Caça de tartarugas tem aumentado na ilha do Sal

14/10/2016 08:01 - Modificado em 14/10/2016 08:01
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tartarugaO Director da Autoridade Turística, Gil Évora, diz que é preciso o engajamento dos sectores público e privado de forma a colmatar o problema, realçando que durante a campanha, na ilha do Sal, verificou-se o abate de duzentas e seis tartarugas (206).

 

Realça, no entanto, que está a ser montado até finais deste ano um plano operacional que será implementado em 2017.

“O plano será montado daqui até ao final do ano, no sentido de vermos também onde vamos buscar os meios. Neste momento, sabemos quais as necessidades quer das Forças Armadas quer da Polícia em termos de patrulhamento da zona e isso já nos dá uma margem de manobra para podermos chegar facilmente às instituições que deverão participar no financiamento deste plano”.

Porque, no seu entender, é necessário que todos os interessados contribuam na diminuição da caça às tartarugas.

Outro aspecto importante é a visita de turista aos locais de desova que, segundo números apresentados, rende mais de 500 mil euros por ano. Diz que estes são números astronómicos.

Apesar de não ter antes noção dos números, é algo de bom porque isso pode constituir uma fonte de receitas para poder participar nos custos, pelo que poderemos ter uma fonte de receitas para poder participar nos custos com o patrulhamento. “Tudo isso requerer meios. Se tivermos este montante, poderemos tirar uma pequena parte para colmatar as necessidades que a polícia e os militares têm”.

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