Funcionário da Caixa Económica acusado do desvio de 1680 contos conhece hoje a sentença

13/04/2017 08:05 - Modificado em 13/04/2017 11:35

O “caixa” da Caixa Económica  agência do Monte Sossego, Nilton Luz,  conhece hoje, quinta-feira, o teor da sentença dos crimes abuso de confiança, burla qualificada e falsificação electrónica de que está acusado.

Durante a audiência de julgamento foi apurado que o arguido desviou 1680 contos da conta de Maria Madalena de 2012 a 2014.

Depois de assumir os crimes que lhe foram imputados, o ex- funcionário  da Caixa Económica de Monte Sossego mostrou-se arrependido e diz não ter agido de forma intencional, mas por pressão financeira e também para ajudar pessoas conhecidas que na altura estavam em “situação de aperto.”

Volvidos dois anos após o caso ter dado entrada no Tribunal da Comarca de São Vicente, Maria Madalena, principal vítima do arguido, poderá agora ver a justiça a ser feita. Só que ela não foi a única que viu o dinheiro a ser retirado da sua conta. Conforme a acusação Madalena foi burlada em Fevereiro de 2014 por Amilton da Luz, funcionário da Caixa Económica que se aproveitou da confiança da “amiga” e subtraiu paulatinamente o montante da conta da cliente.

corregido as 11 ,35 m

  1. wikileaks

    Senhores,
    Para que as noticias vinculadas sejam credíveis, passem a assistir os julgamentos ou então antes de posta-las, investiguem convenientemente os dados, para que a informação chegue aos vossos leitores de forma menos duvidosa possível .
    A começar, em momento algum na sua carreira o senhor Anilton Luz desempenhou as funções de Sub-Gerente na Caixa Económica de Cabo Verde muito menos terá assumido os crimes imputados, pois então, não faria sentido a contratação de um Advogado para o defender. Por acaso até assisti o dito julgamento e possivelmente a decisão da Sentença de hoje traduzirá toda a informação errada aqui vinculada.

  2. joão silva

    Ora,
    também presenciei o julgamento e apenas resultou que a própria lesada terá assumido a assinatura de parte dos documentos de levantamento e creio crer que o arguido terá assumido responsabilidades sobre a confiança existente entre ambos mostrando que efetivamente o terá subtraído um valor em contornos devidamente explicados e assumidos por ambos. Diga-se de passagem que pela descrição das funções do então Arguido, constata-se que nunca foi Sub-Gerente da Caixa Economica.
    Ressalva-se porem, a assunção de responsabilidades da Caixa Económica no tocante ao controlo interno que terá falhado neste caso pelo que parte do montante em causa já foi restituído ao cliente lesado. Mais não é que foi um julgamento muito emotivo e cordialmente assumido por todos os intervenientes. Pensamos que pelo arrependimento, promessa sob juramento de devolução da quantia em causa e pelo novo percurso profissional do Arguido, este vai ser premiado com uma sentença favorável e justa.

  3. Atento

    O Nilton mexeu em 1.600 continhos e foi parar a barra dos tribunais, como deverá acontecer numa sociedade onde a justiça realmente funciona (no nosso caso, só para os coitados). A triste verdade é que aqueles que de-lapidam sistematicamente o património do estado e o erário público, são protegidos pelo mesmo sistema e agraciados com uma bolsa de estudo para mestrado ou doutoramento no estrangeiro, ou com cargos de PCA e DG em empresas públicas ou de amigos “públicos”. Esta é a triste realidade do “nôs kabu verdi di speranza”. Não esquecer gastos do Embaixador em PT, caso Enacol, anel rodoviário do fogo, ajudas para Chã das Caldeiras, Navio Vicente, Novo Banco, etc, etc. Eh lá ki nos eh bom.

  4. Romina

    Opáaa quem é o arguido? é Nilton da Luz? ou Amilton da Luz? No teste do jornal tem esses dois nomes qual deles?

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