Ribeira Funda: Lúcia Veríssimo pede ajuda para a sua habitação que está prestes a desabar

27/12/2016 07:05 - Modificado em 27/12/2016 08:14
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Lúcia Forte Veríssimo, 55 anos de idade, residente em Chã de Alecrim, Ribeira Funda, há mais de seis anos sofre de dores nas pernas e a sua habitação está prestes a desabar.

Lúcia viveu na Cidade da Praia por um longo período de tempo. Foi trabalhar na Praia, onde acabou por montar um salão de beleza. Embora vivendo em casa alugada, ela conseguia arcar com as suas responsabilidades. Contudo, a sua história de vida mudou completamente quando começou a sentir dores nas pernas e já não conseguindo trabalhar, teve de regressar para São Vicente com a ajuda da irmã.

De momento, Lúcia Veríssimo está a passar por muitas dificuldades. Uma dessas dificuldades é o facto da sua casa estar prestes a desabar. Entretanto, ela disse ter pedido ajuda à Câmara Municipal de São Vicente e até hoje sem sucesso.

“A minha casa está a cair aos poucos. Até coloquei tecido em todos os tectos, pois tudo está a desabar aos poucos e quando chove é como se estivesse a chover aqui dentro. Tenho dois filhos e ambos estão desempregados. Um deles vive comigo mas não consegue trabalhar devido a um acidente no trabalho e o outro também se encontra desempregado”. Entretanto, Lúcia não consegue trabalhar porque sofre de dores nas pernas da cintura para baixo e disse ter feito várias consultas e exames e não constar nada.

Por outro lado, hoje para se alimentar, Lúcia Veríssimo depende da ajuda da irmã que a ajuda como pode.

“As minhas dificuldades do dia-a-dia são muitas, no entanto, graças à minha irmã não passamos necessidades, pois ela ajuda-nos como pode”, refere.

Em relação à sua saúde, ela alega ter feito muitas consultas e até agora tudo continua na mesma e que a última vez que foi para a consulta, o seu médico passou uma T.A.C. mas que ainda não a fez por falta de condições financeiras.

“Já realizei vários exames médicos mas nada consta, portanto, o meu médico passou-me uma T.A.C. para saber onde estará a origem dessa dor nas pernas que me dificulta muito a caminhar”. Acrescenta ainda que não pôde realizar a T.A.C. porque “as minhas condições financeiras não me permitem fazê-lo”.

De acordo com a sua irmã Júlia, a Lúcia depende só da sua ajuda e afirma que a sua irmã não tem ajuda de mais ninguém e que ela faz o que pode para ajudar a irmã.

“Só eu é que ajudo a minha irmã, pois o seu filho também não consegue trabalhar porque é doente da coluna. Ajudo a minha irmã com as refeições e gostaria que ajudassem a minha irmã porque ela não tem condições para trabalhar e a sua casa está quase a desabar”, afirma Júlia.

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