Primeiro-ministro quer que Cabo Verde seja incluído dentro das fronteiras do espaço europeu

14/12/2016 08:04 - Modificado em 14/12/2016 08:04

eu_mapa-uniao-europaO Primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, defende a extensão das fronteiras do Espaço Schengen para Cabo Verde. Correia e Silva espera que o país seja incluído dentro das fronteiras do espaço europeu.

Em entrevista a RCV Ulisses Correia e Silva afirmou que o país quer “aprimorar a parceira para da mobilidade para um projeto muito arrojado, que lançamos na última visita a Bruxelas no encontro como presidente da comissão europeia sobre a possibilidade de ter uma extensão do Espaço Schengen em Cabo Verde”.

E esclarece que seria numa fase de sentido unilateral com supressão de vistos para cidadãos da União Europeia. O requisito deste projeto seria a securização das fronteiras, onde o Primeiro-ministro espera ter as mesmas tecnologias de segurança dos aeroportos da União Europeia.

Estas declarações foram feitas na conferência sobre a Parceria Especial CV/UE, realizada na sede da UCCLA.

  1. Augusto Galina

    A ideia seria de aplaudir se o sr. PM tivesse antes limpado a soleira da porta. Desde hà algum tempo para cà os Cabo-verdianos passaram a ter uma péssima reputação no estrangeiro. Em Franca até fazem medo aos àrabes que não são meninos de côro.
    A mens que UCS queira esvasiar as prisões e mandar os presos para fora de Cabo Verde.

  2. Augusto Galina

    Por onde andam os comentàrios? Este jornal é para uns ou para todos?
    Sr. Director, queremos noticias e também os comentàrios para debates.

  3. Emanuel Silva

    Mas quem vai acreditar nessa tirada? Só quem não estiver bom da cabeça. A não ser que seja sòmente para enganar os caboverdianos que um dia poderão vir a ser europeus, pois o PM diz que numa primeira fase será válido sòmente para os europeus entrarem livremente em Cabo Verde. Valha-nos Deus! Estaremos entregues à bicharada e f… e mal pagos. As autoridades europeias não estão a poder combater e dominar a banditagem que circula nos seus países e agora somos nós que os vamos domar? Estamos aflitos sem saber o que fazer com meia dúzia de delinquentes e agora queremos tomar conta da banditagem internacional. É muita arrogância nossa.

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