CNE rejeita críticas do PAICV e da UCID 

14/09/2016 07:32 - Modificado em 14/09/2016 07:32
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cneO PAICV e a UCID foram os primeiros a contestar a decisão da CNE sobre o plano de fiscalização do perímetro dos 500 metros das assembleias de voto. A própria UCID, na sua intervenção depois do apuramento dos votos, disse que iria consultar o seu staff jurídico para saber se o proposto pela CNE está previsto ou não no código.

O PAICV, por seu lado, afirmou que a contratação do staff não foi transparente. A CNE, por sua vez, rejeita as críticas dos partidos. Maria do Rosário, Presidente da CNE, afirma que os partidos políticos foram ouvidos sobre a questão da utilização do staff para a fiscalização do perímetro dos 500 metros.

“Todos os partidos políticos participaram e deram o seu acordo em cada fase do processo de criação e materialização do Plano de Fiscalização dos 500 metros do perímetro das assembleias de voto e presumimos que era do conhecimento público, porquanto foi amplamente divulgado nos órgãos da comunicação social através de spot na rádio e TV”, sublinha a Presidente da CNE. A mesma estranha, no entanto, as críticas do PAICV e da UCID, dizendo que a Comissão pode provar que os partidos estavam a par da situação.

Sobre a actuação do staff, a CNE informa que dos 647 indivíduos que formaram o staff, apenas houve cinco situações de comportamento indevido e que foram relatadas. “Reconhecemos algumas situações que nos foram reportadas e que reclamam uma tomada de medida em conformidade, mas tais situações são pontuais e de modo algum põem em causa todo o projecto, como alguns teimam em afirmar”.

Este staff foi contratado com o intuito de diminuir o fenómeno de boca de urna. Para o PAICV, muitos dos que integram o staff estiveram a promover a boca de urna. Isto, além de prevenir a aglomeração excessiva de eleitores nas assembleias de voto, como tem sido costume e criar um ambiente de serenidade e tranquilidade na hora do voto.

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