Exercício militar Felino2016 arrancou em Cabo Verde com 90 militares lusófonos

13/09/2016 08:27 - Modificado em 13/09/2016 08:27
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felinoO exercício militar Felino2016 da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) arrancou hoje na Praia, Cabo Verde, com a participação de 90 militares dos nove países que integram a organização lusófona.

 

O exercício, que tem como objectivo a preparação de uma força conjunta da CPLP, optimizando a sua capacidade de intervenção em missões humanitárias e de paz, decorre no formato carta e antecede o exercício com forças no terreno agendado para o próximo ano no Brasil.

Portugal participa no exercício que decorre até 23 de Setembro, com 10 elementos dos três ramos das Forças Armadas – Exército, Força Aérea e Marinha.

O exercício decorre no continente fictício “Gama”, “instalado” em três pisos do edifício do Estado Maior General das Forças Armadas (EMFA) e onde, ao longo de duas semanas, os militares serão confrontados com situações simuladas de incidentes para testar a capacidade de reacção das diversas forças.

Todas as acções serão executadas com recurso a mapas, cartas e meios de comunicação e os cenários simulados no formato Exercício em Carta (EC), serão depois aplicados na modalidade Exercícios com Forças no Terreno (EFT).

“Encontrámo-nos perante um dos mais importantes eventos da CPLP, a realização de um exercício militar multinacional, que evidencia a determinação dos nossos países em desenvolver um esforço comum no sentido de conferir maior projecção e visibilidade às capacidades da Comunidade em matéria de segurança colectiva e cooperativa”, defendeu o Chefe de Estado Maior das Forças Armadas de Cabo Verde (CEMFA), Anildo Morais.

Anildo Morais falava na cerimónia de abertura do Felino2016, ao início da manhã na Cidade da Praia perante os militares das delegações de Angola (9), Brasil (17), Guiné-Bissau (5), Guiné Equatorial (7), Moçambique (2), Portugal (10), Timor-Leste (10) e São Tomé e Príncipe (2).

O número de militares cabo-verdianos não foi indicado por estarem ainda a registar-se ajustamentos que permitam colmatar ausências de elementos de outras delegações, mas o total do exercício não ultrapassará os 90 elementos.

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