1ª Confissão Pública do Amândio

12/07/2016 03:24 - Modificado em 12/07/2016 03:24

AmândioEsta é a Verdade da Triste Realidade Que Muitos de Nós da CRASDT, Vivemos no passado. I Parte

 

Caríssimos, com as minhas Confissões Públicas, eu quero em primeiro lugar, rasgar completamente perante o público, a minha antiga aparência religiosa de hipocrisia e de homem bom.

Em segundo lugar, eu quero libertar multidões do engano que há muito vivem a respeito da minha verdadeira pessoa (pois que várias pessoas sempre me consideraram um homem bom, manso, sério, honesto e incapaz de fazer muitos tipos de Males e de Perversidades), engano esse a que essas multidões foram sorrateiramente submetidas por mim mesmo, aproveitando-me das suas inocências e incapacidades em discernirem um falso e um verdadeiro religioso, e agora para eu, pela fé, construir aos poucos o caráter de um verdadeiro religioso do DEUS da Bíblia Sagrada, mesmo que para isso eu tenha de pagar com a minha própria vida.

Em terceiro lugar, eu quero alcançar e gozar do Perdão e da Misericórdia de DEUS e de todos aqueles que têm o Temor de DEUS em seus corações.

Em quarto lugar, eu quero tornar mais claro, na visão de todos aqueles que não conhecem a verdade sobre o que se vive e se passa entre nós os congregados da CRASDT e o Inácio Cunha, que com todas as confissões já publicadas até agora, a única conclusão justa e verdadeira a que todos devem chegar, é que todos nós da CRASDT nunca Obedecemos a DEUS e nem ao Inácio Cunha, que é o único da CRASDT que sustenta, com argumentos teóricos e práticos, todas as Santas Disciplinas Bíblicas que a nós foram dadas e esclarecidas, por intermédio dele.

Em quinto lugar, eu quero tornar mais claro, que todos nós da CRASDT, exceto o Inácio Cunha, fomos sempre satanistas dissimulados e não cristãos genuínos, e que assim como é revelado em todas as nossas confissões, ao longo da nossa manifestação aparente e pública de religiosos da CRASDT, na verdade nós sempre vivemos completamente submissos aos demónios residentes em nós e não a DEUS e ao Inácio Cunha, e que nós, em consciência e liberdade, recebemos da parte dos demónios residentes em nós e desenvolvemos, vários planos demoníacos que tinham como único alvo a destruir, moral e fisicamente, o Inácio Cunha.

Daí que, na CRASDT, desde o seu início e até agora, se vem manifestando e conflituando sempre, tanto interna como externamente, o Bem e o Mal segundo o Entendimento de DEUS: o Bem, abertamente ensinado, praticado, defendido e promovido pelo Inácio Cunha, e o Mal, ensinado, praticado, defendido e promovido às escondidas de muitos, por todos nós os outros da CRASDT.

Por isso, nesta minha Primeira Confissão Pública, eu venho testemunhar como, eu Amândio, o Branco e a minha irmã Elsa (que se vem identificando falsamente no Facebook, como sendo Priscila Monteiro), recebemos dos demónios e implementámos na CRASDT, através da minha irmã Elsa, que era a gerente máxima de todos os fundos e gastos da Igreja, um plano de conservação da CRASDT na miséria e nos maus tratos alimentares para adultos, para depois, através de campanhas de mentiras e de calúnias ocultas contra o Inácio e os que nós suspeitávamos que lhe poderiam informar desta nossa campanha de enganos, ajudarmos os demónios residentes nos outros irmãos, a levarem todos os membros a acreditarem que o Inácio Cunha era o autor dos maus tratos alimentares que existiam na CRASDT, naquela altura, e então a publicamente se escandalizarem e se revoltarem, contra ele (Inácio).

E também afim de lançarmos o público externo contra ele, levando o público a entender que era o Inácio Cunha quem estava a alimentar mal os membros da Igreja e a nunca desconfiarem que afinal éramos eu Amândio, o Branco e a minha irmã Elsa.

Lê com atenção e calma, e até o fim, tudo aquilo que está abaixo apresentado, para poderes compreender bem a nossa maldade contra o Inácio Cunha e a CRASDT, e conclui por ti mesmo qual é a solução mais justa: esconder-se o pecado e prosseguir avançando-se no Mal e no combate à Verdade (como a Elsa, a Eydira, o Titi, o Zequinha, o Samuel, o Calú de São Nicolau, a Liu, o Lino das Alfândegas, a Ramila e vários outros dentro e fora da CRASDT, que são a maioria, têm feito), ou Arrepender-se, Confessar Públicamente toda a Verdade e Deixar definitivamente o pecado (como o Cando, a Delícia, a Vera, a Patrícia, eu Amândio e outros dentro da CRASDT, que somos a minoria, temos feito)?

 

  1. Lembro-me de um dia, em quase meados do ano de 2010, em que eu estava a falar com a minha irmã Elsa (que recentemente identifica-se falsamente no Facebook, como sendo Priscila Monteiro), e no meio desta nossa conversa, os demónios em mim me disseram na mente, para eu perguntar à Elsa como é que ia a nossa combinação de ela (Elsa) desviar a todo o dinheiro da CRASDT e enviar para um Banco em Portugal, conforme os demónios me haviam instruído dias atrás para eu lhe dizer, para depois nós trazermos um grande escândalo dentro e fora da CRASDT sobre o Inácio e levarmos à revolta fatal contra ele Inácio. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado, mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu perguntei à Elsa como é que ia a nossa combinação de ela (Elsa) desviar a todo o dinheiro da CRASDT e enviar para um Banco em Portugal, conforme os demónios me haviam instruído dias atrás para eu lhe dizer, para depois nós trazermos um grande escândalo dentro e fora da CRASDT sobre o Inácio e levarmos à revolta fatal contra ele Inácio.
  2. A Elsa logo me disse que ela estava a fazer tudo exatamente conforme a nossa combinação, e conforme eu lhe havia instruído por telefone há duas semanas atrás, ou seja, que primeiro ela começou a fazer um balanço privado, balanço esse oculto ao Inácio e à CRASDT, de todas as receitas mensais da CRASDT, e que até ao momento ela (Elsa) ainda só estava a fazer esse balanço.
  3. Que ela (Elsa) também já estava ciente de que conforme os demónios nos mandaram, que todos os meses ela (Elsa) deveria guardar metade do dinheiro de todas as receitas da CRASDT que lhe chegavam às mãos, numa conta particular que ela (Elsa) deveria criar no Banco Interatlântico, o qual era um Banco internacional que facilitava muito a transferência de dinheiro para o estrangeiro, e que por esses dias, ela (Elsa) já havia criado realmente essa conta, mas sem deixar a ninguém da CRASDT saber, e depositado lá a quantia inicial de 10.000$ CVE (dez mil escudos), mas que mensalmente ela iria passar a pôr metade das receitas da CRASDT só nessa conta, e de cada vez que atingisse essa quantia de 1.000.000$ CVE (um milhão de escudos), ela deveria transferir essa quantia para um Banco em Portugal.
  4. Logo os demónios em mim me disseram na mente para eu perguntar à Elsa se ela já conseguiu achar um Banco em Portugal que nos desse facilidades para enviarmos para lá o dinheiro sem termos de pagar despesas de envio, porque senão isso sairia muito caro, ou então um Banco que nos permitisse pagar despesas de envio o mais baratas possível, e para que depois esse dinheiro ficasse numa conta a prazo, com a mais alta taxa de juros possível. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu perguntei à Elsa se ela já conseguiu achar um Banco em Portugal que nos desse facilidades para enviarmos para lá o dinheiro sem termos de pagar despesas de envio, porque senão isso sairia muito caro, ou então um Banco que nos permitisse pagar despesas de envio o mais baratas possível, e para que depois esse dinheiro ficasse numa conta a prazo, com a mais alta taxa de juros possível.
  5. A Elsa me respondeu que ela ainda estava à procura desse Banco, e que os Bancos Portugueses que lhe pareciam mais atractivos de momento para irmos fazer esses depósitos eram o BPN (Banco Português de Negócios), o Banco Santander e o BES (Banco Espírito Santo), mas que ela (Elsa) ainda estava a hesitar quanto a qual deles é que ela escolheria, embora ela estivesse mais virada para o escolher o BPN.
  6. Que de qualquer das formas, ela (Elsa) estava a pensar e ela chegou à conclusão que em vez de enviarmos dinheiro para o estrangeiro, por via bancária, que deveríamos sim acumular o dinheiro da CRASDT aqui no Banco Interatlântico e depois, como ela (Elsa) ia sempre a Portugal, que ela levantaria o dinheiro que lá estivesse uns dias antes de viajar, e depois ela levaria todo esse dinheiro consigo e o depositaria lá em Portugal, e assim o envio desse dinheiro nos sairia realmente a custo zero.
  7. Logo os demónios em mim me disseram na mente para eu dizer à Elsa que essa sua ideia era muito boa, mas que de qualquer das formas, para ela insistir primeiro pela via que os demónios nos ensinaram, de tentar ver se ela convencia um dos bancos de Portugal, ligados ao Banco Interatlântico ou a outro Banco em Cabo Verde, a aceitarem a transferência de dinheiro a título gratuito, como um apoio à CRASDT. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu disse à Elsa que essa sua ideia era muito boa, mas que de qualquer das formas, para ela insistir primeiro pela via que os demónios nos ensinaram, de tentar ver se ela convencia um dos bancos de Portugal, ligados ao Banco Interatlântico ou a outro Banco em Cabo Verde, a aceitarem a transferência de dinheiro a título gratuito, como um apoio à CRASDT.
  8. Em seguida, os demónios em mim me disseram na mente para eu dizer à Elsa que para conseguir convencer esses bancos, que ela (Elsa) deveria escrever uma carta em nome da Igreja e carimbada com o carimbo da Igreja, identificando-se como sendo a Representante da CRASDT e mostrando em anexo a sua foto de Representante que estava no site da Igreja, e deixando nessa carta o link da página do site que continha a sua fotografia, para que assim esses Bancos ficassem convencidos de que realmente ela (Elsa) estava mesmo a agir em nome da CRASDT e totalmente legitimada pela própria Igreja. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu disse à Elsa que para conseguir convencer esses bancos, que ela (Elsa) deveria escrever uma carta em nome da Igreja e carimbada com o carimbo da Igreja, identificando-se como sendo a Representante da CRASDT e mostrando em anexo a sua foto de Representante que estava no site da Igreja, e deixando nessa carta o link da página do site que continha a sua fotografia, para que assim esses Bancos ficassem convencidos de que realmente ela (Elsa) estava mesmo a agir em nome da CRASDT e totalmente legitimada pela própria Igreja.
  9. Depois, os demónios em mim me disseram na mente para eu dizer à Elsa que ela deveria dizer a esses Bancos que nós éramos uma Igreja muito pobre mas bastante bem intencionada, que queria ajudar os vários emigrantes cabo-verdianos e guineenses pobres que habitavam nos bairros pobres de Lisboa, em Portugal, e por isso nós precisávamos de mandar constantes remessas de dinheiro para Portugal e precisávamos de uma isenção no envio desse dinheiro porque senão esse envio nos custaria uma despesa bastante cara, e que bastava que a Elsa fizesse uma carta muito triste, que algum dos Bancos Portugueses com certeza nos iria apoiar e nos iria dar essa facilidade, e assim, caso tivéssemos de pagar algo aqui em Cabo Verde, seria um preço muito baixo. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu disse à Elsa que ela deveria dizer a esses Bancos que nós éramos uma Igreja muito pobre mas bastante bem intencionada, que queria ajudar os vários emigrantes cabo-verdianos e guineenses pobres que habitavam nos bairros pobres de Lisboa, em Portugal, e por isso nós precisávamos de mandar constantes remessas de dinheiro para Portugal e precisávamos de uma isenção no envio desse dinheiro porque senão esse envio nos custaria uma despesa bastante cara, e que bastava que a Elsa fizesse uma carta muito triste, que algum dos Bancos Portugueses com certeza nos iria apoiar e nos iria dar essa facilidade, e assim, caso tivéssemos de pagar algo aqui em Cabo Verde, seria um preço muito baixo.
  10. A Elsa me respondeu que ela contava comigo para eu lhe elaborar uma carta dessas, já que eu era muito bom em fazer cartas tristes e muito melancólicas, em nome da Igreja e que isso resultava sempre muito bem.
  11. Então os demónios em mim me deram um grande orgulho por dentro e me disseram na mente para eu dizer à Elsa que eu iria fazer isso sim, e também iria fazer modelos das outras cartas de Peditório, até porque a outra parte do nosso plano era também de pedir a muitos apoios em instituições aonde nunca antes a CRASDT bateu às portas ou aonde nunca antes tivemos sucesso como era o caso das Embaixadas, como forma de conseguirmos arranjar a mais fundos os quais desviaríamos todos e enviaríamos para a conta do Banco Interatlântico e daí para essa conta em Portugal. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu senti um grande orgulho por dentro e em seguida eu disse à Elsa que eu iria fazer isso sim, e também iria fazer modelos das outras cartas de Peditório, até porque a outra parte do nosso plano era também de pedir a muitos apoios em instituições aonde nunca antes a CRASDT bateu às portas ou aonde nunca antes tivemos sucesso como era o caso das Embaixadas, como forma de conseguirmos arranjar a mais fundos os quais desviaríamos todos e enviaríamos para a conta do Banco Interatlântico e daí para essa conta em Portugal.
  12. Em seguida, os demónios em mim me disseram na mente para eu dizer à Elsa que depois eu lhe diria o nome das instituições às quais mandaríamos essas cartas, mas que por agora, nos deveríamos concentrar mais em obter esses apoios bancários, conforme os demónios nos haviam instruído. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu disse à Elsa que depois eu lhe diria o nome das instituições às quais mandaríamos essas cartas, mas que por agora, nos deveríamos concentrar mais em obter esses apoios bancários, conforme os demónios nos haviam instruído.
  13. A Elsa me disse que não haveria problema e que ela ficaria à espera dessa informação, com grande ansiedade, porque assim todos nós ficaríamos riquíssimos, e ela (Elsa) iria finalmente conseguir satisfazer a vários desejos seus que ela tinha “bafados” (escondidos) desde há muito tempo, por causa das terríveis pressões e controlos do Inácio e da CRASDT, sobre ela (Elsa).
  14. Depois os demónios em mim me disseram na mente para eu perguntar à Elsa se ela já conseguiu arranjar uma forma de encobrir as saídas desses dinheiros, para que ninguém descobrisse nada. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu perguntei à Elsa se ela já conseguiu arranjar uma forma de encobrir as saídas desses dinheiros, para que ninguém descobrisse nada.
  15. Logo a Elsa me respondeu que essa era a parte mais fácil, porque quem trabalhava com ela de perto eram o Carlitos e o Isaías, e que o Carlitos era um tonto e muito apressado, armado em sabichão e desorientado, e que assim ela (Elsa) lhe conseguia enganar todos os dias sem que ele Carlitos se apercebesse. E que era incrível como a Igreja achava que um analfabeto como o Carlitos, conseguiria controlar e detetar as falcatruas de uma economista genial e reconhecida, tanto nacional como internacionalmente, como ela (Elsa).
  16. Então os demónios em mim me disseram na mente que a Elsa realmente estava muito vaidosa e orgulhosa e que era incrível como é que ela (Elsa) sempre foi assim desde pequena, mas que no entanto até ainda ela não mudou nada, mas até ela, por si mesma, piorou ainda mais depois que ela veio para a CRASDT. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu pensei comigo mesmo que a Elsa realmente estava muito vaidosa e orgulhosa e que era incrível como é que ela (Elsa) sempre foi assim desde pequena, mas que no entanto até ainda ela não mudou nada, mas até ela, por si mesma, piorou ainda mais depois que ela veio para a CRASDT.
  17. Em seguida, a Elsa me disse que quanto ao Isaías, que ele era bem mais experto do que o Carlitos, mas que ele era um profundo apaixonado dela (Elsa), pelo que o Isaías nunca lhe traía nem denunciava e nem sequer se atrevia a sonhar em ir contra ela Elsa, mas sim lhe apoiava incondicionalmente em tudo, muito mais até do que o próprio Samuel (marido dela Elsa), pelo que ela (Elsa) estava muito segura e confiante de que tudo o que ela fizesse, o Isaías iria pôr a sua mão junto com ela, e naquilo que ele (Isaías) soubesse, que ele (Isaías) nunca iria denunciar ela (Elsa) em nada. Que por isso mesmo que em todo o Cenáculo da CRASDT, era apenas ao Isaías que ela (Elsa) deixava conhecer a maior parte dos seus segredos, exatamente porque o Isaías nunca lhe denunciava em nada, mas sempre lhe apoiava.
  18. Logo os demónios em mim me disseram na mente para eu perguntar à Elsa qual era a estratégia que ela estava a utilizar para não deixar os jovens se aperceberem do desvio de dinheiro. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu perguntei à Elsa qual era a estratégia que ela estava a utilizar para não deixar os jovens se aperceberem do desvio de dinheiro.
  19. A Elsa me disse que a CRASDT era uma Igreja muito cega e tola. Que desde que ela chegou e tomou o comando da área financeira e administrativa da Igreja, que ela (Elsa) em pouco tempo se apercebeu que a Igreja tinha um nível razoável de fundos, mas que apenas a Igreja não sabia era gerir correctamente os seus fundos. Então que com a minha entrada, do Paulo e de mais outros jovens na comunidade de bens, que ela entendeu logo que a partir daí, a Igreja nunca mais tinha necessidade de comer sopa práticamente todos os dias.
  20. Mas mesmo assim ela não disse isso ao Inácio, porque desde o ano de 2008, que o Branco lhe entregou uma carta confidencial na cadeia, nas próprias mãos dela (Elsa), contendo uma mensagem que nem sequer o próprio Inácio poderia saber, e nessa carta constava que ela (Elsa) teria de passar a gerir a CRASDT com rigor, e mesmo que o dinheiro aumentasse, que ela não deveria tirar o regime de sopa a que a CRASDT estava a ser diáriamente submetida, e que isso seria uma coisa que lhe seria explicado melhor só mais tarde. Que ela então obedeceu e no ano de 2009, quando eu também comecei a me manifestar como Profeta, no seio da CRASDT, eu lhe enviei um email a lhe apelar no mesmo sentido, porque essa era a ordem de DEUS. Que assim, ela (Elsa), entendendo que estava a fazer um favor a DEUS, continuou a manter a Igreja, sem necessidade, sob o regime de sopa, conforme nós lhe havíamos instruído, já que em ambas as nossas cartas (a minha e a do Branco) nós lhe prometíamos uma grande recompensa de DEUS caso ela fizesse isso e fosse fiel em manter esse regime.
  21. Então, ela (Elsa), vendo que sobrava mensalmente bastante dinheiro, foi desviando dinheiro para as coisas pessoais (1º) dela (Elsa), (2º) para a Della (sustentava-lhe as suas necessidades conforme eu lhe pedia), (3º) para o Samuel (sustentava-lhe muitos vícios e luxos pessoais e garantia comida do bom e do melhor para ele, enquanto a Igreja passava fome), (4º) para o Isaías (a Elsa lhe sustentava a várias necessidades dele e da D. Ilda), (5º) para a Faustina (que sempre lhe pedia dinheiro para as suas crianças e para a sua mãe e ela (Elsa) lhe dava), (6º) para a Dina (que também sempre lhe pedia dinheiro para sustentar a sua filha Deisy e os seus restantes familiares mais próximos), (7º) para a Liu (que sempre lhe queixava “bica” e que precisava de dinheiro para muita coisa pessoal, principalmente chocolates que a Liu adorava comer e nunca deixou de comer, em todo o tempo em que esteve dentro da CRASDT), (8º) para o Di da Totó (que, mesmo trabalhando, também lhe pedia muito dinheiro para comprar comidas particulares e roupas alegando que a Liu lhe consumia a quase todo o seu salário só com comidas agradáveis e roupas interiores já que a Liu tinha um vício de trocar constantemente de soutiens e de cuecas) e ainda para outras coisas, sendo que ela (Elsa) sempre fazia questão de sustentar bem os seus aliados na Igreja, os quais eram principalmente eu, o Di, a Liu e o Isaías.
  22. Então quando as condições da Igreja melhoraram, conforme eu e o Branco lhe havíamos instruído, apesar do Inácio por várias vezes lhe ter apelado a ela (Elsa), em privado para que ela (Elsa) visse como é que se poderia tirar a Igreja da miséria que era comer sopa todos os dias e assim deixar sopa só uma vez por dia ou se possível nem sequer todos os dias, que ela (Elsa) manteve-se firme em mentir ao Inácio de que isso não era possível porque a Igreja não tinha condições suficientes para isso, lembrando-se sempre de que eu e o Branco já lhe tínhamos avisado, em nossas cartas, que o diabo poderia até utilizar o próprio Inácio para lhe testar à volta disso, mas que ela (Elsa) não deveria acreditar porque ainda não era hora para isso e que quando fosse a hora certa, que seria o próprio DEUS a ordenar, através de mim e do Branco, que se acabasse com a sopa, na Igreja.
  23. Que ela (Elsa) fez isso, porque ela sempre acreditou muito mais em mim e no Branco, do que jamais ela acreditou no Inácio, pelo que ela preferiu obedecer a nós do que obeceder ao Inácio, como sempre, visto que ela (Elsa) sempre desconfiou muito do Inácio, sempre achou que algo não ia bem com ele e nunca acreditou que DEUS morasse dentro do Inácio. Então que ela (Elsa) passou a esquivar-se sempre do Inácio porque o Inácio manifestava sempre uma grande preocupação e aflição em tirar a Igreja da sopa porque ele dizia que essa não era uma coisa que DEUS mandou para ficar mas que só estávamos a agir assim por causa das fracas condições da CRASDT, mas que mais cedo ou mais tarde isso teria de acabar, e se possível, o mais cedo possível, para que muitos jovens da Igreja tirassem essa tormenta das suas cabeças. Assim, ela (Elsa) manteve-se sempre a dizer ao Inácio que não havia dinheiro suficiente e ficava a exagerar as despesas para além daquelas despesas que realmente tínhamos na CRASDT e por vezes até inventava algumas despesas, mas sempre com muito cuidado porque ela sabia que o Inácio era desconfiado dela por natureza, e perguntava muito sobre cada despesa feita. Mas o certo é que o Inácio nunca lhe conseguiu pegar, e mesmo nas vezes em que ela (Elsa) achava que o Inácio já tinha visto claro que ela estava a mentir porque ela (Elsa) sentia que nem sequer se conseguiu convencer a si mesma, o Inácio parava, pensava muito e no final só dizia “OK” e depois, o Inácio limitava-se a dizer que já que não havia remédio, então que a sopa tinha de continuar todos os dias.
  24. Então, ao mesmo tempo em que ela ia acalmando as suspeitas do Inácio, ela (Elsa) ia depositando o dinheiro a mais que restava, numa conta que ela abriu junto ao BCN, e depois que eu falei com ela poucos dias antes, ela passou a depositar todo esse dinheiro na conta do Banco Interatlântico, mais algum dinheiro que ela tinha consigo de forma particular dentro do seu próprio quarto, embaixo do colchão, de maneira que nem o Samuel conseguia descobrir fácilmente, e assim em pouco tempo nessa conta já haviam muito mais de mil contos acumulados.
  25. Logo os demónios em mim me disseram na mente para eu dizer à Elsa que ela fez muito bem, conforme eu e o Branco lhe dissemos, porque desde 2007 que os demónios chegaram à CRASDT, primeiro através de mim em São Nicolau (num retiro que então efectuámos na localidade de Aguada) e depois através do Branco (pouco tempo depois dele ter ido para a cadeia), e que essa foi uma das primeiras mensagens que tanto eu como o Branco recebemos, e que deveria ser mantida, porque os demónios não queriam que a Igreja saísse do regime de sopa, mas que a Igreja continuasse a acreditar que eram DEUS e o Inácio que estavam a impor esse regime à força. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu disse à Elsa que ela fez muito bem, conforme eu e o Branco lhe dissemos, porque desde 2007 que os demónios chegaram à CRASDT, primeiro através de mim em São Nicolau (num retiro que então efectuámos na localidade de Aguada) e depois através do Branco (pouco tempo depois dele ter ido para a cadeia), e que essa foi uma das primeiras mensagens que tanto eu como o Branco recebemos, e que deveria ser mantida, porque os demónios não queriam que a Igreja saísse do regime de sopa, mas que a Igreja continuasse a acreditar que eram DEUS e o Inácio que estavam a impor esse regime à força.
  26. Então a Elsa me disse que agora, ela ludibriava o Carlitos e o Isaías porque todas as entradas e saídas estavam concentradas só nela (Elsa) e eles só fechavam as contas diárias dos dinheiros que diariamente ela mesma Elsa lhes dava, mas eles nunca conseguiam saber nem confirmar ao certo, se realmente o que havia no Banco, foi mesmo aquilo que havia entrado na Igreja, no Sábado anterior, embora soubessem que ela (Elsa) desviava dinheiro à CRASDT.
  27. Que também ao enviar o Isaías para fazer-lhe os depósitos de dinheiro, que ela (Elsa) muitas vezes instruía o Isaías a fazer parte do depósito no BCA e parte do depósito no BCN, e depois, para que o Isaías não falasse nada, ela (Elsa) lhe pagava com sexo gratuito, e como o Isaías adorava ter sexo com ela (Elsa) (sempre nas ausências do Samuel, que é o irmão mais velho do Isaías), o Isaías ficava quieto e não falava nada, para que ela (Elsa) também não lhe denunciasse.
  28. Aliás, o constante acesso do Isaías ao quarto dela (Elsa) e do Samuel, não era só para efeitos de “contas” mas principalmente porque o Isaías sempre foi amante dela (Elsa) e o Isaías sempre lhe disse em privado que ele sempre quis se casar com a Elsa antes do Samuel, já que ele Isaías adora mulheres mais velhas do que ele, mas que simplesmente o Samuel lhe antecipou e assim ele Isaías ficou sem como poder conquistar e desposar de forma pública, ela (Elsa). Mas que mesmo assim, ele Isaías sempre cobiçou a Elsa e desejava que um dia ela se divorciasse do Samuel, para ele (Isaías) poder ficar com a Elsa só para si.
  29. Assim, entre o Carlitos e o Isaías, só o Isaías é que sabia que ela (Elsa) sempre fazia dois depósitos diferentes. E quando ela (Elsa) sempre mostrava um extracto falso, só do BCA, a Igreja que não sabia que ela mandava fazer sempre esses dois depósitos, logo acreditava, e ninguém suspeitava que era tudo um engano, e o Isaías também não comentava nada com ninguém. Que era com esse dinheiro depositado no BCN que ela (Elsa) fazia agora as despesas extras dela e dos outros membros seus aliados, mas que aos membros mais afastados dela (Elsa) e à Vera em quem ela (Elsa) não confiava totalmente porque a Vera era muito interesseira, ela (Elsa) sempre só pagava as suas despesas, da conta do BCA.
  30. Logo os demónios em mim me puseram por dentro extremamente contente com a Elsa e ao mesmo tempo me deram um grande ódio do Inácio e da CRASDT e me disseram na mente para eu dizer à Elsa que ela estava a fazer um excelente trabalho e que ela deveria agir sempre assim porque o dinheiro que estávamos a mandar para Portugal, era para servir e sustentar mais à frente a todos os que se posicionassem do lado dos demónios, já que ficaríamos todos ricos e poderíamos fazer o que bem quiséssemos com esse dinheiro. Eu de minha livre vontade, consciente de que isso era pecado mas mesmo assim com imenso prazer em pecar, concordei plenamente com os demónios em mim, meus amados senhores e legítimos dominadores, e eu fiquei por dentro extremamente contente com a Elsa e ao mesmo tempo eu senti um grande ódio do Inácio e da CRASDT e eu disse à Elsa que ela estava a fazer um excelente trabalho e que ela deveria agir sempre assim porque o dinheiro que estávamos a mandar para Portugal, era para servir e sustentar mais à frente a todos os que se posicionassem do lado dos demónios, já que ficaríamos todos ricos e poderíamos fazer o que bem quiséssemos com esse dinheiro.
  31. Então a Elsa me disse que ela todavia estava a estranhar esse meu zelo, sendo que eu nunca lhe pareci ser interesseiro e nem gananciado por dinheiro.
  32. Por ora, assim termina esta Confissão.

 

  1. Todos os pecados que eu acima relatei, ao longo desta carta, os demónios em mim me incitaram na mente a depois nunca confessá-los para ninguém, em especial para o Inácio, mas sim a guardá-los a todos só na minha mente, até agora. Eu, livre e conscientemente, sempre concordei com os demónios em mim e eu nunca confessei a nenhum dos pecados que eu acima relatei, ao longo desta carta, para ninguém, em especial para o Inácio, mas sim eu guardei a todos estes pecados, só na minha mente, até agora.

Ponta D’Água, 06 de Março de 2016

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/ Amândio Honório de Jesus Delgado de Brito /

  1. CidadaoCV

    Grande treta esta confissão. É muito longa, própria de “gente da Lei”, que gosta de alongar nas palavras, exactamente para ludibriar o ouvinte ou leitor, pelo que já o copiei para ler mais calmamente “of line”. Mas, parece-me uma grande treta, porque o “cara” usa e abusa da expressão “os demónios em mim”, como forma de auto-desresponsabilizar-se de todos os crimes e promiscuidades cometidas, como cidadão e como membro desta maldita CRASDT.

  2. Roni

    Até quando bsot tem continua te publica leviandades de uns e outros porra. ka tem koza mas importante pe po nes jornalonline?

  3. alda

    ja recomeça es paljhaçaria

  4. Adriano Silva

    Ele era Juiz de um Tribunal Cível da Praia e julgou muitos casos. Em que bases ? Ao Conselho Superior da Magistratura Judicial para os devidos efeitos.

  5. CaboVerdiano

    Esse terra ca tem noticia por isso noticias do norte resolve entra na palhaçada. Aja saco para isso.

  6. SANDRA

    ESSA PALHAÇADA SEM PÉ NEM CABEÇA JÁ DEU. QUE SA FODA ELES TODOS

Os comentários estão fechados.

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