Presidenciais: E o PAICV apoia quem?

1/08/2016 08:42 - Modificado em 1/08/2016 08:42
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Palácio PresidencialCom a confirmação de Jorge Carlos Fonseca de uma recandidatura à Presidência da República e com o anúncio público de Albertino Graça da entrada na corrida presidencial, à qual se junta também Joaquim Monteiro o primeiro a assumir-se como candidato ao cargo, as presidenciais começam a ganhar forma. Destes três candidatos, apenas Albertino Graça é um estreante neste processo, apesar da campanha eleitoral não ser uma novidade para ele, pois concorreu como candidato para a Câmara Municipal de São Vicente.

Jorge Carlos Fonseca, pelo percurso feito no primeiro mandato, é o candidato mais mediático e mais conhecido. Joaquim Monteiro já tinha concorrido nas eleições presidenciais de 2011 tendo saído derrotado na primeira volta. Jorge Carlos Fonseca, até agora, sai na frente seja pelo percurso seja por contar com o apoio de dois partidos, o MpD e a UCID.

Apesar das eleições presidenciais serem apartidárias e nominais, o apoio partidário caracteriza-se como importante, isto quando o PAICV ainda não decidiu o seu apoio e espera ainda que o antigo Primeiro-ministro José Maria Neves possa considerar a opção de avançar para uma respectiva candidatura.

O candidato Albertino Graça com o anúncio da candidatura encontra-se, de momento, no terreno a fazer a recolha de assinaturas para viabilizar a sua campanha. Posiciona-se como um candidato do Norte do País, mesmo que não tenha assumido na apresentação da sua candidatura tal ideia de divisão.

Joaquim Monteiro, nas últimas presidenciais foi o menos voltado e na apresentação da sua candidatura, tinha assumido que além das eleições de 2016, vai concorrer também em 2021, cumprindo uma promessa feita a Amílcar Cabral.

Neste contexto, Jorge Carlos Fonseca é o alvo a “abater”, isto tanto pelo cargo desempenhado durante os últimos cinco anos, quanto pelo apoio que tem granjeado até agora. Monteiro assume uma candidatura própria baseada na sua vontade e ideal, enquanto que Graça tem o suporte de um grupo de cidadãos e amigos. As eleições acontecem em Outubro, depois das autárquicas, tempo para os candidatos demonstrarem ao eleitorado o porquê da própria candidatura e também para conseguirem mais apoio para o processo.

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