Governo e TACV: Mercado vai-se manter aberto a novos operadores

25/05/2017 04:46 - Modificado em 25/05/2017 04:46
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Para o Governo, a decisão de acelerar a reestruturação da TACV “tem sido objecto de estudo com cautela e responsabilidade” e que a manutenção da operacionalidade da TACV como estava a ser feita significaria “deixar de investir noutras áreas essenciais para o bem-estar do povo, como melhorias na saúde, escolas, construção de infra-estruturas”.

 

Ulisses Correia e Silva, em declarações à imprensa, diz que era urgente resolver a questão da TACV e que a continuidade da empresa como se encontrava, significaria “condená-la à morte”.

Em relação à questão da entrega do monopólio do sector da aviação, o Governo responde que o “mercado está aberto à concorrência, permitindo a entrada de um novo operador que cumpra os requisitos estabelecidos por lei para operar em Cabo Verde. Não haverá, portanto, espaço para monopólio”.

Ulisses Correia e Silva adianta que quem vai operar em Cabo Verde é uma empresa nacional, já que o nome da empresa é Binter Cabo verde. Neste sentido, os voos domésticos serão assegurados “por imposição de contrato”. E ainda, os preços irão manter-se de acordo com as regras de mercado, “não podendo haver cobranças excessivas e serão regulados pela Agência da Aviação Civil”.

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