Avaliação final: Falta de manuais afectou o aproveitamento dos alunos

11/07/2016 08:13 - Modificado em 11/07/2016 08:13

EscolaOs alunos do 2º, 4º e 6º anos acabaram de fazer os testes de avaliação final, contudo, notou-se alguma preocupação durante a realização dos mesmos. Os professores do sexto ano de escolaridade consideram que a falta dos manuais trouxe vários constrangimentos aos professores e, consequentemente, afectou os alunos na realização da avaliação final. ­

Após um longo período de espera e de promessas, os alunos do sexto ano de escolaridade terminaram o ano lectivo sem os manuais das disciplinas de Estudos Sociais e Matemática, uma situação preocupante para os professores entrevistados pelo NN que dizem ter encontrado várias dificuldades em leccionar as disciplinas.

De 1 a 8 de Julho, os alunos do segundo, quarto e sexto ano de escolaridade foram submetidos a exames finais. Os gestores dos pólos entrevistados pelo NN avaliam de forma positiva o período dos exames.

Contudo, alguns professores consideram que para além das provas serem bastante extensas e rigorosas, a falta dos manuais afectou os alunos na prestação das provas de avaliação final o que leva a temer por resultados inesperados.

Uma professora do sexto ano afirma que para além do programa, a falta dos manuais obrigou os professores a recorrem a pesquisas na internet e a outros livros sem que houvesse uma organização entre os professores, pelo que houve discrepância no leccionamento dos conteúdos. Uma situação que veio resultar na descoordenação das matérias e, consequentemente, na realização das provas finais elaboradas a nível do Concelho.

A situação é relatada pelos professores que estiveram nas salas fazendo a supervisão e a coordenação das provas de exames que afirmaram que a correcção das mesmas foi um desafio pois registou-se alguma desorganização em relação a grelhas de correcção que terão sofrido alterações ainda no decorrer das provas.

  1. Francisco Andrade

    O problema dos caboverdianos é ” dar passos maior do que as pernas”..já tinha dito um diplomata estrangeiro.
    Quem paga ” o pato” são os alunos, pais e encarregados de educação que vivem esse problema na pele, mas não vão a rua manifestar este ” entrave” aos seus educandos e por último os professores ( considerados como sendo o bode expiatório de todo o sistema de Ensino).
    Aguardo sugestões nos comentários.

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