Santo Antão: Famílias ribeira-grandenses preparam o Natal com expectativa

22/12/2016 08:21 - Modificado em 22/12/2016 08:21
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O Natal já está às portas e quando faltam apenas dois dias para a ceia, as famílias já se preparam com muito entusiasmo e expectativa para não faltar nada à mesa.

Se a noite de Natal é importante para reunir a família, há que fazer um esforço financeiro extra para que não falte nada. O NN soube junto de algumas famílias tanto das zonas urbanas como do interior como será celebrado o Natal e os cenários serão diferentes nalguns aspectos.

De acordo com algumas pessoas das zonas urbanas abordadas pelo NN, o Natal é sempre custoso pelo facto de todos os produtos consumidos terem um custo económico por detrás. Com a chegada da época festiva, lamentam o facto que os produtos ficam mais caros, o que dificulta ainda mais, principalmente para as famílias mais necessitadas. Mas como sendo o Natal um dia diferente, querem fazer de tudo para que o dia seja especial. Há quem aposte em reunir todos os familiares numa mesma mesa para dividirem os custos e, assim, sentir-se menos o peso do esforço financeiro.

Já no interior, ou seja, nas zonas rurais o cenário poderá ser um pouco diferente onde muitas das famílias vão apostar numa tradição já mais popular e, vêem nos produtos agrícolas (mandioca, batata, alface, couve, tomate, repolho, cenoura, feijão, etc…), produzidos nas suas localidades uma forma de gastarem menos. Mas há muitas famílias que irão optar por um jantar mais custoso. Apesar dessas poupanças, os gastos vão acontecer com bebidas, entre outros produtos (galinha, peru, peixe, etc…). Mas o foco para todos está centrado em fazer no dia uma coisa diferente, mas sem esquecer o próximo dia, devido às dificuldades económicas.

Na globalidade, as famílias abordadas esperam que seja um Natal inesquecível apesar da crise que está a afectar o País. Sobre a questão das prendas, essa já será mais complicada porque, como afirmam, já há pouco dinheiro para as comemorações e, oferecer prendas será mais complicado e que as crianças terão de se contentar com o mínimo, ou seja, prendas mais baratas.

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