Salamansa: Escola do E.B.I recebe doações

16/03/2017 07:39 - Modificado em 16/03/2017 07:39
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A Escola do E.B.I da zona de Salamansa, em São Vicente, tem vindo a receber doações por parte de um emigrante nos E.U.A. Esta segunda-feira, a Escola recebeu cadeiras novas, mesas. Só ficou a faltar o armário.

De acordo com a Gestora do Pólo Educativo de Salamansa, Leonilda Fernandes, esta iniciativa partiu de um emigrante dos E.U.A., natural da ilha da Brava que quer fixar a sua residência na Baía das Gatas, São Vicente.

“Através de um encarregado de educação que não tem qualquer laço de parentesco com o emigrante, Sr. Quintinho, chegou à Escola manifestando interesse em nos ajudar, isto porque, a escola recebe crianças da Baía”.

Realça ainda que “esta é a segunda sala de aulas onde ele colocou mesas e cadeiras, pois, na primeira sala recebeu 15 mesas e 30 cadeiras e esta segunda 10 mesas e 20 cadeiras e aguardamos um armário”.

 Em relação a essas doações, Leonilda Fernandes afirma que estão gratos, uma vez, que vêm ao encontro de um dos seus objectivos que é o de criar um ambiente agradável, facilitando a aprendizagem e a permanência das crianças na escola e, considera que, “esse apoio é de extrema importância, dá mais prazer às crianças e aos professores de trabalharem numa sala assim”, disse.

Conforme nos adiantou ainda Leonilda Fernandes, um dos outros objectivos é o de transformar essa escola numa Escola Promotora da Saúde.

“Temos muitas crianças com problemas dentários, como cáries e temos tido apoio da Delegacia de Saúde que tem atendido muitas crianças neste sentido, também já se mostraram disponíveis para ajudar noutras patologias”, explica.

Por outro lado, Leonilda Fernandes diz que a escola tem vindo a receber outros apoios e que é uma mais valia tanto para a escola como para a comunidade no geral.

“Para além dos apoios do cantor, Grace Évora, que apadrinhou a escola, temos ainda alguns outros parceiros que fazemos de tudo para acarinhar, mostrar-lhes o quanto o apoio deles é uma mais valia para a comunidade no geral”, considera Leonilda Fernandes.

Por último, a Gestora ressalta que a escola tem professores motivados o que lhe permite de fazer uma gestão democrática e participativa da mesma.

“A escola tem  professores motivados, pagamos o nosso transporte para ir trabalhar, o que não deveria ser, muitos desses professores, por vontade própria, vão trabalhar com as crianças nos sábados permitindo-me desse modo a fazer uma gestão democrática e participativa”, afirma Leonilda Fernandes.

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