UCID em relação a CMSV: o tempo de tomada de pose (dois meses) não é desculpa

20/12/2016 08:19 - Modificado em 20/12/2016 08:19
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Para a UCID, no diz respeito a estado de abandono da ilha, demonstrado na ultima semana, afirma, através do seu vice-presidente, João Luís, que “não se pode atirar a ilha de São Vicente ao abandono da forma como está, para depois vir a Vereadora da Câmara, eleita desde de 2012, dizer que a Câmara só tomou posse há dois meses”.

E para a UCID o presidente não pode desculpar “o seu desleixo com a tomada de posse da CMSV, visto que está a frente da CMSV há mais de seis anos”.

A UCID insurge sobre alguns factos e diz que a edilidade não poder deixar a população a conviver com o lixo e depois vir desculpar. E fornece como exemplo a zona de Pedra Rolada onde “as pessoas estão impedidas o acesso as suas casas, com a colocação do lixo a frente das garagens da CMSV”. Outra situação que fornece é a da bombagem de Lazareto que já podia estar resolvida há muito tempo, e não tem nada a ver com a tomada de posse da CMSV, como sublinha Luís.

“A desculpa encontrada pelo Presidente da CMSV sobre a tomada de posse há dois meses, “é conversa para boi dormir”.

A outra situação que a UCID volta a carga é a questão da mobilidade interna da edilidade, onde o partido acusa a edilidade de perseguição politica sobre membros do partido que fizeram parte da lista da UCID nas autárquicas. “A mobilidade dentro de qualquer instituição é benvinda, é salutar desde que não ponha em causa os direitos dos cidadãos e cumpra a lei”. E coloca em questão a mobilidade afirmando que se o despacho era para motivar o efeito tem sido ao contrário. “Os trabalhadores têm receio de falar por causa do medo do presidente”.

E para Luís estas situações deixam marcas nos trabalhadores podendo levar a problemas como depressão, e desmotivando os trabalhadores quando o objetivo deveria ser o contrário. E esta situação para o vice-presidente da UCID demostra que “a CMSV não consegue lidar com os seus processos internos”. Isto, porque, como avança Jorge Luís, não entender que um trabalhador que tenha problemas internos e o problema é resolvido por motivos políticos.

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