Reabertura do CCM com novo ideal de abraçar a cultura

22/03/2017 08:42 - Modificado em 22/03/2017 08:42
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De acordo com a nova direcção, encabeçada por António Tavares, o Centro Cultural do Mindelo, nesta sua “nova vida” entra com novo layout, numa perspectiva de o transformar num espaço de arte performativa, e ao mesmo tempo com capacidade criativa.

António Tavares, na reabertura do espaço, diz que propõe um espaço aberto a família. “Um convite directo às famílias e pensar nelas como um todo” refere. E pensar nas famílias como um todo tendo como tema, a cultura como necessidade, a pensar no crescimento das dinâmicas dos espaços culturais na ilha, ao mesmo tempo enquadrado numa nova política cultural.

“Com uma direcção artística e uma programação versadas para as Artes Performativas, visa alavancar e conectar o Centro e a ilha com o universo criativo, com o nível de qualidade que actualmente prolifera pelas cidades do mundo”, acrescenta.

Com este novo formato promete “apanhar” experiencias de vida e transformá-lo em matéria. “Este espaço vai usar o que existe, mas ira dá-lo um novo “gift” para frente”.

E também, continua, vai desafiar os criadores, ou seja, a ideia, conforme deixa saber é aproveitar a cultura que é realmente uma necessidade básica dos cabo-verdianos.

Ou seja, qualquer cidadão pode fazer parte do CCM, desde dar aulas a assistir palestras. “Ideia de troca de experiencias, e transformar a sala de espectáculos numa espécie de um pequeno auditório e, um pequeno estúdio para as crianças terem aulas, e encontros de formação”.

“Será ainda um importante centro onde as memórias e contemporaneidade se encontram”. António Tavares diz ainda que São Vicente pede e, por isso têm trabalhado para que este espaço possa vocacionar toda a sua capacidade e da ilha. E esta “lincado” nas restantes ilhas, assegura.

Esta capacidade que propõe advém do pensamento que “estamos a tentar espelhar, proveniente de toda uma observação feita junto daquilo que a ilha produz durante todo o ano”.

Garante que quer que o espaço, tenha a capacidade de propor como programação e aliar com os que são produzidos. “Ou seja, estamos fazer tricô de tudo aquilo que temos de bom em Cabo Verde”, conclui António Tavares.

Foto: FB António Tavares

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