São Vicente: Chuva traz desalento e desespero a Maria José

15/09/2016 08:12 - Modificado em 15/09/2016 08:12

A chuva traz alegria para uns e tristeza para outros. Estes últimos são os que vivem em situação precária e a queda das chuvas piora a situação com a água a entrar dentro de casa e, nalguns casos, colocando em risco a vida das pessoas.

Um destes casos é o de uma família que vive em Lombo Tanque, na ilha de São Vicente, e que vê a sua casa de tambor na eventualidade de desabar, probabilidade que aumenta com a intensidade da chuva.

Pedidos de ajuda são feitos por muitos na época da chuva que “destapa” a pobreza em que muitos vivem. Nesta situação de desespero está Maria José, conhecida por Fia, que vive numa casa de tambor com os quatro filhos e cinco netos. Desde ontem o desespero aumenta, visto que a chapa traseira já cedeu e há o risco da casa desabar.

Foi feito um apelo para que esta família seja ajudada e também nas redes sociais o sobrinho Edson lançou a campanha de ajuda. Edson diz que a casa pertenceu a gerações e assegura que deve ter uns setenta anos e escreve: “A nossa casa antiga de muitas gerações desde a minha mãe até aos meus filhos, continua num estado de degradação. É triste ver as condições em que a minha tia vive com os seus quatro filhos e cinco netos na casa de lata em Lombo Tanque. Incomoda ver o poder das águas destruindo as latas que rodeiam e protegem os que habitam nela, de ver a tristeza no rosto das crianças ao escutar o bater da chuva nas latas. Familiares, amigos, conhecidos e quem de direito ajudem-nos a ajudar MARIA JOSÉ de FIA e seus descendentes a ter um habitação mas digna”.

Para ajudar, quem quer abraçar esta causa pode ligar para o número 955 27 98 para se informar sobre o que é que esta família precisa com maior urgência.

chuva maria jose

 

  1. suleiman

    Um tem certeza k bo votá foi ne Augusto. Tont vez que Augusto passa li ne bo casa ele k nem liga manera k bo te morá . MAs kel voto bo dal ele.

  2. João Brito

    Adilson Dias,isto não veio ao caso, uma coisa não nada haver com outra. Então se fizéssemos uma retrospectiva, o quê podes dizer há uns 15 anos, que pertencemos o grupo dos países de Desenvolvimento Médio. Num país de D .M isto não pode acontecer.

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