Fogo: Polícia recebida com disparos de metralhadora durante diligência

15/07/2016 08:36 - Modificado em 15/07/2016 08:36

armasUm cidadão de nacionalidade dinamarquesa foi preso na ilha do Fogo, por posse de armas e disparos contra a Polícia.

O Tribunal do Fogo aplicou como medida de coacção a um cidadão dinamarquês e a um funcionário cabo-verdiano, interdição de saída da ilha e do País e quinhentos contos de caução apenas ao dinamarquês, por disparos e posse de arma de fogo de alto calibre.

De acordo com a RCV, numa diligência à residência do cidadão estrangeiro após denúncia de agressão contra um emigrante cabo-verdiano e disparos num restaurante na cidade de São Filipe, a Polícia foi recebida com rajadas de metralhadora e ameaças por parte do suspeito.

De acordo com a mesma fonte , a Polícia fez uma retirada estratégica do local de forma a evitar baixas, regressou no dia seguinte com um mandato para apreensão e buscas na residência do cidadão, nos três empreendimentos e num bar.

Entre a requisição e a cedência do mandato, segundo Roberto Fernandes, Comandante Regional do Fogo, o suspeito foi detido em flagrante delito na posse de arma de fogo. Feitas mais diligências, foram apreendidas mais três armas de fogo, sendo duas espingardas de alto calibre e uma metralhadora e mais uma arma de nome besta (arco e flecha) altamente letal, bem como centenas de munições.

Juntamente com o suspeito, foi detido um cidadão cabo-verdiano que terá guardado parte das armas em sua casa.

Pelo facto do cidadão dinamarquês ter atirado num local público contra polícias, o mesmo será indiciado por vários crimes.

Tudo terá começado na segunda-feira por volta das 18 horas num restaurante da cidade de São Filipe onde o cidadão dinamarquês Morton Vincent agrediu com uma coronhada um emigrante cabo-verdiano dos Estados Unidos e disparou alguns tiros no restaurante.

  1. Francisco Andrade

    Estamos muito mal nesse país

  2. Um nortenho

    Pessoal para o jornal sem pedido de publicação.
    Se for necessàrio, faça uma sociedade para que
    haja mais movimento de resposta.

    Das duas uma: Ou no jornal não se fia ou ninguém pia.
    Saja uma coisa ou outra é uma calamidade. Muito se
    espera desde orgão do Norte desde que apareceu mas
    fica-se consternado com a falta de feed back ou mesmo
    da censura. Que pena !!!!

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