Missão de observadores da União Africana aponta o dedo a abstenção

4/10/2016 07:32 - Modificado em 4/10/2016 07:32
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dedo apontadoO escrutínio do último domingo que reelegeu Jorge Carlos Fonseca como Presidente da República esteve sob observação de um grupo de observadores da União Africana. Ainda sem apresentar o relatório final, as primeiras impressões por parte da missão são positivas, mas com a abstenção a ser o ponto negativo a assinalar pelo grupo.

 

O pedido é um engajamento de todos, políticos e sociedade civil, no processo de diminuir a taxa de abstenção que foi a maior registada no País. “É uma tarefa de todos: políticos, sociedade e da própria população para engajarem ainda mais na consolidação desse processo, que é um processo que ao longo dos anos vai melhorando”, afirmou o responsável do grupo em entrevista à RCV.

Para melhorar o interesse das pessoas na política, pede o engajamento de todos e relembra que “há um conjunto de acções que devem ser feitas não só pelo poder político mas pela sociedade em geral”.

E, do ponto de vista geral, “as eleições decorreram muito tranquilamente, com uma participação baixa devido à taxa de abstenção. O processo decorreu na normalidade, na mesa as pessoas estavam bem preparadas para o efeito e não houve nenhuma situação registada que pudesse indicar uma fricção, correu tudo de forma ordeira”. Isto segundo a avaliação do grupo de observadores.

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