Cozinheiras das cantinas escolares aguardam pela subida salarial correspondente ao salário mínimo nacional

27/01/2017 08:10 - Modificado em 27/01/2017 08:10
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No ano passado as cozinheiras das cantinas escolares, após muitas reivindicações sobre o vencimento de seis mil escudos ,  conseguiram que o governo tenha decido lhes atribuir  o salário mínimo nacional de 11 mil escudos. Só que  até agora a decisão  não foi cumprida.

 

A decisão da aplicação do salário mínimo às cozinheira vem na sequência da sentença proferida pelo Tribunal do Fogo que condenou a Ficase a pagar o salário mínimo nacional de 11 mil escudos às cozinheiras com o retroactivo de 2014 e a Inscrição no Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), assegurou o secretário permanente do Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio, Agricultura e Pesca (SISCAP), Joaquim Tavares.

Conforme adiantou-nos duas cozinheiras das cantinas escolares, em diferentes pólos. Essas dizem que ainda recebem um salário de 8 mil escudos por mês e que até então aguardam pela subida salarial correspondente ao salário mínimo nacional de 11 mil escudos.

“Como nos tinham dito, a partir desde ano passaríamos a receber 11 mil escudos correspondente ao salário mínimo nacional, mas no entanto até agora nada”, afirma a cozinheira Domingas.

Por outro lado, Margarida Almeida diz que reconhece a subida salarial mas que no entanto ela não sabe se vai haver mesmo essa tal subida salarial, visto que, até agora tudo continua na mesma.

No entanto no mês de Agosto do ano passado, o Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio, Agricultura e Pesca (SISCAP) propôs à Ministra da Educação uma remuneração das cozinheiras da FICASE com o salário mínimo que se pratica na Função Pública que é de 15.000$00. Isto porque as cozinheiras tinham um salário convertido em bens alimentares e que foi progredindo para valores em dinheiro de 6 mil escudos.

Tentámos contactar o Delegado do Ministério da Educação , em São Vicente, no Mindelo, mas até ao fecho desta notícia não foi possível.

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