Cabo Verde não assumirá protagonismo, mas não reconhece golpes de estado

19/09/2012 01:02 - Modificado em 19/09/2012 01:02

Questionado sobre o problema que se vive na Guine Bissau e o papel que o país poderá assumir, o Primeiro-ministro, José Maria Neves respondeu que Cabo Verde não reconhece “de maneria nenhuma o governo de transição” e não legitima golpes de estado.

 

Segundo José Maria Neves Cabo Verde vai continuar a desempenhar o seu papel enquanto membro da CEDEAO e da CPLP “para facilitar entre as partes e quer apenas “contribuir para que haja diálogo e encontro de posições” entre a União Africana, CEDEAO, CPLP e as Nações Unidas de forma a encontrar uma saída, já que para os primeiros prejudicados são os cidadãos guineenses.

Desta forma apesar da história entre os dois países ,o Primeiro-ministro não se assume como protagonista na resolução do impasse. O tema será levado para a próxima reunião das Nações Unidas e espera encontrar uma solução coordenada com a União Africana.

  1. Hermano

    O sr. JMN tem de reconhecer aquilo que o povo da Guiné decidir e não aquilo que os camaradas do PAIGC/CV quer. A maioria do povo e a CDEAO já viram que o golpe foi um mal menor para acabar com o abuso de poder que reinava na Guiné-Bissau. Um governo de transição para uma nova largada na Guiné-Bissau e uma tomada de consciência de todos os políticos no sentido de haver uma democracia de verdade virada para a tranquilidade e bem estar do povo guiniense é o melhor caminho a seguir.

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