Resposta Pública da CRASDT, ao Jejum alegado pela Sra. Délcia Nascimento, como lhe tendo sido imposto pelo seu marido Inácio Cunha e ao desvio de Pendrives e destruição de Confissões

10/05/2017 05:17 - Modificado em 10/05/2017 05:17
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A CRASDT, na pessoa da sua Porta-Voz, a Dra. Etelvina Vieira, vem por este meio Apresentar a sua Resposta Pública à Publicação feita pela Sra. Délcia Nascimento, no dia 28 de Abril de 2017, no jornal online “Notícias do Norte”, a fim de que muito boa gente, não fique iludida nem enganada com as perigosas palavras da Sra. Délcia Nascimento.

 

1º PARTE DA RESPOSTA: SOBRE O JEJUM DE 7 DIAS

 

Primeiro, como Introdução, fazemos as seguintes perguntas Iniciais:

 

Como tudo começou à volta desse Jejum de sete dias, imposto pela Sra. Délcia Nascimento, sobre si própria?

 

Em que lugar do Cenáculo (sede) da CRASDT, em Ponta D’Água, houve a primeira conversação entre a Sra. Délcia Nascimento e o Sr. Inácio Cunha, sobre o Jejum de sete dias da Sra. Délcia Nascimento? Em cima do terraço do Cenáculo da CRASDT, perante toda a Igreja, ou no quarto do Sr. Inácio Cunha e da Sra. Délcia Nascimento, estando lá apenas os dois?

 

O que realmente motivou a Sra. Délcia Nascimento, a comunicar ao Sr. Inácio Cunha a sua decisão livre e pessoal em submeter-se a si mesma, a um Jejum de sete dias?

 

Qual foi a primeira reação do Sr. Inácio Cunha, ao ouvir da boca da Sra. Délcia Nascimento, esta sua decisão comunicada por ela, diretamente a ele?

 

O que realmente aconteceu entre a Sra. Délcia Nascimento e o Sr. Inácio Cunha, antes da Sra. Délcia Nascimento e do Sr. Inácio Cunha terem ido para a frente dos membros e passarem a comunicação e confirmação geral, de que a Sra. Délcia Nascimento iria fazer esse Jejum de sete dias?

 

Que parte realmente teve o Sr. Inácio Cunha, nesse Jejum de sete dias feito pela Sra. Délcia Nascimento?

 

Quando é que aconteceu esse Jejum de sete dias, que a Sra. Délcia Nascimento impôs sobre si mesma?

 

Segundo, damos as respostas a essas perguntas:

 

No ano de dois mil e dez (2010), numa quinta-feira à tarde, após a Sra. Délcia Nascimento ter acabado de cumprir as suas tarefas no antigo Orfanato feminino da CRASDT em Ponta D’Água, ela subiu ao apartamento aonde morava juntamente com o Sr. Inácio Cunha, seu marido.

 

Depois da Sra. Délcia Nascimento ter chegado a esse apartamento, ela dirigiu-se ao gabinete do Sr. Inácio Cunha e lhe pediu para que ele lhe viesse responder ali no quarto deles, pois que ela precisava de falar com ele, um assunto de muita urgência, ao que o Sr. Inácio Cunha foi logo. Entrando ambos no quarto deles, sentaram-se frente a frente.

 

Depois de assentados, a Sra. Délcia Nascimento começou a contar ao Sr. Inácio Cunha, seu marido, que durante o período da manhã, estando ela ali a realizar as suas tarefas no Orfanato Feminino, os demónios residentes dentro dela ficaram a carregar-lhe de uma violenta paixão e prazer sexual, por uma ex-membro da CRASDT, chamada Cátia, esposa do Mingu, que hoje é membro da IASD Apóstata, por uma outra ex-membro da CRASDT, chamada Admilda, esposa do Ricardo ainda membro da CRASDT de Renque Purga, por uma (ainda) membro da CRASDT, chamada Neia, esposa do Tony, e também por algumas outras mulheres da CRASDT, que lá estavam.

Em seguida, a Sra. Délcia Nascimento contou ao Sr. Inácio Cunha, seu marido, que todavia pela Sra. Cátia, esposa do tal Sr. Mingo, os demónios nela lhe estavam carregando de sentimentos de paixão e de prazer sexual, de forma muito mais forte e intensa, do que em relação às outras mulheres, a ponto de que pouco antes dela Sra. Délcia Nascimento ter subido para o apartamento deles, por pouco que ela não havia saltado para cima da Sra. Cátia e lhe violentado sexualmente (na forma feminina de lesbianismo), em pleno Orfanato feminino.

E que exactamente por este motivo, ela (Délcia Nascimento) já havia determinado por si mesma, fazer um rigoroso e prolongado Jejum, de Domingo a Sábado, para quebrar o poder carnal do seu corpo, já que os demónios residentes dentro dela estavam a tentar utilizar o seu corpo carnal para levá-la à força a voltar-se para esta prática de lesbianismo, que ela já havia vivido na sua infância, juntamente com uma prima dela que todavia já era adulta. Então, que se ela (Délcia Nascimento) não enfrentasse logo a sua natureza carnal, nesta área, e fosse dominada por este sentimento de lesbianismo, ela teria de deixar a CRASDT, visto que segundo a Bíblia ordena, na CRASDT, as praticas de lesbianismo, de homossexualismo e de quaisquer outros desvios sexuais do tipo, não são permitidas.

Logo o Sr. Inácio Cunha não concordou com essa ideia da Sra. Délcia Nascimento, em submeter-se a si mesma a esse tipo de Jejum prolongado (de sete dias seguidos) e rigoroso (sem beber e sem comer nada), e disse abertamente à Sra. Délcia Nascimento que ele não concordava com esta sua decisão pelas seguintes razões que ele mesmo apresentou a ela (Délcia Nascimento), de forma franca e clara:

 

1º) Que haviam muitas tarefas a serem realizadas dentro do Cenáculo da CRASDT, tanto individualmente como também em grupos, e que esse tipo de Jejum muito prolongado, não iria permitir que o corpo dela (Délcia Nascimento) conseguisse realizar a todas essas tarefas, durante todos esses setes dias, para além de que a marca deixada no corpo físico por um Jejum, não deveria jamais ser exibida às pessoas, segundo o próprio Sr. JESUS CRISTO ensinou em Mateus 6:16, quando Disse:

E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.”

Assim, continuando, o Sr. Inácio Cunha disse à Sra. Délcia Nascimento, que ele não via como é que ela (Délcia Nascimento) iria conseguir cumprir essa ordenança do Sr. JESUS CRISTO, num Jejum desse tipo que ela mesma escolheu fazer.

 

2º) Ainda, que ele Sr. Inácio Cunha, não via como ela (Sra. Délcia Nascimento) iria conseguir realizar este Jejum sem dar nas vistas, e que assim que as pessoas, quer da CRASDT, quer de fora da CRASDT, conseguissem ver os traços ou os sintomas desse Jejum na sua pessoa, iriam-se logo preocupar e investigar, e que por causa dessas investigações, ela (Délcia Nascimento) então ficaria obrigada ou a inventar e a contar alguma mentira, ou a falar a pura verdade dos factos, o que porém lhe levaria a cair em algum escândalo desnecessário, perante outras pessoas que ficariam chocadas com essa verdade.

 

A Sra. Délcia Nascimento, em contrapartida, disse ao Sr. Inácio Cunha que ela (Délcia Nascimento) iria agir de seguinte forma:

Que durante esses dias em que ela (Délcia Nascimento) havia determinado sobre si mesma, esse seu Jejum de sete dias, como forma de controlar a forte pressão sexual que ela sentia que os demónios residentes nela estavam a descarregar-lhe, na mente e no corpo, para com as mulheres da CRASDT naquela altura, ela (Délcia Nascimento) não iria sair do Cenáculo (sede da CRASDT) aonde ela morava com o Inácio Cunha, naquela altura, para ir a nenhum lugar e nem para a casa dos seus familiares mais próximos, em Pedra Badejo.

E ainda, que ela (Délcia Nascimento) sugeria ao Sr. Inácio Cunha, seu marido, que reunisse a Igreja na companhia dela e comunicasse a todos os irmãos, que ela ia começar sete dias de Jejuns, como castigo para disciplinar o seu corpo, mas que ele (Sr. Inácio Cunha) não deveria comunicar aos membros presentes, o verdadeiro motivo que lhe estava a levar a submeter o seu corpo, a esse Jejum. Então, quando o Sr. Inácio Cunha fizesse essa comunicação geral, sem explicação dos motivos, então ela (Délcia Nascimento) iria colocar-se de pé, perante todos os membros presentes nessa reunião, e lhes iria confirmar isso publicamente, com toda a naturalidade e tranquilidade.

 

O Sr. Inácio Cunha, por sua vez respondeu à Sra. Délcia Nascimento, sua esposa, que ele concordaria com ela deste modo mas, desde que ela aceitasse pelo menos comer frutas tais como papaias, bananas e outras frutas ainda, e beber água normalmente, durante esses sete dias de jejum. Então, a Sra. Délcia Nascimento respondeu concordando com o Sr. Inácio Cunha neste ponto e fecharam os seus acordos e deram por encerradas as suas conversas sobre este assunto, naquela tarde.

Depois o Sr. Inácio Cunha voltou para o seu lugar de trabalho e ficou à espera da pessoa responsável pela comunicação e convocação de reuniões gerais dentro da CRASDT, naquela altura, que era a Sra. Elsa Brito Morais (que agora se esconde no Facebook, por detrás do perfil falso de Priscilla Monteiro, e que ultimamente também tem utilizado, o perfil falso de Eliane Amado, que inicialmente havia sido utilizado pela Eydira Brito). E na noite do mesmo dia, quando a Sra. Elsa Brito Morais chegou do trabalho, como era seu hábito, ela subiu ao apartamento do Sr. Inácio Cunha para lhe cumprimentar ali no seu lugar de trabalho, e eles se cumprimentaram. Depois deles se cumprimentarem, o Sr. Inácio Cunha pediu à Sra. Elsa Brito Morais para que ela convocasse as Igrejas de Ponta D’Água e de Renque Purga, para uma reunião com ele, e assim aconteceu.

 

No dia dessa reunião, o Sr. Inácio Cunha e a Sra. Délcia Nascimento, a dado momento subiram para o terraço do Cenáculo (sede da CRASDT) e ficaram à espera da reunião começar. Quando a reunião começou, o Sr. Inácio Cunha comunicou aos presentes a tal decisão da Sra. Délcia Nascimento em submeter-se a si mesma, voluntariamente, a esse Jejum de sete dias, e a Sra. Délcia Nascimento levantou-se à vista de todos, alegre e tranquilamente, confirmando perante todos os presentes, e com a sua própria boca, esta sua decisão livre, pessoal e esclarecida, e de modo algum forçada, de realmente submeter-se a si mesma a esse Jejum de sete dias, conforme o Sr. Inácio Cunha havia comunicado aos presentes poucos minutos antes e conforme ela (Délcia Nascimento) e ele (Inácio Cunha) haviam acordado no quarto deles.

E nenhum dos membros presentes ali naquela reunião, ouviu a qualquer reclamação da parte da Sra. Délcia Nascimento sobre esse assunto. Também ela (Délcia Nascimento) não expressou a qualquer abatimento ou tristeza por causa da comunicação que o Sr. Inácio Cunha, havia feito publicamente, do seu Jejum de sete dias.

 

Mas, é importante lembrarmos também a todos, que durante todo o horário utilizado pelo Sr. Inácio Cunha na administração pública dessa reunião, na qual ele havia comunicado aos membros presentes o Jejum de sete dias que a Sra. Délcia Nascimento iria, por si mesma, livre e voluntariamente fazer, ele não comunicou aos presentes o verdadeiro motivo que levou a Sra. Délcia Nascimento a se entregar alegre e tranquilamente a esse Jejum de sete dias, e nem deu a qualquer detalhe da conversa particular que eles (Inácio Cunha e Délcia Nascimento), haviam mantido no quarto deles, antes do dia dessa reunião.

Assim, todos os presentes nessa reunião, ficaram somente com a informação de que a Sra. Délcia Nascimento ia submeter-se a si mesma a um Jejum de sete dias, ao mesmo tempo em que se comprometia a cumprir zelosamente as tarefas que lhe pertenciam.

Mas também o Sr. Inácio Cunha não chegou de comunicar aos presentes que esse Jejum da Sra. Délcia Nascimento, implicava a abstinência total de alimentos e de água, visto que essa abstinência total não fazia parte da combinação particular que eles (Inácio Cunha e Délcia Nascimento) haviam feito em privado, no quarto deles. Terminou a reunião e todos se separaram, indo aos seus respectivos lugares.

Então no domingo seguinte, a Sra. Délcia Nascimento, começou o seu Jejum, e logo na terça-feira seguinte, o Sr. Inácio Cunha reparou existirem sinais de sequidão e de cortes, no beiço dela (Délcia Nascimento), ao que lhe informou que o beiço dela estava muito seco e com pequenos cortes pelo que ela (Délcia Nascimento) deveria aumentar a frequência de consumo de água, para evitar que o seu corpo se danificasse mais. Na altura, a Sra. Délcia Nascimento disse que sim, mas não deixou o Sr. Inácio Cunha, seu marido, saber que na verdade ela (Délcia Nascimento) não estava a consumir nada de água e nem de comida.

Então a Sra. Délcia Nascimento aparentemente cumpriu esse Jejum durante todo o tempo proposto por ela mesma (até ao Sábado seguinte), sem que todavia a Sra. Délcia Nascimento tenha manifestado perante o seu marido (Inácio Cunha) e perante os outros membros da CRASDT, a quaisquer reclamações ou desacordos, durante esses sete dias em que ela diz ter suportado fielmente, esse seu Jejum.

Assim, não há nenhuma pessoa na CRASDT, que assistiu ou que tenha acompanhado de perto a Sra. Délcia Nascimento, neste seu Jejum de sete dias, que em honestidade e boa consciência, consiga testemunhar de quaisquer reclamações ou de desacordos, manifestados pela Sra. Délcia Nascimento, durante todos esses seus sete dias de Jejum.

 

No fim desses supostos sete dias de Jejum feitos pela Sra. Délcia Nascimento, o Sr. Inácio Cunha solicitou novamente a convocação de uma reunião com os membros da CRASDT, e nessa reunião, comunicou-lhes que a Sra. Délcia Nascimento havia-lhe comunicado que ela já havia terminado o seu Jejum de sete dias e que ela (Délcia Nascimento) passou todo esse tempo sem comer e sem beber nada, isto segundo a própria Sra. Délcia Nascimento lhe havia informado.

Mas nessa reunião, o próprio Inácio Cunha em nenhum momento deu nenhum testemunho pessoal de que ele realmente tivesse a crença íntima de que a Sra. Délcia Nascimento tivesse efectivamente passado todos esses sete dias sem comer e sem beber nada conforme ela (Délcia Nascimento) lhe dissera, e ele (Inácio Cunha), no seu coração, nunca acreditou que realmente a Sra. Délcia Nascimento tenha conseguido passar todos esses sete dias sem comer e sem beber nada.

 

Compreendendo nós bem tudo isso, a conclusão a que devemos chegar é que os membros da CRASDT presentes na primeira dessas duas reuniões, só receberam uma parte muito pequena de informação à volta desse suposto Jejum de sete dias, feito pela Sra. Délcia Nascimento, parte essa que é a seguinte:

 

1º) Que foi o Sr. Inácio Cunha quem comunicou aos membros presentes, que a Sra. Délcia Nascimento, por decisão livre e voluntária, iria fazer um Jejum de sete dias como forma de disciplinar o seu próprio corpo físico, mas isso sem que o Sr. Inácio Cunha alguma vez tivesse chegado a explicar claramente qual o verdadeiro motivo que levara a Sra. Délcia Nascimento, a fazer esse Jejum.

 

2º) Que foi o Sr. Inácio Cunha quem comunicou aos membros presentes, que durante esse Jejum de sete dias, a Sra. Délcia Nascimento iria continuar a cumprir normalmente, as suas tarefas diárias no seio do Orfanato Feminino.

 

3º) Que depois do Sr. Inácio Cunha ter terminado de fazer essa comunicação aos membros presentes, que ele passou a palavra para a Sra. Délcia Nascimento, e a própria Sra. Délcia Nascimento, levantou-se sozinha do banco em que ela estava assentada, colocou-se de pé perante os presentes na reunião e confirmou alegre e tranquilamente esta sua decisão pessoal de se impor a si mesma sete dias de Jejum, à vista de todos.

 

Assim, somente o Sr. Inácio Cunha e a Sra. Délcia Nascimento, é que souberam, desde o início, dos verdadeiros motivos desse Jejum de sete dias que a Sra. Délcia Nascimento impôs a si mesma.

 

E é importante frisar que nós que até ainda estamos na CRASDT, só viemos a saber dos verdadeiros motivos desse Jejum de sete dias da Sra. Délcia Nascimento, depois da própria Sra. Délcia Nascimento ter publicado de forma distorcida e incompleta, este seu Jejum de sete dias, no distinto jornal online “Notícias do Norte”, com a intenção de levar as pessoas a entenderem falsamente que a iniciativa não veio da própria Sra. Délcia Nascimento em si mas sim que veio do Sr. Inácio Cunha, ao que então o Sr. Inácio Cunha nos convocou para uma reunião de urgência com ele, e nos deu todos os detalhes acima.

 

Pelo que antes dessa nossa reunião com o Sr. Inácio Cunha, para recebermos dele o esclarecimento sobre o verdadeiro motivo desse Jejum de sete dias feito pela Sra. Délcia Nascimento, somente o Sr. Inácio Cunha e a Sra. Délcia Nascimento, é que sabiam dos verdadeiros motivos detalhados deste Jejum, e mais ninguém.

 

E, comparando nós bem, as informações da Sra. Délcia Nascimento a respeito desse seu Jejum de sete dias na sua publicação no distinto Jornal online, Noticias do Norte, com as informações a nós fornecidas pelo Sr. Inácio Cunha e por nós manifestadas nesta nossa publicação, se vê claramente que a verdade completa a esse respeito, jamais esteve do lado da Sra. Délcia Nascimento, na sua publicação, mas sim está do lado do Sr. Inácio Cunha, nesta nossa publicação.

 

Tanto assim é que a própria Sra. Délcia Nascimento, quando foi ouvida em declarações na Procuradoria da Comarca da Praia, mediante Juramento legal, disse claramente que ela jejuou por sete dias, por causa da muita gana descontrolada que ela tinha de violar mulheres dentro da CRASDT, o que lhe motivou então a querer dominar o seu próprio corpo mediante Jejum, já que a Bíblia recomenda o Jejum para domínio do próprio corpo.

 

E isso é uma coisa que a Sra. Délcia Nascimento já não pode desmentir mais que disse, pois que está claramente escrita no primeiro Processo contra a CRASDT, arquivado totalmente, e quem quer que consulte os autos, verá que ela disse isso na Procuradoria mediante juramento. E não venha ela (Délcia Nascimento) agora a dizer que também foi “manipulada” para dizer isso pois que quem bem conhece a Sra. Délcia Nascimento, sabe que pelo seu temperamento e feitio natural, ela não é daquele tipo de pessoas que se deixa manipular por ninguém, nem sequer pela sua própria sombra.

 

Resta dizermos que jamais foi nossa intenção anterior, chegarmos ao ponto de revelarmos ao público este assunto, porque a CRASDT evita o máximo contar os fracassos privados e pessoais (ou seja, os fracassos que tiverem só a ver com essa mesma pessoa) dos seus membros ou ex-membros, salvo se eles mesmos voluntariamente o quiserem fazer (caso dos que aceitaram confessar públicamente).

Mas entrando a Sra. Délcia Nascimento por essa via de violência e de falsidade, ela mesma não deixou a qualquer outra alternativa à CRASDT, e assim não restou outro remédio à CRASDT, senão de repor a verdade mediante este relato, em que necessariamente somos obrigados a contarmos os reais motivos desse jejum.

 

2º PARTE DA RESPOSTA: PENDRIVES DESVIADAS E CONFISSÕES DESTRUÍDAS

 

Na tarde do dia 10 de Junho de 2016, uma sexta-feira, representantes da Curadoria de Menores da Praia, do Instituto Caboverdiano da Criança e do Adolescente (ICCA) e da Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania (CNDHC), vieram até ao Cenáculo da CRASDT, em Ponta D’Água, para virem averiguar de perto o que se passava no seio do Orfanato da CRASDT. Isso devido aos conteúdos de algumas das confissões do Sr. Cândido de Pina, aonde se confessavam tentativas infrutíferas de realização de alguns males às crianças do Orfanato da CRASDT, o que causou algum alarme social compreensível.

Só que por motivos de compromissos religiosos que poderiam colocar a CRASDT em choque frontal com o SUPREMO DEUS CRIADOR (visto que na sexta-feira à tarde, os membros da CRASDT geralmente dedicam-se à preparação para a Santificação do Santo Sábado do SENHOR, e por isso não costumam receber visitas), aos tais representantes das autoridades acima referidas, não foi permitido o acesso ao Orfanato da CRASDT, naquela tarde, até porque tais autoridades nos informaram de que se tratava apenas de uma visita e isso nós lhes dissemos que poderia perfeitamente ser feito num outro dia.

Porém, esses mesmos representantes desacreditaram completamente da informação que a CRASDT lhes passou e logo perderam a paciência em relação ao sistema de funcionamento do Orfanato da CRASDT, o que acabou por resultar na prisão de três elementos, na altura da própria Sra. Délcia Nascimento, os quais foram porém depois todos completamente absolvidos, por não se provar que tivessem praticado a qualquer crime de Desobediência.

Perante esse incidente marcante e face ao clima de grande tensão social que na altura se vivia à volta da CRASDT, os elementos da CRASDT que trabalham no Ministério de Acção para a Reconciliação Santa (MARSA), e que lidam com os conteúdos muito sensíveis, colocados pelos membros da CRASDT, nas suas confissões individuais, concluíram logo que esses representantes das autoridades acima referidas, decerto que iriam em breve emitir um mandato de Busca e de Apreensão para todas as residências do Cenáculo da CRASDT, podendo regressar logo na semana seguinte e acompanhados de um grande aparato policial, para levarem das residências do Cenáculo da CRASDT, tudo o que eles tinham por suspeito.

E que, em especial, seriam apreendidas as confissões dos nossos membros, uma vez que estavam redigidas várias confissões que relatavam actos vergonhosos e comprometedores de pessoas que não são da nossa igreja, presenciados por membros da CRASDT ou praticados por tais pessoas, em associação com os membros da CRASDT, o que não poderíamos permitir que por ora se soubesse, visto que as pessoas inocentes de fora da CRASDT ainda são responsáveis pelos seus próprios pecados e por isso não mereciam tamanha exposição pública, e também não ficaria bem se várias confissões secretas e ainda em processo de administração religiosa sigilosa, caíssem nas mãos das autoridades, visto que as confissões são um assunto muito íntimo e sensível, e não podem ser divulgadas à toa.

Assim, prevenindo, em especial, problemas maiores com pessoas de fora da CRASDT, apanhámos essas confissões, acompanhadas de outras confissões que tinham a ver com os monitores do Orfanato da CRASDT (os quais todavia na altura ainda não haviam dado permissão para a divulgação delas), e realmente as queimámos (assumimos isso claramente e sem medo) fim de não permitirmos que outras pessoas pudessem ter acesso aos seus conteúdos e aos nomes das pessoas que não são da nossa Congregação religiosa, mas que estavam envolvidas nesses actos pecaminosos e comprometedores (praticados porém todos, fora do ambiente da CRASDT e sem qualquer relação directa com a CRASDT), revelados nessas confissões.

Por lei, não éramos obrigados a deixar que várias confissões sigilosas, se mantivessem totalmente intactas, até à altura em que chegassem as autoridades e simplesmente as tomassem e levassem, visto que as confissões ainda não publicitadas pela CRASDT, são sigilosas e pertencem apenas aos seus donos.

Se as autoridades já nos tivessem pedido tais confissões, o caso seria outro, mas como ainda não nos haviam pedido tais confissões, agimos preventivamente e dentro daquilo que a lei permite; ou seja, não cometemos a qualquer tipo de ilegalidade.

As confissões são protegidas por lei com o sigilo religioso; e esse sigilo deve ser profundamente respeitado.

Pergunta-se: o que há de errado nisso?

É errado então proteger-se o direito de pessoas de fora da CRASDT, de não verem expostos os seus fracassos espirituais, revelados nas confissões de membros da CRASDT?

 

Ocorre também que, diariamente, o Sr. Inácio Cunha recebe da parte dos elementos da nossa Igreja, várias pendrives com confissões trazidas a ele pelos próprios elementos da CRASDT, para o seu conhecimento e separação, para posterior publicação interna e/ou externa, confissões essas por lei abrangidas pelo sigilo religioso, e logo, que não podem ser facilmente tomadas por terceiros.

Contudo, na véspera do dia em que os representantes das autoridades acima referidas e seus reforços policiais, vieram para o Cenáculo da CRASDT executar uma Busca Judicial (o que ocorreu a 15 de Junho de 2016), o Inácio Cunha distribuiu várias pendrives que estavam sob o seu cuidado, aos seus respectivos donos, para que cada um deles guardasse as suas próprias prendrives, nas suas respectivas posses.

Em seguida, o Inácio Cunha apanhou uma pendrive de cor preta e com alguns tons a vermelho, que continha todas as confissões examinadas e não examinadas, copiou todas as confissões que ali estavam para uma outra pendrive de cor preta somente, e deu ao Sr. Manuel Gomes, mas conhecido entre nós da CRASDT pelo nome de “Noia”, para conservar essa pendrive em sua casa, a fim de que depois da retirada completa dos elementos dos representantes das autoridades acima referidas e dos seus reforços policiais, do Cenáculo da CRASDT, o Ministério de Acção para a Reconciliação Santa (MARSA), não ficasse de mãos cruzadas, à espera até que lhe fossem entregues pelo Ministério Público, as confissões dos membros da CRASDT, e só então o MARSA conseguir recomeçar o seu trabalho delicado e profundo de Reconciliação Santa, que envolve Arrependimento, Confissão, Abandono dos pecados confessados, Pedido de Perdão e Recebimento de Perdão da parte de DEUS e dos que sofreram com tais pecados.

Mas, a outra pendrive de cor preta e com alguns tons a vermelho, que continha todas essas mesmas confissões, foi deixada pelo Inácio Cunha, fixada no seu computador, e foi levada pela PJ, no mesmo dia.

Perguntamos: É isso uma manipulação de provas que incriminava a CRASDT, como diz a Sra. Délcia do Nascimento?

Deveria então o MARSA da CRASDT ficar parado por falta de confissões, estando vários jovens da CRASDT em acelerado processo de confissão dos seus próprios pecados?

Ademais, o mais estranho de tudo, é que a Sra. Délcia Nascimento quis insinuar que tais confissões eram decisivas para o desenrolar do processo, mas todavia, repare-se que o Ministério Público, por fim lá mandou devolver à CRASDT a todas as confissões apreendidas, porque não foram achadas com qualquer relevância para o processo que foi completamente arquivado.

Fica assim visível que nem sequer as muitíssimas confissões apreendidas foram consideradas relevantes o suficiente para constituírem prova no processo, a ponto de se ordenar por fim que viessem todas a serem devolvidas?

Aonde pois, houve manipulação em tudo isto?

Caro leitor, não fica pois claro que a Sra. Délcia Nascimento apenas está a tentar arranjar problemas e confusões à toa, sem todavia se preocupar em confessar realmente as grandes maldades que vinha fazendo dentro da CRASDT, até que chegou ao ponto de ter abandonado injustamente, o seu marido e a CRASDT?

 

E deixamos esta pergunta final:

 

Porque é que os satanistas que estiveram por muito tempo escondidos no seio da CRASDT (Elsa Brito Morais, Samuel Morais, Carlos Brito, Eydira Morais Brito, Ramila Rodrigues de Pina, João José Brito e Délcia Nascimento) mas que nunca aceitaram se arrependerem e confessarem publicamente a todos os seus crimes cometidos no ambiente da CRASDT, para depois pedirem perdão por causa desses seus crimes, vieram só em 2015 e 2017, desesperadamente publicar e incitar o público e as entidades judiciais e governativas, a tomarem medidas urgentes contra o Sr. Inácio Cunha, por crimes planificados e realizados por esses mesmos satanistas, no seio da CRASDT?

 

Porque é que esses satanistas (Elsa Brito Morais, Samuel Morais, Carlos Brito, Eydira Morais Brito, Ramila Rodrigues de Pina, João José Brito e Délcia Nascimento) até ainda não se dignaram a confessar NADA dos Terríveis Males que fizeram no seio da CRASDT e que actualmente vêm fazendo perante os olhos da sociedade atenta, mas muitos deles passam os seus dias no Facebook, atacando a CRASDT e em especial o Sr. Inácio Cunha?

 

A Porta-Voz da CRASDT fica disponível para quaisquer outros esclarecimentos necessários, por via deste email: eteltenda@hotmail.com.

 

Cidade da Praia, Terça-feira, 09 de Maio de 2017

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