MpD solidário com Zau e a sua equipa que viram os nomes devassados na praça pública

7/06/2017 13:15 - Modificado em 7/06/2017 13:18
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João Gomes mostrou-se  satisfeito com o acórdão do Tribunal de Contas que julgou  contas  da Câmara Municipal  de São Vicente relativas aos anos de 2007 a 2011 . O coordenador do MpD , em São Vicente, que no período em questão exerceu o cargo de presidente da Assembleia Municipal e membro do conselho jurisdicional do partido, afirma que fala em nome da família do MpD quando no momento é deputado nacional e membro da comissão política nacional.

“A nossa satisfação pelo trabalho das instituições para demonstrar que as instituições funcionam, e vieram nos dar razão num período não muito distante enquanto o presidente da Assembleia Municipal tive a necessidade de recorrer a imprensa e apelar as autoridades fizessem o seu trabalho e deixassem as autoridades trabalharem”. Para Gomes  a razão não está do lado de quem faz muito barulho mas do do lado da razão.

Relembra Gomes de que os vereadores e eleitos do PAICV inundaram opinião pública com chavões que nada dignificaram as instituições e a câmara e municipal. “A câmara foi apelidada de organização criminosa, e alegaram os mentores de que havia gestão danosa, e roubos de terrenos vendidos segundo interesse das pessoas”.

E sobre as acusações fala de episódios que o representante do PAICV a dirigir-se   ao Tribunal porque tinha provas irrefutáveis, e que ele ia entregar provas. E ainda sobre as conferências de imprensa sobre o mesmo tema, tudo para denegrir a imagem das pessoas. “Tudo o que foi dito tem que ser engolido pelos seus autores. Seus carrascos podem engolir tudo o que disseram porque se fez uma gestão criteriosa ”, segundo Gomes.

E ainda acrescenta que na altura pediu para que deixassem as autoridades trabalharem, e que no final  fossem ilibados ou punidos os prevaricadores. “A justiça fez o seu trabalho e ninguém foi condenado, e segundo o acórdão do Tribunal de Contas julgou  que as contas, e neste momento gostaria de prestar solidariedade a doutora Isaura Gomes e sua equipa que viram seus nomes devassados na praça pública”.

E ainda sobre o reparo das afirmações do PAICV disse que é difícil haver reparos, e demonstra solidariedade a antiga presidente Isaura Gomes, e toda a sua equipa.

Sobre pequenas irregularidades apresentada nas contas Gomes afirma que “quando se faz analise das contas há sempre irregularidades, mas estas tais irregularidades são saneáveis e não beliscam a integridade das pessoas que fizeram a gestão. O Tribunal de Contas julga e condena. E há uma condenação para reporem sete mil escudos que deram forma  indevida a funcionários da câmara para uma atividade do dia  1 de Maio. Falhas processuais”.

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