Emiliano quer tornar Cabo Verde num destino turístico para praticantes de parapente

15/03/2017 07:43 - Modificado em 15/03/2017 07:43
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Emiliano Carvalho, 27 anos de idade, português, é instrutor da modalidade Parapente e Asa Delta e diz que tudo começou como um “hobby” que, posteriormente, se tornou numa paixão.

Emiliano Carvalho afirma que tudo começou em 2013, quando procurava algo para se divertir após se ter formado em Física e dando aulas na Universidade de Lisboa, fazendo investigação científica.

“Formei-me em Física e trabalhei dando aulas na Universidade de Lisboa e fazendo investigação científica. Contudo, em 2013 comecei à procura de “hobbies” e lembrei-me que, quando era criança, tinha visto um Asa Delta a voar e tinha ficado maravilhado e decidi aprender”, adiantou.

Acrescenta ainda que “demorei mais de meio ano a convencer a única Escola Portuguesa de Asa Delta a aceitar dar-me aulas, pois estava encerrada e reabriu nessa altura e, desde o início, o hobby transformou-se numa paixão e começou a ocupar cada vez mais tempo do meu dia, até se transformar na minha profissão”.

Com a sua evolução nesta modalidade, Emiliano Carvalho, após ter conseguido atingir o nível mais elevado de “Piloto Bilugar”, capaz de levar outras pessoas ou clientes a voar, começou a trabalhar na escola Suíça/Inglesa “VerbierSummits”, no Verão.

De momento, Emiliano Carvalho está a preparar-se para a criação da primeira escola e empresa de voo livre, Parapente e Asa Delta, em Cabo Verde, com o objectivo de “tornar Cabo Verde num destino turístico para os praticantes desta modalidade, oferecendo serviços de guia de voo e disponibilizando ainda a oportunidade a toda a gente, tanto aos cabo-verdianos como aos turistas, de verem Cabo Verde com outros olhos, de serem autênticos exploradores e de experimentarem a sensação de voar”.

O instrutor diz não estar à procura de financiamentos mas sim de patrocinadores para algumas das actividades: “estou activamente à procura de patrocinadores para algumas das actividades que tenho planeadas, à semelhança do voo de Natal e estou também aberto a novas ideias de qualquer patrocinador interessado”, afirma.

Em relação aos custos, Emiliano Carvalho realça que “vou-me focar nos custos para quem quer fazer disto uma actividade de lazer e, sendo assim, o Curso de Pilotagem de Parapente ronda os 120 mil escudos, isto porque, o material completo de parapente novo ronda entre os 400 mil e os 500 mil escudos e em 2ª mão, com o material em boas condições, o valor desce para cerca de metade”, disse.

Para os que queiram só experimentar a sensação de voar uma única vez numa asa comandada por um piloto onde o cliente é o passageiro, o valor ronda os 15 mil escudos, pois ele considera que “é muito fácil apaixonar-se por isto e questiona-se: Quem nunca sonhou voar livremente como um pássaro? Não num avião, com motor, dentro de 4 paredes, mas como um pássaro sozinho, com as ‘suas’ asas e o ar apenas, ouvindo o vento”, explica.

Para mais informações sobre a empresa e as modalidades de voo livre “Parapente e Asa Delta” em Cabo Verde, Emiliano Carvalho fornece o seguinte link:

https://www.facebook.com/parapentecaboverde 

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