Atriz de “As 50 Sombras de Grey” defende nudez e cenas eróticas

17/01/2017 08:52 - Modificado em 17/01/2017 08:52
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Dakota Johnson defende que a nudez que domina grande parte de “As 50 Sombras de Grey” e “As 50 Sombras Mais Negras” é necessária para contar a história.

A protagonista de “As 50 Sombras de Grey” prepara-se para regressar às salas de cinema em todo o mundo com “As 50 Sombras Mais Negras”, sequela do “blockbuster” de 2015 realizado por James Foley. O filme estreia-se em Portugal a 9 de fevereiro e, tal como o seu antecessor, mostra Dakota Johnson despida de pudores para interpretar, ao lado de Jamie Dornan, algumas – muitas – cenas de sexo.

Em entrevista à imprensa norte-americana, a intérprete de 27 anos defende que a nudez que domina grande parte dos filmes é necessária para que a história seja contada com todo o realismo. “Não quero ver uma pessoa com roupa interior quando faz cenas de sexo. Vamos ser sinceros: na vida real, as pessoas ficam nuas quando o fazem”, argumentou.

A atriz norte-americana confessa não ter qualquer problema em mostrar publicamente o seu corpo. E afiança que, tal como a sua personagem, Anastasia Steele, aprendeu a explorar da melhor forma a sua sexualidade. “Sou fascinada por jovens mulheres que chegam a um acordo com a sua sexualidade. Acho que eu própria também tenho experimentado isso”, disse.

“Se vou parar de fazer cenas de nudez quando o meu peito começar a cair? Não sei. Talvez eu tenha uma mentalidade mais europeia sobre essas coisas”, acrescentou Johnson.

Para manter a boa forma física – até porque “queria ter boa aparência quando surgisse nua” – a artista faz uma dieta livre de hidratos de carbono e privilegia a fruta e os sumos durante as filmagens.

A completar, a prática de exercício físico, principalmente Pilates. “Agora entendo perfeitamente porque é que as pessoas fazem exercício. Sabe maravilhosamente bem”, frisou.

Ainda sobre as cenas eróticas que interpreta, a atriz elogiou o colega e esclareceu que o romance que vivem no cinema não encontrou paralelo fora dele. “O Jamie (Dornan) e eu trabalhamos incrivelmente perto durante muito tempo. Não houve inibições, e foi algo muito honesto, feito com muita confiança. Mas quero dizer que foi uma sorte! E se ele tivesse sido um completo idiota?”.

Depois de esta trilogia baseada nos livros da escritora britânica E.L. James estar completa – o último filme, “Fifty Shades Freed”, está em fase de pós produção e chega aos cinemas em 2018 -, tanto Johnson como Dornan querem dedicar-se a outro género de filmes. O objetivo, explicaram ambos, é mostrarem, com menos nudez e menos sexo, o seu potencial artístico.

jn.pt

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