Baía das Gatas 2016: uma aposta notável com o director de palco

16/08/2016 08:23 - Modificado em 16/08/2016 08:23

eduardo cunhaO Festival Internacional de Música da Baía das Gatas, na sua 32ª edição, apostou e ganhou com a contratação do produtor e director técnico português Eduardo Cunha. Este conseguiu dar mais brilho ao evento, uma vez que os atrasos não marcaram presença no festival, com expecão do domingo onde o espectáculo começou às 20 horas em vez das 18h.

Os atrasos foram sempre o “calcanhar de Aquiles” no Festival da Baía das Gatas, mas este ano a organização primou por colmatar essa falha organizacional que tem marcado pela negativa os anteriores festivais. “A aposta na contratação do diretor de palco, Eduardo Cunha, foi sem dúvida uma mais-valia. É a primeira vez que a comissão organizadora do festival contrata um profissional estrangeiro para o cargo, tendo sido uma aposta ganha, uma vez que as coisas correram de forma positiva e sinto que o povo gostou”, diz o Vereador da Cultura da Câmara Municipal, Anildo Jesus.

“Gostei do festival e está pronto para receber qualquer artista de qualquer país do mundo, sendo certo que temos de melhorar algumas condições técnicas, como é óbvio, para receber esse tipo de artistas de topo, visto que nesses casos a logística é um bocadinho pesada e pode custar mais dinheiro, devido ao transporte de equipamentos e outras burocracias”, refere o director de palco e estreante na 32ª edição do Festival Baía das Gatas. Todavia, Eduardo Cunha acrescenta que há algumas melhorias a fazer a nível do som e que faz falta uma área técnica ligada ao palco para que os equipamentos não estejam dentro da estrutura do palco.

Eduardo Cunha é um profissional e professor de produção e direcção técnica de espectáculos que iniciou a carreira em 1983 como técnico de iluminação e que, quando entrou para o mundo da produção, acompanhou, em Portugal, grupos e artistas como os Trovantes, Rui Veloso, GNR, entre outros.

Fonte: Sapo e Inforpress

  1. paulo jorge silva ne

    antes de mais queria dar os parabens ao autor dessa pessa mas e lamentavel da vossa parte vir pra quii a falar em mais valia por causas dos atrasos e tb nao acho ke foi uma aposta ganha nao peguntao aos musicos caboverdeanos principalmento os de s.vicente como foram tratados de maneira totalmente diferente e marginalizado por esse senhor no palco que pra ele os nossos musicos nao sao nada perguntam e vao ver o ke se passou em cima do palco imagina um baixista da qui de s.vicente queria tocar com um aprelho de bass e ele simplismente nao deixou porque aquilo era pros internacionais,um baterista nosso ke e conhecido pelo esforco e dedicacao ke tem dado a nossa musica ka em s.vicente e em cabo verde em geral a ser tratado de tal forma mal por querer trocar a pele da bateria ke nao tava boa.Precisamos sim de gente competentes e de pessoas que entendem bem mas nao desse tipo de senhor ke vem pra ca armado em rei da cocada preta pra tratar mal os nossos musicos.Par terminar um viva a musica caboverdeana e viva os nossos musicos

  2. Rafael Delgado

    É pena que este Vereador acabado de entrar na Câmara Municipal não conheça a historia do Festival o que é normal. Mas alguém devia ter-lhe dito, que no tempo de Isaura Gomes o trabalho de palco e artistas era realizado pelo maior produtor caboverdeano nessas andanças: o Djô da Silva. E nem era preciso contratar estrangeiros para esta tarefa. Há 8 anos e sobretudo no reinado do Pres. Augusto começou a haver atrasos inqualificáveis no festival. Portanto estamos contentes com o cumprimento do horário embora foram precisos 6 anos para corrigir uma falha simples que depende essencialmente de imposição de maior disciplina. É por isso, mais uma vergonha para esta câmara vir-se justificar este facto passando um atestado de incompetência à própria câmara e aos produtores cabovedeanos.

  3. Mindelo

    RAfael um director técnico é diferente de um produtor … o Sr Djo da Silva é produtor de artistas ele vende artistas para eventos ele nao é um director tecnhico … convem saber diferenciar

  4. Igualdade

    E. Cunha discrimina artistas nacional . Na uze de equipamientos e na faze som na palco.Um foi um artista k toca na Festival e um oia tud. Tont presa na corre k nos da la. Te fala ma guent brut . Ele foi um autentico “BULLY” na Festival. Viva nos Morabeza!

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