JHA: Falará oportunamente sobre as presidenciais

8/08/2016 08:08 - Modificado em 8/08/2016 08:08

janiraO Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) não apresentou nenhuma candidatura oficial para as presidenciais que se realizarão no dia, 02 de Outubro. A presidente do PAICV, Janira Hopffer Almada, não adianta nada sobre o assunto e garante que pronunciará no momento oportuno.

Recorda-se que as candidaturas presidenciais são consideradas de cidadania e não são apresentadas pelos partidos políticos, assim sendo a presidente do PAICV, Janira Hopffer Almada, abordada pela Lusa diz “apenas que o partido vai falar oportunamente sobre as presidenciais.”

O prazo limite para a formalização das candidaturas terminou e não foi conhecido oficialmente qualquer candidato apoiado pelo PAICV que está na oposição desde as legislativas de Março deste ano, após 15 anos no poder. Até a data para formalização da candidatura, o nome do ex-primeiro-ministro, José Maria Neves, foi o mais especulado, porém tal facto não concretizou-se e sabe-se que há uma “ simpatia” do PAICV pela candidatura de Albertino Graça, reitor da Universidade do Mindelo.

“O PAICV tem manifestado alguma simpatia em relação a essa candidatura e há muitos cidadãos anónimos e de outras forças políticas que se revêm nesta candidatura e também muitos cidadãos residentes na diáspora”, afirma o mandatário nacional da candidatura presidencial do Albertino Graça.

  1. caboverde

    Para combater o monopólio e a excessiva concentração do poder, é minha convicção que não só o PAICV, mas também a UCID, o PTS, o PSD e todos os outros partidos irão associar a verdadeira candidatura da cidadania, Albertino Graça, e inverter a tendência das presidências!

    Abraço pa tud criston na Cv e espaiod pa mund!

  2. manuel m. fernandes

    Há quem diga que a candidatura do Albetino Graça é de SV. Que a Candidatura do JCF é da Praia e que a Candidatura do Joaquim Monteiro é de Santo Antão. As ilhas de Cabo Verde, hoje, não são e nunca foram separados por muros que são as aguas circundantes, antes e cada vez é vizivel que funcionam como pontes de amizade, solidariedade entre os habitantes das respectivas ilhas. Não devíamos politizar, para além do aceitável, a função que vai a votos dentro de meses…antes devíamos fazer do acontecimento o momento para elencarmos os males que aflingem a nossa Nação, traze los ao debate, como seja a segurança, o papel da nossa Magistradura como cimento da nossa Nação diasporizada, o papel das forças armadas, a ética, que educação para o futuro do País, que Estado melhor servirá para o Cabo Verde moderno e em crescimento, enfim, debater em conferências alargadas e nos meios de comunicação social para que a escolha seja feita em função de quem melhor interpreta a Constituição e os anseios da sociedade.

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