2017: vida e saúde, emprego e segurança

29/12/2016 08:22 - Modificado em 29/12/2016 08:22
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O ano já está no fim e, como sempre, é o momento de rever as metas feitas no início do ano, e talvez, ajustar os objectivos para o novo ano. O novo ano significa um novo começo com a esperança de que o que foi de mau possa ficar para trás, e que o novo ano possa trazer melhores oportunidades e desafios. Para 2017 os mindelenses esperam que os problemas sejam resolvidos, em prol de uma ilha mais desenvolvida e em melhores condições para receber quem visita a ilha.

A diminuição da taxa de desemprego e o clima de segurança estão no topo da lista. Ou seja, velhos votos para o novo ano, na esperança que as coisas possam melhorar para a ilha. Mas, além destes pedidos, já muito pedidos, existem outros que os entrevistados esperam ver realizados na ilha.

“Com certeza todos querem que a ilha possa estar melhor e a criação de empregos ainda é o único problema”, comenta Cláudia Dias. Na mesma linha de pensamento, Soraia Monteiro diz também que o trabalho é o primeiro desejo e aliada a este está a questão da segurança.

O emprego é o primeiro desejo devido às dificuldades que as pessoas da ilha têm passado. E depois, com as notícias vindas da situação da Frescomar, o desejo fica mais forte, “esperando que as autoridades possam criar condições para que possa haver mais empregos na ilha”, sublinha Davi Silva. Isto porque, como acrescenta, “basta que alguém tenha meios de sustentação que não há felicidade maior”. Na sua perspectiva, todos os desejos resumem-se ao facto das pessoas quererem estar a viver de forma confortável sem as preocupações que advêm da falta de emprego.

A insegurança também já é um tema muito debatido. Rossini Andrade em resposta ao que espera para a ilha no próximo ano, além da questão do emprego, espera a diminuição dos índices de violência. Danísia Delgado também acredita que a insegurança cria vários problemas que não queremos que se perpetuem na ilha.

Para uma ilha cultural como a de São Vicente, Rossini pede também mais incentivos para a cultura. Pede ainda mais apoio por parte das autoridades. O pedido de Carlos Delgado, para além de mais incentivos para a cultura, é que os políticos possam mesmo trabalhar para a ilha. E diz isso porque se tem ouvido muito e não tem acontecido nada na ilha. A situação da Frescomar que foi noticiada leva-o a afirmar que tem de haver um compromisso sério das autoridades para com a ilha de modo a mudar o rumo das coisas.

Estes foram os pedidos mas muitos já se contentam com um “basta tiver saúde”, já seria suficiente para levar o próximo ano nas calmas.

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