Venda de produtos alimentares a frente das escolas: o que não mata engorda?

14/10/2016 07:38 - Modificado em 14/10/2016 07:39
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vendedeirasEm todos as escolas de São Vicente encontram-se pessoas a venderem  produtos alimentícios para os estudantes quer sejam eles do Ensino Básico como do Secundário. É uma pratica antiga, mas que de vez em quando sofre a contestação por parte de alguns encarregados de educação que exigem que a venda desses produtos seja fiscalizada.

 

Mas, tudo volta a mesma, pois nunca foram tomadas medidas. E também não se conhecem casos de problemas causados pela ingestão desses alimentos. Pode ser o tal ditado o que não mata, engorda”, mas preocupa, pelos menos alguns pais e encarregados de educação de algumas crianças que frequentam o Ensino Básico, todos se encontram preocupados pelo facto das vendedeiras venderem os seus produtos em frente dessas escolas devido, principalmente, as condições de  higiene.

De acordo com Delfina Gonçalves, “não dou dinheiro para a minha filha levar para a escola porque tenho medo dos perigos que esses alimentos podem conter” e acrescenta que “é um perigo para a saúde dos nossos filhos visto que não há nenhuma fiscalização desses mesmos produtos vendidos em frente das escolas”.

“Em relação ao meu filho, eu não tenho esse tipo de problema, visto que ele estuda no Lameirão e ninguém vai vender aí e, além disso, as crianças levam lanche de casa mas, na minha opinião, deveriam arranjar uma forma de fiscalizar os produtos que são vendidos em frentes das outras escolas”, afirma Maria Silva.

Segundo Jaqueline dos Santos Lima, “eu não sou nem contra nem a favor das pessoas irem vender os seus produtos em frente das escolas, mas deveria haver alguém que fiscalizasse esses produtos”.

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