Sismo de 6.3 sentido na Grécia e Turquia faz 10 feridos

12/06/2017 16:39 - Modificado em 12/06/2017 16:39
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Um sismo de magnitude 6.3 na escala de Richter foi esta segunda-feira sentido na costa oeste da Turquia, muito perto das ilhas de Chios e Lesbos, na Grécia. Pelo menos dez pessoas ficaram feridas e diversos edifícios estão danificados.

De acordo com a televisão estatal grega ERT, as vítimas foram registadas na pequena povoação de Vrisa, ilha de Lesbos, onde uma mulher ficou presa nos escombros de sua casa.

“Tentamos retirar uma mulher que está entre os escombros”, indicou o responsável do serviço regional de bombeiros, Mario Apostolides, que também se referiu a “dezenas de casas que ruíram e a estradas bloqueadas” nesta zona, a mais afetada pelo sismo.  VIDEOSismo de 6.3 atinge Grécia e Turquia Tremores fazem desabar várias estruturas em ilhas turísticas do Mar Egeu.

De acordo com a imprensa internacional, o tremor de terra atingiu uma profundidade de 10 quilómetros, com abalos sentidos em Atenas, em Esmirna e Istambul. Os efeitos do terremoto também se sentiram na capital da Bulgária, Sofia. Relatos dão conta de que tanto os residentes da costa oeste da Turquia como os das ilhas gregas saíram imediatamente do interior das casas e fugiram para as ruas.

As primeira imagens divulgadas nas redes sociais mostram a ruína de vários edifícios na ilha grega de Lesbos, com as fachadas destruídas e muitos destroços no chão. Os relatos locais indicam que os edifícios altos oscilaram. A agência Reuters avança que o epicentro se situa a 84km a noroeste da cidade turca de Esmirna, e entre as ilhas gregas de Lesbos e Chios.

As autoridades não reportam, para já, a existência de vítimas. Os canais televisivos gregos dizem que a cidade de Plomari on Lesbos tem várias estruturas danificadas. “O tremor foi muito forte”, conta Didem Eris, um dentista de Esmirna. “Tudo na minha clínica começou a tremer violentamente e corremos para fora com os pacientes. Estamos muito habituados a tremores de terra – como toda a gente em Esmirna – mas este foi diferente”, conta à Reuters.

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