CMSV reage as acusações da UCID : “Ninguém será descriminado nem perseguido”

16/12/2016 16:39 - Modificado em 16/12/2016 16:39
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lidia_limaA CMSV convocou a imprensa para “esclarecer alguns factos que foram veiculados na comunicação”, por parte da UCID, “que dizem respeito à gestão e mobilidade do pessoal interno”. A Vereadora Lídia Lima começa por afirmar que “a CMSV sempre se  pautou por uma boa integração dos funcionários e todos os seus  trabalhadores d”.

A acusação da UCID ia no sentido  que há  perseguição política de pessoas que participaram na lista do partido nas últimas autárquicas. E nos casos mencionados pela UCID Lídia Lima afiam que “o funcionário transferido para a ETAR foi transferido para esse serviço no sentido de reforçar os trabalhos administrativos do projeto da ETAR municipal. Todos os serviços da CMSV são importantes e precisam de recursos humanos”. E ainda em ralação ao funcionário diz que tem tido graves problemas internos, que “não seria de bom-tom tratar na comunicação social.”

Sobre a outra situação relatada pela UCID diz que “este iniciou os serviços nos espaços verdes, com contrato de prestação de serviço, em 2002, e em 2012 foi transferido para o cemitério nacional como responsável adjunto”. E acrescenta que durante este tempo continuou os seus estudos em gestão de empresa. “Mas, este não sendo do quadro da CMSV, só pode ter outro enquadramento profissional, no dia em que a CMSV abrir um concurso para recrutamento de pessoal na sua área de formação e caso houver necessidade”.

Lida sublinha que a edilidade quer imprimir uma nova dinâmica nos serviços desta edilidade, aproveitando melhor os recursos humanos existentes e rentabilizando melhor os serviços.

“Pedimos a todos os atores políticos alguma serenidade e que aguardem um pouco para analisarem os resultados, pois estamos ainda a menos de três anos  desse novo mandato. E por outro lado consideramos que existem alguns outros assuntos que não devem ser politizados”, como afirma. E acrescenta que a edilidade fará tudo para manter os funcionários motivados. “Ninguém será descriminado nem perseguido, pois nem o presidente nem os vereadores conseguirão assumir os desafios desta câmara sozinhos”, como conclui.

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