Para Despir-me das Mentiras na CRASDT e Arrancar a Máscara do seu FALSO profeta, Inácio Cunha, ainda legalmente meu esposo

28/04/2017 04:37 - Modificado em 28/04/2017 04:37

Eu, Délcia Nascimento, conhecida também por Delícia, ex-membro da CRASDT, casada no civil com o “dito” profeta Inácio Cunha (Naty) há quase 11 anos, venho até vós, meu Caro leitor e minha Cara leitora, pedir-vos que, por favor, leiam atentamente este meu primeiro testemunho verdadeiro, para entenderem bem algumas das várias obscuridades perigosas existentes na CRASDT, que poucos têm acesso, mas que estão nuas e patentes perante os olhos de DEUS, O qual a Seu tempo vos confirmará tudo.

 

Reconhecendo o meu grave erro em compactuar com o meu esposo e com a CRASDT para disseminar mentiras, calúnias, difamações e falsos testemunhos contra pessoas inocentes, pretendo com essa declaração esclarecer a sociedade civil dos graves enganos a que têm sido submetidos com as confissões da CRASDT, nas quais eu também participei.

 

Este primeiro testemunho tem por objetivo desvendar aos inocentes e à sociedade em geral, a real verdade sobre as afirmações do sr. Amândio Brito no sexto episódio do seu vídeo sobre o processo da CRASDT que foi arquivado no Tribunal, mais concretamente “as verdades”, segundo ele diz, que eu falei no Tribunal, particularmente sobre o jejum de 7 dias, que segundo ele afirma “toda CRASDT sabe que fui eu quem disciplinei a mim mesma com esse jejum de 7 dias” sem comer nem beber e com a obrigação de fazer todas as tarefas caseiras que na altura eu habitualmente fazia. Nesse volume, falarei apenas sobre como se processou o depoimento falso que eu dei no Tribunal sobre esse assunto e numa outra oportunidade vos contarei, detalhadamente, o que provocou esse jejum e como tudo aconteceu, desde o seu início até a sua conclusão.

 

Quando a CRASDT entrou em escândalo público por causa das confissões falsas publicadas nas redes sociais pelos seus membros e que foi instaurado um processo-crime contra alguns membros da CRASDT por ex-membros que foram gravemente caluniados publicamente e lesados na sua honra e bom nome com essas confissões, antes dos membros da CRASDT começarem a ser investigados pelas autoridades competentes, o Amândio Brito, que na altura ainda era juiz, SUBTRAIU (copiou sem autorização dos autores) os ficheiros que continham as queixas contra os membros da CRASDT no computador dos seus familiares, levou-os ao Inácio Cunha (Naty). Quem me disse isso foi o Cândido de Pina (Cando fura bola) e o próprio Naty, que também mo confirmou.

 

É importante salientar que o Amândio Brito, o Vital Moeda, o Inácio Cunha, a advogada Etelvina e muitos outros (em especial as potenciais testemunhas do processo) tiveram acesso ao conteúdo da queixa-crime instaurada pela Elsa Brito, Samuel Morais, Eydira Brito, Ramila Rodrigues, Avelino Moreira, João José  Brito e Carlos Brito, de antemão, au seja antes dos membros da CRASDT acusados serem convocados pelo tribunal, e isso porque, volto a repetir, o Amândio Brito SUBTRAIU (copiou sem autorização dos autores) as queixas no computador dos seus familiares, onde os queixosos tinham elaborado as queixas. Com isso, começaram um processo árduo de preparação rigorosa das defesas a serem apresentadas em Tribunal, comandado pelo Amândio Brito e pelo Vital Moeda, que, desta forma, manipularam as testemunhas com instruções de como deveriam responder aos questionários em Tribunal para defender devidamente a igreja perante o processo desenvolvido pelos órgãos de justiça.

 

Por outro lado, sabendo o Naty:

  • Que uma das queixas feitas contra ele era de maus-tratos a cônjuge (contra mim), por causa das terríveis agressões físicas que sofri na CRASDT, e do castigo de jejum de 7 dias que ele me tinha submetido;
  • Que eu fui chamada para depor no tribunal como testemunha e que o meu testemunho poderia ser fatal contra ele;
  • Que se eu contasse a verdade no tribunal sobre o jejum de 7 dias que ele me tinha dado como castigo, ele poderia ser preso,

 

Numa noite, estando nós dois (eu e o Naty) no quarto, deitados em cima da cama (digo isso porque acredito que, embora não tenha outra testemunha humana para confirmar isso, O SENHOR DEUS da Verdade viu tudo isso e no Seu tempo certo o confirmará), o Naty, depois de mostrar-me alguns gestos de carinho, o que era raro no nosso relacionamento, me disse que tinha visto no processo que o Amândio SUBTRAIU (copiou sem autorização dos autores) no computador do seus familiares, que uma das queixas que “os anátemas” (nome dado pelos crasdtianos aos que abandonaram a CRASDT, principalmente os que se opõem às práticas da CRASDT e divulgam publicamente as suas mentiras e maldades ocultas) fizeram contra ele, era sobre o meu jejum de 7 dias, e perguntou-me se eu já sabia o que eu iria falar no tribunal sobre o jejum de 7 dias. Eu respondi-lhe que sim, que eu me lembrava claramente do que tinha acontecido como se fosse hoje.

 

Então ele me disse que tinha quase pronto um testemunho que ele estava elaborando para contar como havia sucedido o jejum de 7 dias e que assim que ele o terminasse no dia seguinte, me daria esse testemunho para ler, corrigir os erros de português e publicar com a minha foto e assinatura na minha página do Facebook, e que eu deveria gravar bem na mente o que estava escrito nesse testemunho para que eu pudesse falar no tribunal, tal como ali estava relatado.

 

Eu achei estranho tudo isso e lhe disse que não precisava do tal testemunho, visto que eu me lembrava claramente de como tudo tinha acontecido, e comecei a contar-lhe.

 

Ele, logo à primeira, me disse que não era assim como eu estava dizendo, mas que, na verdade, eu tinha manifestado a ele dentro do quarto, que eu queria fazer jejum de 7 dias, mas que ele não tinha concordado, e tinha sido totalmente contra, alegando que eu poderia não aguentar e adoecer, mas que então eu decidi fazer esse jejum escondido dele, sem que ele soubesse, e que quando ele veio a saber disso, ele me mandou comer ou pelo menos beber algum líquido, mas que eu não quis e prossegui no jejum até ao fim, contra a sua vontade.

 

Totalmente perplexa com as suas afirmações, mas com expressão firme, eu lhe disse que não era assim coisa nenhuma e que toda Igreja sabia que não tinha sido assim, porque quando ele me deu o castigo de jejum de 7 dias, ele levou-me perante uma reunião com toda a CRASDT de Ponta d’Água e Renque Purga no terraço do cenáculo, mandou-me confessar o meu pecado pelo qual ele estava a castigar-me com esse jejum e apresentou alguns versos Bíblicos para justificar esse castigo. Que quando terminei o jejum, ele me levou novamente para uma reunião perante a congregação no mesmo terraço para anunciar o fim do jejum e que os membros se lembravam claramente disso tudo.

 

Então o Naty, sem como contradizer-me, pois sabia que eu falava a verdade, disse-me que sim, mas que a vontade de DEUS era que eu depusesse no Tribunal, falando como ele me disse, ou seja, conforme a instrução dele referida acima. Disse-me ainda essa instrução estava mais bem detalhada no tal testemunho que ele fez, pelo que eu tinha que assiná-la, colocar a minha foto e publicar no meu facebook, depois de corrigir os erros ortográficos.

 

Eu disse-lhe que isso eu não poderia fazer tal coisa, porque mentir no Tribunal, dando testemunho falso, além de ser pecado, é também crime previsto no código penal, e eu poderia ter problemas graves com DEUS e com as autoridades, e até ir para cadeia.

 

O Naty logo me disse enfurecido, que eu era ímpia e o odiava, e que como eu tinha visto que os anátemas, os outros impios meus colegas, estavam a atacar-lhe para destruir-lhe, que eu queria então aproveitar-me, unindo-me a eles, para ajudar-lhes a destruir-lhe.

 

Eu lhe disse, chorando, que não era isso, mas que na minha mente, eu via o que ele queria que eu fizesse no tribunal como um grande pecado e crime. Que eu estava disposta a falar a verdade no tribunal e logo inocentá-lo, dizendo que eu era a culpada, porque eu tinha aceitado aquele jejum porque queria, e que se eu não quisesse, não aceitaria fazê-lo, para que assim a culpa caísse sobre mim e ele ficasse livre dessa culpa, mas que da forma como ele estava a instruir-me a dizer no tribunal deixava a minha consciência perturbada por ser um pecado e também um crime.

 

Ele me disse que o que eu queria era unir-me à Elsa, Ramila, Liú e outros ex-membros da CRASDT, meus colegas ímpios, e ajudar-lhes a destruí-lo, porque se assim não fosse, eu faria como ele estava a instruir-me que fizesse e, assim, “calaria a boca dos anátemas nesse assunto de jejum”. E logo virou-se na cama e ficou mais afastado de mim e de costa para mim.

 

Eu fiquei a chorar e não falamos mais nada até que eu adormeci.

 

No dia seguinte, logo que acordei, estando ainda deitados, o Naty me disse que queria explicar-me uma verdade Bíblica muito elevada, a qual ele tinha ordens de DEUS para compartilhar ainda apenas comigo, porque eu era a única na CRASDT que estava com a mente mais preparada para entendê-la e recebê-la, e que essa verdade Bíblica era sobre o juízo de intenção feito por DEUS; verdade essa que, segundo a ordem de DEUS, ele (Naty) ainda não poderia compartilhar com a congregação, porque esta não estava preparada para intendê-la e muito menos para recebê-la, disse-me ele (Naty).

 

A seguir, o Naty me perguntou se eu me lembrava de que o Abrão tinha mentido para o Faraó do Egipto, dizendo que a Sara, sua mulher, era sua irmã, e que por causa disso, o Faraó tomou a Sara para ser sua mulher e que a Sara ajudou o seu marido Abrão nessa mentira, mas que DEUS não puniu nem a Sara nem o Abrão pela mentira que contaram, mas que DEUS puniu a Faraó.

 

Eu lhe respondi que sim.

 

Então ele me disse que isso aconteceu porque DEUS ajuizou a mentira de Abrão e Sara pela intenção que levou o Abrão a pronunciá-la, e que como a intenção de Abrão era boa, pois era de salvar a sua vida, por isso DEUS não considerou essa mentira que contaram na boca, como pecado, e nem lhes puniu por isso, porque DEUS olha para o coração e fez-lhes o juízo de intenção. E o Naty me disse, ainda, que o mesmo juízo funcionou da parte de DEUS para com Abrão e Sara, quando o Abrão mentiu ao rei de Gerar, Abimeleque, e que a Sara o tinha ajudado nisso. E me perguntou se eu tinha entendido e eu lhe disse que sim. Então, ele me deu outros exemplos do tipo e me perguntou se tinha entendido e eu lhe disse novamente que sim.

 

A seguir, ele me disse que DEUS queria que eu me tornasse como a Sara e mostrasse a ele o mesmo amor que a Sara tinha demonstrado para Abrão, obedecendo-o em tudo, e até ajudou-o a mentir para salvar a vida do seu marido. E que eu também deveria obedecer a ele, Naty, em tudo, mesmo naquilo que eu não entendia, porque nele habita o Espírito de DEUS e em mim habitam os demónios e eles me enganavam. E continuou a falar e me disse, que era aquele, o momento em que eu deveria mostrar que eu o amava e não o odiava como os outros pensavam, e mostrar ao povo que nós éramos unidos, para que assim desarmasse os ímpios que tinham saído da CRASDT, mostrando-lhes que eu não era colega deles, porque estavam pensando que iriam usar-me para destruí-lo, e que, por isso, eu deveria falar no tribunal como ele me tinha dito, e que naquele mesmo dia ele prontificaria aquele testemunho e me daria para corrigir, gravar na mente, assinar e colocar nele a minha foto para publicá-lo no meu facebook, pois que fazendo isso, os anátemas tirariam “seca” de mim, de querer usar-me como instrumento deles.

 

(É muito importante dizer que, numa época anterior, quando o Naty nos dava estudos sobre o juramento, ele, falando-nos desse episódio do Abrão e da sua esposa Sara, nos dizia que o Abrão foi homem fraco ao submeter a sua esposa a esse comportamento, mandando-lhe mentir para salvar a sua vida. Que isso revelava covardia e grande falta de fé da parte de Abrão, mas que DEUS teve misericórdia dele, porque viu que era um fracasso seu e não rebeldia. E que para ajudar-lhe a pôr o fim nesse pecado, DEUS ordenou a Abrão que fizesse o juramento, uma vez que o juramento é para pôr fim ao pecado, e que o Abrão realmente o fez, justamente para que ele pusesse fim a esse seu pecado de mentir para salvar a sua vida, pelo que depois do seu juramento nunca mais mentiu. O Naty nos disse também, que ele jamais faria isso, porque ele estudava os fracassos dos santos da Bíblia, exactamente para não fazer igual. Mas que, pelo contrário, imitava apenas a fé ou o ponto forte deles. Mas, infelizmente, nessa manhã, eu não me tinha lembrado disso no momento para dizê-lo. E isso é só para entenderem como ele manobra a Bíblia para defender os seus próprios interesses e levar os membros a fazerem o que ele quer, em nome de DEUS.)

 

Com tudo o que ele me havia dito, eu fiquei um pouco pensativa e não lhe respondi nada. Então, o Naty me disse que eu era uma justa (no entanto na noite anterior tinha me dito que eu era ímpia conforme descrevi acima), e que eu estava a resistir-lhe como o justo Jacó havia resistido à sua mãe Rebeca, quando esta, ciente das profecias que DEUS lhe havia anunciado, tinha pedido ao Jacó para que este enganasse ao seu pai Isaque, dizendo-lhe que ele era o seu irmão Esaú, a fim de receber a sua bênção. Pois que, disse-me ele, o Jacó não queria fazer isso, mas que era da vontade de DEUS que o Jacó fizesse isso, e que era a mesma coisa que estava acontecendo entre mim e ele naquele momento. Que como a Rebeca, ele me dizia naquele momento, que ele tinha a certeza de que DEUS não me puniria por isso, mas que, caso houvesse culpa ou castigo por isso, que cairia sobre ele. E que eu deveria fazer isso por amor a DEUS e à Sua igreja (CRASDT), porque caso eu dissesse a verdade sobre o jejum de 7 dias no tribunal, eles não entenderiam o motivo pelo qual ele tinha agido assim, e então poderiam prendê-lo, e que assim sendo, os demónios acabariam com a igreja caso ele fosse preso. E que era isso mesmo que os demónios queriam, pelo que eu deveria fazer como ele estava a dizer-me, e por fim, jurou-me no Nome de DEUS que toda a culpa disso ficaria sobre ele.

 

Então me rendi, e disse-lhe que faria tudo conforme ele me tinha instruído. O Naty ficou contente e disse-me que tomei uma óptima decisão. Depois ele me deu o tal testemunho, o corrigi e gravei o conteúdo na mente, mas lhe disse que depois de dar depoimentos no tribunal, eu o publicaria no meu facebook, porque se eu o publicasse antes de depor no tribunal, poderia não ficar bem.

 

Depois, o Naty mencionou por alto numa reunião com a igreja que ele me tinha falado sobre o juízo de intenção mas sem muitos detalhes.

 

E, ainda, pouco antes do dia em que eu, Délcia, a Denise (Cláudia), Vera Brito e Carlos Delgado íamos ser ouvidos no tribunal, à noite, quando o procurador Vital Moeda e o Amândio Brito instruíam a nós e à Advogada Etelvina Vieira que nos acompanhava, sobre como deveríamos agir no tribunal ao sermos ouvidos, como deveríamos falar, e as perguntas que não deveríamos responder, e as que deveríamos dizer que não nos lembrávamos, as intervenções que a dita advogada estagiária deveria fazer, como fazer tais intervenções, etc, o Naty disse que quanto ao jejum eu já sabia o que deveria dizer.

 

Vale salientar que todos os que moravam no cenáculo da CRASDT, que foram ouvidos no tribunal nessa altura, foram devidamente instruídos pelo ex-juiz Amândio Brito e pelo procurador Vital Moeda, que também teve acesso ao conteúdo das queixas SUBTRAÍDAS (copiadas sem autorização dos autores) pelo Amândio Brito. Também que, depois de depor, tínhamos o dever de dar, e demos mesmo, relatórios ao Naty, ao Vital Moeda, ao Amândio Brito e à advogada estagiária Etelvina Vieira, acerca do que tínhamos dito no Tribunal, de como havíamos falado e comportado, do que nos havia sido dito e como fomos tratados. Como podem ver, foi tudo bem controlado e manipulado durante o processo que decorreu no Tribunal.

 

Quanto aos que estavam na Ilha do Fogo, em especial Xinha, Vaneida e Valdina e Silvino, sob a orientação do Naty, eu mesma, lhes transmiti as mesmas instruções que havia recebido dos referidos, sobre como falar no tribunal e recebi da Xinha e da Vaneida o relatório sobre o que foram perguntados e como responderam no tribunal e transmiti tais relatórios ao Naty.

 

Depois de eu ser ouvida no tribunal, o Naty insistiu comigo várias vezes para que eu publicasse o tal testemunho e assim completasse o trabalho, e eu fiquei a despistar-lhe de que não era preciso, visto que eu já tinha falado tudo no tribunal, mas fiquei com medo porque eu sabia que os que tinham saído da CRASDT conheciam bem a verdade sobre o jejum de 7 dias e receei que poderiam atacar-me ao ver o testemunho, pois veriam logo a mentira, e eu acreditava que o que eu havia falado no tribunal, eles não teriam acesso. Assim fiquei sem publicar o tal testemunho na minha página do facebook.

 

Também, caros leitores, é de extrema importância que fiquem a saber, que o Amândio Brito e companhia se vangloriam até hoje pelo facto do processo contra a CRASDT ter sido arquivado, mas até ainda, não tiveram a coragem de dizer que, depois que o Amândio Brito SUBTRAIU (copiou sem autorização dos autores) as queixas-crime e as levou ao Naty, foram tomadas rapidamente providências, sob o comando do Naty, para ocultar as provas que lhes poderiam incriminar, antes das autoridades chegarem ali para investigação, tais como:

 

  • Foram recolhidas das mãos de todos os da CRASDT as confissões que haviam ainda sido publicadas apenas no seio da CRASDT e que continham conteúdos que os levariam a ser incriminados, e essas confissões foram queimadas;
  • Foram tirados dos portáteis muitas confissões do tipo, as quais ainda não haviam sido publicadas;
  • Muitas pen drives que tinham confissões foram bem escondidas pelo Naty.

 

Ainda no dia em que as judiciárias estiveram nas moradias da igreja para investigação, à tarde, o Naty me mandou entregar a um senhor chamado Manuel Gomes, conhecido na CRASDT por Nóia, algumas pen drives e confissões de alguns membros que os referidos policiais não conseguiram ver para levarem, para que o Nóia as guardasse em sua casa, até que terminasse o período de investigação à CRASDT e assim fiz, pelo que o Náia as levou e passado algum tempo, quando tudo cessou, as trouxe de volta;

 

Ainda é importantíssimo que saibam que o Amândio Brito, que anda a confessar muitas mentiras e barbaridades, até ainda não teve a coragem de confessar essa verdade (que SENDO AINDA JUIZ, SUBTRAIU (copiou sem autorização dos autores) o PROCESSO-CRIME CONTRA ALGUNS MEMBROS DA CRASDT E O TROUXE AO NATY), e que a partir daí foram tomadas rapidamente todas as providências para impedir que a CRASDT fosse incriminada.

 

Ainda a respeito do Jejum de 7 dias que o Naty me deu como castigo pelo pecado que cometi, na véspera da minha saída da CRASDT, noite de sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2017, em que eu estava a confrontar-lhe com as palavras e atitudes que ele tem aplicado, principalmente em relação às calúnias publicadas nas confissões e às vítimas dessas calúnias, as quais sustentam publicamente a descrença nele como profeta, apelando-lhe também a fazer séria reflexão e corrigir-se, o Naty, em vez de considerar as minhas palavras, ficou a escarnecer-se (troçar-se) de mim e me disse que ele tem contabilizado 18 votos que eu tinha feito na igreja e não tinha cumprido e que no momento certo, saindo eu da CRASDT, isso seria publicado, e eu logo lhe disse que não tinha problemas, mas para ele lembrar-se também de que ele me mandou mentir no tribunal, aliciando-me com versos Bíblicos, para poder livrar-se da cadeia. Logo ele se calou.

 

Da mesma forma, o Naty aliciou outros ex-membros da igreja (Maria da Moura e Silvino Mendes) a confirmarem em Tribunal que as orgias de facto ocorrerem na igreja e que eles tinham participado de tais actos, embora estes tenham lhe garantido afincadamente que nunca praticaram esses actos na igreja. No entanto, apesar da declaração feita por esses ex-membros, o Naty, insistiu que tinham participado nas orgias e que DEUS lhe tinha mostrado na mente esse acontecimento.

 

Com a minha saída, o Naty ficou preocupado porque sabe que eu sei muita coisa que pode incriminá-lo, então, por medo, se precipitou e tem actuado por detrás do Amândio Brito, usando publicações no facebook, com o objectivo de levar as pessoas a desacreditarem em mim e nas minhas denúncias. Eles já começaram a atacar-me por via do facebook e fiquem cientes para observar que vão reforçar os ataques à minha pessoa agora que comecei a desbocar em verdade, denunciando todas as maldades praticadas naquela igreja, sob o comando do Naty. As perseguições violentas que fizeram aos outros ex-membros que de lá saíram e denunciaram as suas práticas cruéis e as maldades do Naty, também farão comigo, e provavelmente em alta escala, sendo eu ainda, legalmente, esposa do Naty, e conhecedora e vítima de muitas das suas crueldades, desde violência física a psicológica e emocional.

 

É importante saberem que o Amândio Brito não tem qualquer legitimidade e bagagem para falar acerca do meu jejum porque na altura ele não estava presente na Praia, mas sim na Ilha do Fogo e nem sequer tinha assistido a tal reunião pelo telefone. Então como pode afirmar que toda a CRASDT sabe que eu é que disciplinei a mim mesma com o jejum de 7 dias, se na época ele não estava, e ele nem sabe da minha conversa com o Naty, que sendo astuto, aproveitou da minha simplicidade e me convenceu disso longe da vista da igreja para que não houvesse testemunhas. Apesar disso, o que me conforta é que o DEUS que vê tudo, com certeza viu isso, e como a Sua justiça não falha, na hora certa tudo será confirmado por ELE, porque DEUS jamais será enganado.

 

Toda a CRASDT de Renque Purga e de Ponta d’Água sabe perfeitamente que foi o Naty quem me deu o castigo de jejum por 7 dias, mas podem perfeitamente serem seduzidos pelo Naty, como eu fui, para não falarem a verdade porque estarão a combater a DEUS se assim fizerem, e que a vontade de DEUS é que mintam para defender a Sua Igreja, visto que o Naty usa a Bíblia de forma a Beneficiar a si mesmo e adora se fazer de vítima e colocar os outros como vilãos.

 

Ainda devem saber que, ao anunciar ao Naty que eu iria abandonar a CRASDT porque não aguentava mais tantas mentiras, e que as mentiras que eu tinha contado estavam a pesar a minha consciência e que eu iria desfazê-las, ele me disse que se eu saísse da CRASDT seriam publicadas todas as confissões que falavam contra mim para todo o mundo ver, mas que se eu não saísse não seriam publicadas para o mundo, mas apenas no seio da CRASDT, embora já haviam publicados algumas no facebook sem que eu desse conta.

 

Não percam o próximo volume, porque há muito mais e coisas mais terríveis a serem desvendadas.

 

Assino,

Délcia Nascimento

  1. maria da moura

    ami nta confirma nfoi instruido pa delicia mode qui nta fla na tibunal, e flam ma oras ki nbai la tribunal si npurguntado se nfaze orgia sexual pan ca fla ma nca faze mas pan fla ma como nu ta fazeba tcheu pecado contra igreja e contra Nate ma npode faze nca da conta. depos ki e flan si nflal ma kela stan claro ma nca faze,mas Delicia flam pan ca fla si ma pode stam sicundido na mente nton nflal sim mas mi ntinha serteza ma ncafaze. Depos Delicia flam pan bai pan fla nha marido, nflal sim. Depos Nate toma movel flam ma guentis dja ca toma nhas confisao ma si nbai fla ma ncafaze ma es cata seta, mas keli e medo ki e sata pom pamode kes confissao ki e sata fla catinha nadaver cu orgia sexual. ntom ntchiga nfla nha marido [Silvino] sima ninstruido.

  2. Ministro

    Que gente perturbada! As autoridades deviam fechar esse lugar ou então transforma-lo imediatamente num manicómio.

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2017: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.