Resposta Pública de Amândio Brito ao artigo da Sra. Délcia Nascimento

5/05/2017 20:47 - Modificado em 5/05/2017 20:47
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Resposta Pública de Amândio Brito ao artigo da Sra. Délcia Nascimento, publicado no distinto Jornal Online “Notícias do Norte”, no dia 28 de Abril de 2017, sob o título: “Para Despir-me das Mentiras na CRASDT e Arrancar a Máscara do seu FALSO profeta, Inácio Cunha, ainda legalmente meu esposo”.

Apenas por respeito a muita gente séria deste país e inocente quanto às terríveis mentiras que a Anátema (nome Bíblico que se dá à pessoa que conscientemente Odeia o Sr. JESUS CRISTO, ou seja, que Odeia a Pura Verdade Bíblica) Sra. Délcia Nascimento, venho por este meio Apresentar a minha Resposta Pública ao seu perigoso artigo publicado recentemente.

E começo cumprimentando a todas as pessoas de Bem e de coração atento, manso e calmo, saudando-lhes.

Fico espantado com as grandes Mentiras que a Sra. Délcia Nascimento elaborou e publicou no seu artigo, mas sabendo eu da terrível situação espiritual de Possessão e de Bloqueio satânico em que ela actualmente vive, não esperava outra coisa, e espero atentamente da parte dela, a publicação de mentiras piores.

E como a Bíblia diz, as mentiras sempre se encaixam melhor e mais facilmente na mente das pessoas, do que as verdades.

Suave é ao homem o pão da mentira (…) (Provérbios 20:17) As palavras do mexeriqueiro são como doces bocados; elas descem ao íntimo do ventre. (Provérbios 18:8)

Mas Graças a DEUS, em Cabo Verde existe muita gente lúcida que não se deixa levar facilmente por discursos de pessoas altamente contraditórias que ontem defendiam publicamente que todas as Confissões Públicas da CRASDT eram 100% verdadeiras, mas hoje defendem que afinal são todas falsas, sem revelar todavia certas Verdades suas, que ajudariam toda a população a entender muitíssimo bem, PORQUE É QUE a Sra. Délcia Nascimento, REALMENTE SAIU DA CRASDT…

Mas sobre isso, mais avante falaremos…

Entrando no assunto em causa, a dada altura, a Sra. Délcia Nascimento disse na sua peça o seguinte: “Quando a CRASDT entrou em escândalo público por causa das confissões falsas publicadas nas redes sociais pelos seus membros e que foi instaurado um processo-crime contra alguns membros da CRASDT por ex-membros que foram gravemente caluniados publicamente e lesados na sua honra e bom nome com essas confissões, antes dos membros da CRASDT começarem a ser investigados pelas autoridades competentes, o Amândio Brito, que na altura ainda era juiz, SUBTRAIU (copiou sem autorização dos autores) os ficheiros que continham as queixas contra os membros da CRASDT no computador dos seus familiares, levou-os ao Inácio Cunha (Naty). Quem me disse isso foi o Cândido de Pina (Cando fura bola) e o próprio Naty, que também mo confirmou.

Primeiro de tudo, não deixa de ser aqui curioso que a Sra. Délcia Nascimento diz que os ex-membros da CRASDT na altura foram “gravemente caluniados públicamente” quando antes dizia televisivamente que eles eram todos hipócritas e que não queriam confessar. Essa nota é muito importante, para depois se poder entender o resto do seu discurso.

Em segundo lugar, apesar dos meus muitos e graves pecados, os quais não tenho mais qualquer medo nem vergonha de confessá-los em público e isso já é facto notório a todos, em particular este “pecado” (de subtrair as queixas e manipular as testemunhas) aqui inventado pela Sra. Délcia Nascimento, sei perfeitamente que NÃO TENHO e CONVIDO Públicamente a Sra. Délcia Nascimento, a Provar isso.

Se eu tivesse esse pecado, até o confessaria; afinal se eu já confessei coisas muitíssimo mais graves, que me custaram tudo o que publicamente já se sabe que me custou e que ainda me está a custar, não iria também confessar esse pecado menor, caso realmente o tivesse???

Falando sobre as queixas subtraídas, perante essa MENTIRA de todo o tamanho, pergunta-se publicamente à Sra. Délcia Nascimento:

1º Em casa de que familiares meus é que eu subtraí essas tais queixas?

2º Como quando e como consegui o acesso a tais ficheiros?

3º A Sra. Délcia Nascimento então está a querer insinuar que os meus familiares estavam profundamente envolvidos nas mentiras queixas que os queixosos fizeram contra a CRASDT?

Esta última parte é gravíssima, em especial porque põe em causa o bom nome dos meus familiares que, a acreditar-se na Sra. Délcia Nascimento, seriam vistos como colaboradores íntimos duma queixa muito extensa e “colorida de factos incríveis” mas que caiu na Procuradoria por completo, mesmo tendo sido apresentada por três queixosos juristas mais um queixoso licenciado e mais uma queixosa mestre (repare-se só no nível académico dos queixosos).

E caiu porque, só na mente dos queixosos, é que as quase 100% de mentiras que contaram, tinham pernas para andar. Mas todavia ainda nenhum deles teve a dignidade de se arrepender e de vir pedir publicamente desculpas pelas muitas Mentiras que contaram e pelos factos que propositadamente ocultaram.

Mas também disse a Sra. Délcia Nascimento, no seu infeliz artigo, que “É importante salientar que o Amândio Brito, o Vital Moeda, o Inácio Cunha, a advogada Etelvina e muitos outros (em especial as potenciais testemunhas do processo) tiveram acesso ao conteúdo da queixa-crime instaurada pela Elsa Brito, Samuel Morais, Eydira Brito, Ramila Rodrigues, Avelino Moreira, João José  Brito e Carlos Brito, de antemão, au seja antes dos membros da CRASDT acusados serem convocados pelo tribunal, e isso porque, volto a repetir, o Amândio Brito SUBTRAIU (copiou sem autorização dos autores) as queixas no computador dos seus familiares, onde os queixosos tinham elaborado as queixas.

A verdade é que nós da CRASDT, por força do Segredo de Justiça, passámos o processo todo, às escuras.

Desconhecíamos totalmente qual o teor das queixas, e nem sabíamos como ia andando o processo e nem sabíamos exactamente da extensão total das testemunhas ouvidas. Em todo o decorrer do processo, os queixosos estiveram legalmente (porque é a lei que assim lhes dá esse direito e agora entendo até certo ponto porque é que os advogados sempre reclamam do Segredo de Justiça) sempre em franca vantagem sobre nós, porque eles estavam a par das queixas e das suas testemunhas, porque foram eles quem as apresentaram; mas nós da CRASDT só viémos a saber do teor do processo, muito tempo após o seu arquivamento, isto é, quando pedimos o processo em causa à confiança, para o virmos analisar no nosso seio.

Dizer que sabíamos desde o início do teor das queixas, é uma MENTIRA de todo o tamanho. Podíamos até suspeitar de alguma coisa contida nas queixas, pelas perguntas que foram feitas a elementos da CRASDT (visto que pelas perguntas, consegue-se ver algum rumo…), mas jamais soubemos concretamente o que é que o processo continha, e na verdade, nem o poderíamos saber já que não tínhamos a qualquer das queixas do processo em causa nas nossas mãos.

Outrossim disse a Sra. Délcia Nascimento, no seu infeliz artigo, que “Com isso, começaram um processo árduo de preparação rigorosa das defesas a serem apresentadas em Tribunal, comandado pelo Amândio Brito e pelo Vital Moeda, que, desta forma, manipularam as testemunhas com instruções de como deveriam responder aos questionários em Tribunal para defender devidamente a igreja perante o processo desenvolvido pelos órgãos de justiça.” (…)

E, ainda, pouco antes do dia em que eu, Délcia, a Denise (Cláudia), Vera Brito e Carlos Delgado íamos ser ouvidos no tribunal, à noite, quando o procurador Vital Moeda e o Amândio Brito instruíam a nós e à Advogada Etelvina Vieira que nos acompanhava, sobre como deveríamos agir no tribunal ao sermos ouvidos, como deveríamos falar, e as perguntas que não deveríamos responder, e as que deveríamos dizer que não nos lembrávamos, as intervenções que a dita advogada estagiária deveria fazer, como fazer tais intervenções, etc, o Naty disse que quanto ao jejum eu já sabia o que deveria dizer.

Quando o processo foi instaurado, o Sr. Inácio Cunha, como homem sério e justo que é, realmente chamou-nos a nós os integrantes do Departamento Jurídico da CRASDT, e nos disse que tínhamos de nos comportar correctamente na Procuradoria, indo lá conscientes dos nossos direitos mas também conscientes dos nossos deveres, para que todos os arguidos e testemunhas da CRASDT que viessem a ser ouvidos, pudessem se comportar correctamente nos termos da lei.

Para quem conhece o Sr. Inácio Cunha de perto e bem, sabe que sempre antes da Igreja partir para algum assunto jurídico (mesmo que seja um mero contrato), ele chama o Departamento Jurídico da CRASDT para esclarecer juridicamente os membros antes da Igreja tomar alguma posição jurídica. Tanto assim é que ao longo dos tempos, o Departamento Jurídico da CRASDT já deu inúmeras palestras e ensinamentos jurídicos aos jovens da CRASDT e já fez inclusive vários pequenos guias de explicação de leis, para os jovens da CRASDT, até chegando de distribuir tais guias para pessoas de fora da CRASDT.

Consequentemente, o Departamento Jurídico da CRASDT, instruiu sim os arguidos e testemunhas do Cenáculo da CRASDT, não no sentido que a Sra. Délcia Nascimento aqui referiu, mas sim quanto ao que a Constituição e o Código de Processo Penal previam quanto aos direitos e deveres dos arguidos e das testemunhas. Ou seja, instruiu que tinham o direito de silêncio (isto para os arguidos), legalmente quais as perguntas a que as testemunhas não eram obrigadas a responderem (isso a própria lei diz claramente, basta verem-se os artigos 180º/6 e 189º/1-a) do Código de Processo Penal, entre outros artigos legais), como é que se deve processar legalmente um interrogatório judicial, ao entrarem na sala quem é que estaria à frente dos arguidos e das testemunhas (Procurador à frente e Ajudante de Escrivão ao lado), que comportamentos deveriam ter em Tribunal de forma a respeitarem a instituição, e pequenas coisas do género.

E até o Departamento Jurídico da CRASDT elaborou um guia legal escrito (que deixamos aqui em anexo, para quem quiser baixá-lo), para que os arguidos e as testemunhas da CRASDT, pudessem lê-lo e entendê-lo, em privado.

Quando a Sra. Délcia Nascimento disse que chegámos ao ponto de dizer às testemunhas (citando a mesma) “como deveríamos falar, e as perguntas que não deveríamos responder, e as que deveríamos dizer que não nos lembrávamos, as intervenções que a dita advogada estagiária deveria fazer,” isso é muito mais do que ser apenas Grave e uma Mentira. É no mínimo escandaloso. A instrução foi apenas em termos legais.

Perante essa MENTIRA de todo o tamanho, pergunta-se:

1º Será então explicar os Direitos e Deveres Legais dos arguidos e das testemunhas, um Acto de Manipulação?

2º É proibido por lei que o Departamento Jurídico da CRASDT dê aulas de Direito aos arguidos e às testemunhas da CRASDT que iriam ser ouvidas, quando os advogados em regra explicam isso claramente aos seus constituintes, sendo o Direito de Informação Jurídica algo perfeitamente natural no mundo jurídico?

3º Agora dar aulas de Direito é Manipulação de arguidos e testemunhas?

4º Ser precavido em termos de Conhecimento Jurídico então agora é algo de errado?

5º Aliás, como é que poderíamos instruir as testemunhas se nós nem sequer tínhamos conhecimento das queixas apresentadas, para lhes podermos instruir?

6º Para que é que precisávamos de instruir (imagine-se) até a própria advogada-estagiária que acompanhou os arguidos e as testemunhas, se ela mesma é formada em direito e experiente já o bastante para se conseguir desenvencilhar sozinha?

É preciso ter-se o mínimo de respeito pela inteligência das pessoas. Quem é atento, não cai nessa mentira contada pela Sra. Délcia Nascimento…

Ainda disse a Sra. Délcia Nascimento, no seu infeliz artigo, que “Vale salientar que todos os que moravam no cenáculo da CRASDT, que foram ouvidos no tribunal nessa altura, foram devidamente instruídos pelo ex-juiz Amândio Brito e pelo procurador Vital Moeda, que também teve acesso ao conteúdo das queixas SUBTRAÍDAS (copiadas sem autorização dos autores) pelo Amândio Brito. Também que, depois de depor, tínhamos o dever de dar, e demos mesmo, relatórios ao Naty, ao Vital Moeda, ao Amândio Brito e à advogada estagiária Etelvina Vieira, acerca do que tínhamos dito no Tribunal, de como havíamos falado e comportado, do que nos havia sido dito e como fomos tratados. Como podem ver, foi tudo bem controlado e manipulado durante o processo que decorreu no Tribunal.

Primeiro, os advogados geralmente ouvem os seus constituintes (clientes) ou as testemunhas dos seus constituintes, quando eles são ouvidos no Tribunal sem a presença deles (advogados) para assim esses advogados poderem avaliar como é que as coisas estão a correr em juízo, e poderem assim compreender por alto a linha de uma instrução (primeira fase de um processo crime ordinário ou normal), a fim de irem preparando as suas defesas já que nessa primeira fase o processo é secreto. O que é que há de errado nisto?

Porém, pergunta-se quando é que a Sra. Délcia Nascimento nos deu relatório daquilo que ela mesma falou, se eu e o Dr. Vital Moeda só soubemos do que ela falou na Procuradoria quando por fim tivemos acesso ao processo?

O mais descabido ainda é: para que é que a Dra. Etelvina Vieira, que acompanhava as testemunhas e arguidos, precisava de tomar relatórios de algo que ela mesma havia assistido pessoalmente?

Segundo, não há nada de constitucional ou legalmente errado, em os Réus tentarem saber o que é que se está a passar no processo, para assim poderem ir preparando antecipadamente as suas defesas. Onde está o problema nisso?

Estará a Sra. Délcia Nascimento então a querer dizer que todos os advogados do país e do mundo, estão a manipular as pessoas, porque simplesmente as informam dos seus direitos e deveres e de como se devem comportar na Procuradoria, e se possível as ouvem depois da ida dessas pessoas à Procuradoria a fim de tentarem ir preparando as defesas dos seus clientes?

Simplesmente há coisas que nem vale a pena pensar, quanto mais se dizer descaradamente em público, porque fica muito mal e leva o(a) leitor(a) atento a logo suspeitar que tais declarações se basearam em puro Ódio e não contém a qualquer pingo de racionalidade humana (senão meramente diabólica) e logo não podem ser tidas por verdadeiras.

Mas o mais grave está no seguinte:

Disse a Sra. Délcia Nascimento que nós (em especial, eu e o Dr. Vital Moeda, o Sr. Inácio Cunha e a Dra. Etelvina Vieira) manipulámos as testemunhas.

Repare-se no seguinte:

No processo em causa, salvo erro de memória, num total de 73 pessoas ouvidas, à excepção dos 04 arguidos, foram ouvidas 69 pessoas, sendo delas, 08 queixosos e 61 testemunhas.

Dentre essas 61 testemunhas, atenção, todas testemunhas da Acusação (porque foram chamadas por impulso ou pelo menos por influência dos queixosos) e não testemunhas de Defesa (porque nenhuma dessas testemunhas foi apresentada pela própria CRASDT), apenas 09 eram ainda membros da CRASDT, sendo 03 deles da CRASDT de Ponta D’Água, 03 deles da CRASDT de Renque Purga (interior da ilha de Santiago), 02 deles da CRASDT do Fogo e 01 deles da CRASDT do Maio.

Haviam ainda 08 crianças que foram levadas pela Polícia Judiciária do Orfanato da CRASDT, as quais portanto ainda estavam no seio da CRASDT, pelo que 44 testemunhas eram quase que integralmente ex-membros da CRASDT, totalmente apresentadas pelos queixosos, e claramente muitas delas com depoimentos que só abonavam os queixosos. E práticamente que nenhuma dessas testemunhas tem mais a qualquer relacionamento amigável, com a CRASDT, visto que todas elas saíram ou foram expulsas da Igreja, por causa dos seus muitos pecados cometidos mas até ainda não confessados.

Mesmo assim o PROCESSO foi ARQUIVADO por completo.

Pergunta-se então publicamente:

1º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular a própria Délcia Nascimento, a ponto desta ter ido confirmar a sua 2ª Confissão Pública (em que ela confessa que jamais o Inácio lhe fez a qualquer mal mas sim que foi ela é que sempre fez muito mal ao Inácio, e só não lhe fez pior porque o próprio DEUS não lho Permitiu), na Procuradoria?

2º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular a própria Délcia Nascimento, a ponto desta ter ido simplesmente confirmar na Procuradoria, a sua 2ª Confissão Pública que ela mesma escreveu, imprimiu, assinou, reconheceu a assinatura em Cartório, depois distribuiu pessoalmente na Igreja e mandou publicar no jornal online Notícias do Norte (com certeza ela – ou melhor os demónios dentro dela aos quais ela se vergou – agora irá inventar que tudo isso também foi manipulado e que essa confissão foi falsa…)?

3º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular a própria Délcia Nascimento, a ponto desta ter ido simplesmente confirmar na Procuradoria, a sua 2ª Confissão Pública que ela mesma escreveu cerca de cinco meses antes do processo em causa ter sido instaurado e cerca de seis meses antes dela (Délcia Nascimento) ter sido ouvida no processo em causa, sem que antes nenhum de nós tivéssemos na altura da publicação da sua 2ª Confissão Pública, previsto que meses depois seria instaurado este processo?

5º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular (isto falando apenas dos ex-membros e de outras pessoas ouvidas que nunca foram da CRASDT) 52 pessoas (08 queixosos e 44 testemunhas deles), a ponto do processo cair por inteiro?

6º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular 52 pessoas (08 queixosos e 44 testemunhas deles) com as quais nem sequer falamos (salvo uma ou outra)?

7º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular as 08 crianças retiradas do Orfanato da CRASDT e que estavam no Centro de Emergência Infantil do ICCA, tendo então os pais dessas 08 crianças acesso muitíssimo limitado a elas e sempre na presença do pessoal do ICCA?

8º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular os queixosos a pontos deles mesmos caírem em tantas contradições entre eles mesmos?

9º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular as 44 testemunhas dos queixosos a ponto de várias delas, em muita coisa, não confirmarem os depoimentos dos próprios queixosos?

10º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular as 44 testemunhas dos queixosos a ponto de algumas delas, em algumas coisas, terem deixado claro na Procuradoria que o Inácio não tinha culpa nos factos que lhes foram perguntados, mas factos esses pelos quais todavia os queixosos se haviam queixado?

11º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular um processo que correu os seus trâmites totalmente em segredo e segundo informações que a Secretaria do Ministério Público nos deu, quando a Dra. Etelvina Vieira, lá ia juntar alguma procuração, o processo até em regra estava sempre na sala dos Procuradores que o instruíam, sala essa a que nenhum de nós da CRASDT, tínhamos acesso?

12º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular a Procuradoria a ponto desta mesma ter arquivado totalmente o processo a ponto de nem sequer achar que valeria a pena o processo ir a julgamento, de tão óbvio que era que nem sequer os arguidos mereciam ser acusados?

13º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular a Procuradoria a ponto desta ter arquivado o processo, em várias partes, por prescrição ou caducidade, isto é, em regra por crimes que nem sequer eram aqueles pelos quais os queixosos se haviam juridicamente queixado?

14º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular a Procuradoria a ponto desta ter arquivado o processo, na parte dos crimes de Injúrias, porque as três queixosas/assistentes não deduziram acusação particular, a tempo?

15º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular a Procuradoria a ponto desta ter arquivado o processo, em várias partes, por ficar claramente provado que os queixosos estavam a mentir (como no caso dos crimes de Sequestro, de Violação de Crianças, de Homicídio, etc)?

16º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular a todas as crianças ouvidas que antigamente haviam frequentado o Orfanato da CRASDT, para irem dizer na Procuradoria que nunca houve violação dentro do Orfanato da CRASDT e para os próprios queixosos (que curiosamente se queixaram disso, mas todavia nas suas declarações foram unânimes quanto a isso) dizerem na Procuradoria que nunca houve violação dentro do Orfanato da CRASDT)?

17º Como é que nós do Departamento Jurídico da CRASDT, conseguimos manipular o processo arquivado a ponto de nenhum dos queixosos ter sequer reclamado do Arquivamento do Processo, sabendo eles muito bem que não tinham por onde irem? Se o processo realmente tivesse sido manipulado, os queixosos decerto que teriam sido os primeiros a reagirem.

18º Como é que o Dr. Vital Moeda conseguiu manipular as testemunhas da CRASDT sobre factos que ele sequer conhecia, visto que entre meados de 2010 a início de 2012, ele ainda estava a começar a se afirmar no seio da CRASDT, e morava em Assomada, ao que depois foi transferido para São Vicente?

E paro por aqui porque ainda poderia fazer a várias outras perguntas… Mas obviamente, a resposta de tais perguntas já está clara.

Por isso sintetizo:

1º Nunca subtraí as queixas do processo em causa e só tive conhecimento delas, quando o processo nos foi legalmente dado à confiança.

2º Nunca houve instrumentalização de testemunhas por ninguém do seio da CRASDT.

3º O processo simplesmente caiu porque não tinha por onde ir… Porque é que a Sra. Délcia Nascimento simplesmente não assume isso?

Com tudo isto que escrevi, a verdade fica assim reposta.

Já Crer ou não, no que eu escrevi, isso já é escolha pessoal.

Eu porém, perante DEUS, sei que falo a Verdade.

Que a Paz de DEUS seja com todos os homens e mulheres que leram este artigo, de boa vontade e com boas intenções.

E estou disponível para quaisquer explicações necessárias à volta disto, porque sei bem que quem não deve, não teme…

Com os meus melhores cumprimentos,

Amândio Brito

Video em Formato 3GP

https://youtu.be/8RzW4yp3wCM

Video em Formato MP4

https://youtu.be/LxIIJw6GNRM

Guia Legal sobre Comportamentos dos Arguidos e Testemunhas em Tribunal

https://doc.co/49mqDw

 

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