Dia de São Vicente: todos são chamados a participar no progresso da ilha

23/01/2017 08:31 - Modificado em 23/01/2017 08:31

São Vicente comemorou 555 anos de seu descobrimento, e o Palácio do Povo recebeu o ato central das comemorações da data, com a realização de uma sessão solene, como já é costume. O Presidente da Republica presidiu o ato, que contou com a presença de presidente de câmara do Paul, Ribeira Grande e da ilha do Sal, além de personalidades e individualidades da ilha.

A sessão solene foi um momento, como sublinhou o Presidente da CMSV, Augusto Neves, “um momento de reflexão do que foi de bom, de menos bom e de mau”, e assim, vislumbrar os caminhos futuros que a ilha precisa seguir, no sentido de garantir melhor qualidade de vida a população. E homenagem do presidente foi para todos aqueles que tem participado na construção da ilha. E uma palavra pessoal para a população que sofre na pele os desafios que a ilha tem procurado vencer. E demonstra confiança no “entusiasmo, espírito de luta, e confiança no futuro do conselho de São Vicente”.

E ainda Neves acrescenta que a ilha quer ser um exemplo de excelência, uma referência nacional e internacional, e uma referência de participação cívica da população nos destinos da ilha. Não esconde as dificuldades com que a ilha tem passado, principalmente na vertente financeira, mas mostra confiança que o conselho será capaz de passar por esta fase. “O desenvolvimento da ilha precisa de todos vocês”, como finalizou e centrou o seu discurso, que todos têm parte no desenvolvimento e sustentabilidade da ilha.

A necessidade da Regionalização

Com uma retrospectiva histórica do percurso da ilha desde o seu achamento até os dias atuais, Fernanda Vieira, presidente da Assembleia Municipal, tornou a apertar a tecla da regionalização como forma de a ilha e o país aproveitar todas as suas potencialidades. Como defendeu no seu discurso as câmaras não são verdadeiramente agentes de politica local, mas que o Governo que dita os paramentos. E, ainda que o argumento dos elevados custos para a regionalização foram desfeitos nas palestras organizadas pela edilidade sobre o tema.

“Cabo verde não terá outras saídas para o progresso que não seja a regionalização”, como defendeu. E acrescenta que já tem condições para fazer o sonho voltar realidade. “Não é um capricho ou vaidade, mas sim um desígnio nacional”. E a questão é conseguir um modelo que responde aos anseios das ilhas.

2017 início dos anos de luta e desafio

Por seu lado o Presidente da Republica focou na questão de cooperação institucional na melhoria das condições de vida e do bem-estar das pessoas. “Terminou a pouco, o ano de 2016, que foi o ano de todas as eleições e de iniciar o de 2017, que é o primeiro de quatro anos de todas as lutas, de todas as batalhas, de todos os desafios. Entendo que é chegada a hora de canalizarmos todas as nossas energias para edificação sustentável do bem-estar das pessoas”.

Jorge Carlos Fonseca demonstra consciente que a ilha de São Vicente tem atravessado momentos difíceis e complexo. Mas, que a ilha continua a fazer face a “situação de aflição em decorrência, especialmente, do elevado nível de desemprego que exigem intervenções imediatas.

“Ninguém duvida do papel da importância de São Vicente na resolução da matriz do desenvolvimento do nosso país”, e neste sentido pede medidas que ajuda a criar as condições para que a ilha cumpre o seu destino. E para conseguir este objetivo fala da questão da cooperação institucional entre o poder central e municipal

“A cooperação é indispensável para a satisfação cabal das aspirações natural de São Vicente, pelo que é também importante que os eleitos locais e do governo sejam capazes ultrapassar as diferenças e tenham um diálogo construtivo”, como alertou.

No final do discurso o Jorge Carlos Fonseca mostrou-se preocupado com o “divórcio entre os jovens e a leitura”. Em tom de celebração anuncia a doação de vários títulos do acervo da Presidência da Republica a Biblioteca Municipal.

  1. LIBERDADE/DOMOCRACIA

    VALERA A PENA FALAR EM LIBERDADE E DEMOCRACIA SE EM TAL SITUAÇÃO A OPOSIÇÃO NÃO TEM VOZ

  2. f.h.m.

    El k sabe tapa broc na nos strada e el ta fala regionalizaçon – quer dizer mais vencimentos pa politicos. Sr Presidente nos strada é vergonha ! nos rua é so broc !

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.