ‘boca bedju’”.

José Rui Lopes de Pina, tio da vítima, ouvido pelo NN afirma que uma pistola foi encontrada na varanda a uma distância de cerca de três metros onde se encontrava o corpo. O entrevistado que aguarda tranquilamente pelas investigações, acredita que o autor do crime poderá ser identificado e feita justiça merecida.

Entretanto, estranha a posição do Ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, que disse à RCV que havia fortes indícios de ter sido morte por atropelamento. O tio da vítima apela por mais segurança e exorta o Ministro da Defesa a não esconder os números da criminalidade que “aumenta de dia para dia”.

O mesmo coloca a tónica nos homicídios em Cabo Verde onde os autores não são identificados e os familiares continuam ansiosos e em sofrimento. De Pina esclarece ainda que o sobrinho não era bandido e que se tratava de uma pessoa sossegada.

 

 

 

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