Tolerância Zero para a venda de produtos nos passeios da Rua da Praia

11/09/2012 00:38 - Modificado em 11/09/2012 00:38

O Corpo de Intervenção apreendeu vários produtos durante o combate à venda de produtos nos passeios da Rua da Praia. Segundo o que apuramos os cerca de 200kg de géneros alimentícios foram entregues a duas instituições que acolhem de crianças na ilha de São Vicente.

 

A situação da venda de produtos nos passeios da Rua da Praia não é novidade para as autoridades na ilha de São Vicente. Para além de infringirem a lei, os rabidantes ocuparam um espaço que pertencem aos peões, bem como passaram a assediar com os seus produtos os cidadãos que andam nessa rua .

Porém, parece que esse cenário tem os seus dias contados, porque a polícia já começou a intervir nessa área. O Corpo de Intervenção tem realizado diversas diligências nessa área para apreender os produtos que são colocados a venda em cima dos passeios.

Segundo o que apuramos “vários comerciantes ambulantes já viram os seus produtos confiscados pelos agentes da CI. E na semana passada foram apreendidos cerca de 200kg de produtos, entre peixes, verduras, frutos e outros géneros alimentícios. E os produtos reverteram para a Aldeia SOS e o Centro Juvenil Nhô Djunga”.

Mas sabemos que a acção do Corpo de Intervenção promete continuar para fazerem valer o Código de Postura Municipal e que nos próximos dias a CMSV vai colocar fiscais nas ruas para fiscalizarem essas vendas nos passeios da Rua da Praia e nos arredores.

  1. Nita Fortes

    BRAVO, BRAVISSIMO !!! Eis um exemplo a imitar e a aplicar de imediato.

    Mas isto tem de ser por todo o lado. Tanto na capital como em outros lugares do Pais.
    Ê um desrespeito às autoridades, uma vergonha, uma falta de higiene e um desafio à ordem pùblica e aos vendedores legais que pagam as respectivas taxas.
    As autoridades devem dar a mão e fazer o mesmo por todo o lado. As ruas não podem ser mercados ambulantes ainda por cima de géneros alimenticios.

  2. Eduardo Oliveira

    Muito me apraz esta noticia, mesma que seja uma manifestação isolada da Policia Caboverdeana. Para actos de tal envergadura, pela sua grande importância, as autoridades competentes deviam lançar Ordem a nivel nacional devidamente concertada para que pudesse ser compreendida por todos os prevaricantes.
    O que se vem passando, sorrateiramente por todo o lado, não nos pode engrandecer na medida em que se trata de desobediência às autoridades e incumprimento da lei. Ademais hà que levar em conta…

  3. Eduardo Oliveira

    II. – Ademais hà que considerar o trabalho das profissionais que, em lugar proprio (Mercados), exercem a profissão pagando as taxas e respeitando a higiene recomendada pelas autoridades sanitàrias.

    Hà ainda que tomar a sério os vendedores de artigos que devem servir de “capa” para voos mais escabrosos e que não convencem ninguém como os colares e os aparelhos portàteis. Ninguém pode viver so dessa venda.
    Qualquer profissional deve ter carteira profissional ou patente.

  4. rural xitiado

    Desde muito tempo, essas vendedeiras e outras que ja não estão ca nesse mundo, vendiam as suas hortaliças alimentando bocas da cidade, fazendo crescer muita gente, dessas que agora querem tirar o sustento daqueles que vendem nas ruas. Pergunto se por acaso esses vendedeiras ambulantes estão cometendo algum crime contra a sociedade, pelos vistos estão alimentando esses povos malditos que estão na Camara, no Governo, nas Instituições publicas, entre outras pessoas singulares e colectivas. Parem de atacar essas vendedeiras, unica solução para acabar com a sujidade nas ruas onde as vendedeiras vendem é instalar um deposito de lixo que deverá ser limpado ou esvaziado duas vezes ao dia.

  5. adão de sousa

    Só angolano gostei do vosso trabalho e é de louvar a iniciativa do CI para que esses pessoas, não gostam ver a cidade limpa e pratica a desorde devem ser responsabilizadas, para não voltar a pratica de atos negativos, que dá má imagem a cidade. Força meus irmão: Um forte abraço.

  6. Nita Fortes

    Sr. Manuel Maocha:
    Compreende-se o que deseja mas, pelo amor de Deus, para que servem os nossos belos Plurins de Verdura e de Peixe? Se as pessoas querem trabalhar para as respectivas familias que se candidatem aos lugares vagos neste dois mercados onde estão mais pessoas trabalhando para o ganha pão das suas familias.
    Proibir estas desordens de comida na rua é a melhor solução para TODOS e não para uns.

  7. AIBU

    em vez de stod ta proibi venda na rua,sabendo que ess li é manera de pobreza cata ses tston de cada dia, es divia rajas lugar primer antes des stod ta reagi dess manera.agora na ques loja chinês ondê que quase tud ques porcaria é feito de produto toxico e ta splora nos cidadao qta trabaia ma es de plumanha te dnote e dia feriado,ondê ques ca ta nem podê dscansa, li es ta ftcha oi.condê que ess terra ta cmoda? ah soncente nunca mas ja bo ta podê levanta.

  8. Julio Goto

    …oriundos da costa africana fazem negocio em todo S.Vicente. Ja e tempo de fazer algo nessa materia.Entrem com productos com ou sem despacho .
    Numa ilha abandonada pelo governo central talves ma governada pelos OPORTUNISTAS.
    Nas vespras das eleicoes e a lei da SELVA que manda,mas depois de terem arrumado o majedour do Menino Jesus para mais uns aninhos existe lei e regulamentos.

  9. alberto tavares

    Os que aprovam as vendas na rua (proibidas antes na Praia) devem ser uns porcos que dormem em cima de lixo e comem comida podre. Até aparece gente a pedir contentores a serem esvasiados duas vezes por dia. Imaginem que burrice.
    Nha uvide ê ca txquer.
    Cada macaco no seu galho, cada comida no seu lugar, cada catchorre na sê casinha.

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