Albertino Graça: “sou o presidente que Cabo Verde precisa”

30/09/2016 10:57 - Modificado em 30/09/2016 10:57

Albertino GraçaO candidato presidencial, Albertino Graça, realizou em São Vicente o comício de encerramento de campanha, onde se apresentou como o tipo de presidente que Cabo Verde precisa, que nos últimos cinco anos não se pode apontar nada que o anterior presidente fez para Cabo Verde, “porque tínhamos ideia de um presidente que não tinha problemas”. Os assuntos como a diplomacia presidencial, o veto do presidente, foram os assuntos abordados. Afirmou que não calunio o anterior presidente, porque, “falar verdade não é caluniar”.

 

“O estatuto de titulares de cargos políticos é uma questão melindrosa. O documento foi chumbado por causa da parte da remuneratória. Este estatuto devia também atingir o presidente e supostamente continuou com vencimento como estava. Mas aumentou o seu orçamento em quarenta mil contos. E nos quatro anos seguintes aumentou cinquenta mil contos”, como afirma Albertino Graça.

O candidato reconhece que o Presidente da República não tem poderes executivos, mas que “ pode fazer muito mais por esta terra”. E a visão que compartilha é que o país pode estar desenvolvido em 2030. E este capítulo fala sobre a questão da diplomacia presidencial. “Saudades do tempo de Mascarenhas, de Pires, e ainda de Aristides Pereira que tinham elevação e sentido de estado, e não vieram dar show e trabalharam para este estado”, diz Graça no respectivamente ao veto presidencial.

E a preocupação de Albertino centra-se, também, com o facto, como sublinha, do seu adversário não ter apresentado uma agenda do que vai fazer nos próximos cinco anos. “Mas se vai continuar a falar de constituição estamos com problemas. Porque se o Governo não tiver ninguém para o ajudar vai ser um problema. Governo disse que não vai conseguir desenvolver sete por cento, mas se tiver a ajuda do Presidente da Republica o país desenvolve o país”. E neste aspeto afirmou que a nível da diplomacia não tive nada. E em tom de exemplo acrescentou que em termos de receção de chefes, “não houve nada”.

E Albertino defende das críticas pelo facto de ser engenheiro e não jurista. “Acham que tinha que saber da constituição, e eu sei. Queria dizer as vezes surge problema quando queres dar show, porque não estamos numa aula de lei constitucional”. Como garante da constituição enumera outras instituições com o mesmo propósito. E ainda acrescenta que no caso de ser eleito terá assessores, juristas especializados, para ajudar em caso de dúvidas.

E com o seu lema “mais equilíbrio” Albertino realizou uma campanha demostrando o perigo de colocar todos os poderes numa mesma família politica. E fornece como exemplo a escolha dos embaixadores Carlos Veiga e Eurico Monteiro. E pediu uma oportunidade para trazer esse equilíbrio desejado.

  1. Antonio

    No debate da TCV ficou claro que não tem qualidade que um Presidente da Republica tem que ter, já o cargo na Universidade fiquei com muitas duvidas, se é a pessoa idial!!!!

  2. caboverdeano

    O verdadeiro cego é aquele que não quer ver!
    A bem de todos vota Albertino Graça para promover o equilíbrio do país CV!

  3. Dá volta t’fcób mas amdjor. Bô pensá é s’nhá cordá e crê ser Presidente.

  4. JCF é o presidente do povo. bo tem mut cachupa pa bem cmé

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