Felino 2016: “Os Exercícios capacitaram-nos para cumprir quaisquer missões de apoio à Paz e ajuda humanitária”

23/09/2016 08:16 - Modificado em 23/09/2016 08:16
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exercicio-felino-2016A cidade da Praia acolheu de 12 a 23 de Setembro o Exercício Felino – 2016 conduzido no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste).

 

O Exercício, que tinha por objectivo a preparação de uma força conjunta da CPLP optimizando a sua capacidade de intervenção em missões humanitárias e de paz, decorreu no formato carta e antecede o exercício com forças no terreno agendado para o próximo ano no Brasil. Durante duas semanas, os militares foram confrontados com situações simuladas de incidentes para testar a capacidade de reacção das diversas forças. Em jeito de balanço, o Tenente-coronel António Jorge Silva Rocha, Director do Exercício faz um balaço positivo das actividades desenvolvidas durante as acções de exercício militar. ”Conseguimos cumprir todos os objectivos preconizados, pois superaram as expectativas tendo em conta o envolvimento de todo o pessoal e entusiasmo que abraçaram cada tarefa”.

O mesmo ressalta a importância dos Exercícios militares considerando que “os Exercícios contribuíram para nos capacitar a cumprir quaisquer missões de apoio à Paz e ajuda humanitária sob a égide das Nações Unidas. Em matéria de formações, temos aproveitado todas as oportunidades mesmo a nível da sub-região”.

Dos nove países da CPLP, participaram cerca de 90 militares que envolveram as várias forças numa tarefa conjunta destinada a operações humanitárias e missões de paz. No decorrer dos exercícios, os militares foram confrontados com situações simuladas de incidentes para testar a capacidade de reacção das diversas forças.

Para além de algumas dificuldades superadas, o Director do Exercício Felino, Tenente-coronel António Jorge Silva Rocha, mostra-se satisfeito com os resultados e destacou alguns benefícios, nomeadamente, a elevação de capacidades dos militares cabo-verdianos na participação em missão de apoio à paz e ajuda humanitária, o conhecimento teórico doutrinal, o conhecimento da comunidade da CPLP, o manejamento de softwares modernos que permitem planear, controlar e conduzir operações no terreno.

O Director do Exercício acredita que os militares cabo-verdianos saem indiscutivelmente muito mais capacitados. Por isso, considera que “os exercícios nos ajudaram a estar mais bem preparados para quaisquer eventualidades”. Enfatizando ainda os aproveitamentos, o mesmo afirma que o exercício permitiu a promoção da imagem de Cabo Verde no país.

Rocha regozijou-se com o empenhamento total dos nove países da CPLP para o sucesso do Exercício. “Conseguimos cumprir todos os objectivos preconizados, pois superaram as expectativas tendo em conta o envolvimento de todo o pessoal e entusiasmo que abraçaram cada tarefa”.

O entrevistado concluiu que o sucesso demonstrou que o empenhamento dos países caminha num sentido certo, assumindo cada vez mais como uma das actividades de maior visibilidade no seio da CPLP.

Os militares foram, esta quarta-feira, recebidos pelo Presidente da República interino Jorge Santos que ressaltou a segurança como uma das grandes apostas do Estado de Cabo Verde. O exercício que tinha por objectivo a preparação de uma força conjunta da CPLP optimizando a sua capacidade de intervenção em missões humanitárias e de paz, decorreu no formato carta e antecede o exercício com forças no terreno agendado para o próximo ano no Brasil.

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