Só mas um solin, Luís ?

26/09/2012 01:35 - Modificado em 26/09/2012 01:35

Apesar do Governo não ter decretado feriado nacional quando morreste, dizem os meus amigos radicais que se tivesses nascido na Assomada seria diferente; apesar de a CMSV insistir em não te homenagear; apesar da Zau ter dado a uma praça da cidade o nome de um Luís qualquer de Portugal; apesar de não haver uma rua com o teu nome no Mindelo que tanto amaste, apesar de não haver um busto teu na ilha onde nasceste, nós não te esquecemos, no sopro do teu clarinete, que por estes dias, invadem as nossas vidas, na saudade, no aperto no coração, sempre que ouvimos BOAS FESTAS. Mas, também na alegria do teu sorriso eterno, nos milhares de abraços apertados ao som do teu clarinete.

Ah!Da crioula linda no peito ,ao som de um bolero ou de uma cumbia. Não te esqueceremos, nunca… So mas um solin, Luis?

 

Eduino Santos

  1. Kriol antente

    Um dia vamos todos homenagear a equipa da Câmara Municipal SV, encabeçada pelo seu Vereador da Cultura Humberto Lélis por ser a unica que conseguiu passar despercebido ou de nada saber em relação a nossa cultura. São Vicente merece mais e melhor. Mas Luis Morais e tantos outros não precisam destes incompetentes para serem lembrados, o nosso povo é grato em relação as obras de Ti LIs e outros artistas.

    Agora esse Lélis é uma praga, mas como diz o velho ditado “praga de burro não vai ao céu”

  2. Luiz Silva

    As minhas felicitações ao Eduino Santos e ao Notícias do Norte por esta intervenção oportuna in memorium do Luis Morais, que com a sua melodia e o seu sorriso nos acompanha na luta diária nesta navegação exilar. Uma estátua frente ao Ponte d’Água, uma grande rua na Cidade do Mindelo e uma escola com o seu nome no Monte Sossego onde nasceu ele merece. Já é tempo de revisitarmos a nossa história e dar o nome dos nossos herois às ruas de Mindelo pois temos ruas com nomes de quem ninguém conhece.

  3. Silvina

    Esse CMSV bem como esse governo de CV (marcadamente bairrista), são uma miseria!”!!

  4. Eduardo Oliveira

    ‘A quoi bon ? Não vale a pena insistir. Ê mais que sabido que não se pode contar com este Governo para nada que se relaciona com as outras ilhas, nomeadamente a S. Vicente. Luis nasceu em S.Vicente e compunha mornas e coladeiras principalmente e teria algum eco na ilha da capital se tivesse nascido algures em Santiago e se se dedicasse exclusivamente a tchabetas e funanàs mas não, a melodia principal que executava e compunha era a sentimental morna.

    O que se publicou neste jornal e o que se fez no Hotel Porto Grande é um dever nosso porque se não fizermos nada para nôs estamos mais que feitos. – Obrigado Equino, Obrigado Hernâni, Obrigado a todos os que de uma forma ou outra foram participaram para abrilhantar a homenagem.

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