Greve da SILMAC: Trabalhadores da ilha do Sal prometem voltar à carga caso não houver ajustes salariais

23/02/2017 08:21 - Modificado em 23/02/2017 08:21
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Se a greve de dois dias não surtir o efeito pretendido, os trabalhadores da SILMAC, na ilha do Sal, prometem continuar a exigir os seus direitos com outras formas de luta. A greve iniciou na manhã desta quarta-feira e decorre até esta quinta-feira, 23. Em causa estão várias revindicações entre as quais os ajustes salariais.

Há mais de sete anos que os trabalhadores da SILMAC, Sociedade de Segurança Industrial, Marítima e Comercial, na ilha do Sal não recebem um aumento salarial. Mário Correia, Presidente da SICOTUR, Sindicato da Indústria, Comércio e Turismo diz que a discussão com a empresa surgiu na tentativa de uma actualização salarial para o ano de 2017, uma vez que os salários são baixos. Refere que trabalhadores com cerca de oito anos de serviço auferem um salário base de 17 mil escudos.

Para além de vários outros problemas, Correia diz priorizar a revisão da grelha salarial. O sindicalista acredita que já é tempo de proceder à actualização salarial para as empresas de segurança. “A empresa não cumpriu com o compromisso assumido de apresentar uma proposta convincente”.

Correia assegura que “tem que haver melhorias agora em 2017 e uma boa melhoria em 2018 onde se vai exigir um salário mínimo líquido de 25 mil escudos”. Os trabalhadores acreditam tratar-se de uma actualização justa, uma vez que o trabalho tem sido desempenhado com qualidade e que a empresa tem gerando lucros significativos”.

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