T.A.C: Em 2016 o Ministério da Saúde cobriu 83 casos de exames para carenciados

24/05/2017 08:19 - Modificado em 24/05/2017 08:19
| Comentários fechados em T.A.C: Em 2016 o Ministério da Saúde cobriu 83 casos de exames para carenciados

Há três  anos que o CDS, Centro de Desenvolvimento Social, na ilha de São Vicente, tem vindo a realizar vários tipos de exames complementares de diagnóstico graças ao protocolo assinado com o Ministério da Saúde e a Clínica Monte Cara.

 

De acordo com Francisca Alves, Coordenadora do CDS, Centro de Desenvolvimento Social, o CDS assinou um protocolo de parceria com a Clínica Monte Cara, a fim de ajudar os mais carenciados aqui na ilha de São Vicente. “O protocolo de parceria com a Clínica Monte Cara tem por objectivo apoiar as pessoas no sistema não contributivo, ou seja, sem condições de realizarem qualquer tipo de exames complementares de diagnóstico”, considera.

Acrescenta que “o protocolo existe há três  anos, mas já tínhamos vindo a trabalhar nesse sentido e com um diálogo e uma parceria excelentes, acordámos que para o preço de uma T.A.C simples para pessoas carenciadas, a CDS viabiliza o pagamento no valor de 25 mil escudos”.

Conforme nos adiantou Francisca Alves, o Ministério da Saúde tem vindo a assumir todas as T.A.C e Ressonâncias Magnéticas, entre outros exames complementares de diagnóstico para pessoas do regime não contributivo, ou seja, pessoas sem condições para realizar esse tipo de exames.

De uma análise estatística, Francisca avança que em 2016 o Ministério da Saúde cobriu 83 casos de exames complementares de diagnóstico, a T.A.C para pessoas do regime não contributivo e, este ano, de Janeiro até agora, já foram realizados 44 exames que estão a ser assumidos pelo Ministério da Saúde.

Por fim, Francisca Alves garante que a instituição não nega qualquer tipo de ajuda na realização de exames complementares de diagnóstico e realça que “o CDS tem vindo a atender as pessoas sempre de forma imediata e a avaliação é feita na cidade da Praia para averiguar se, realmente, a pessoa se enquadra no sistema não contributivo e, sendo assim, a DGPOG, Direcção-Geral de Planeamento, Orçamento e Gestão do Ministério da Saúde, despacha o caso e autoriza o pagamento”.

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.