CMSV inicia a colocação de placas com número de porta em Monte Sossego

28/06/2016 08:11 - Modificado em 28/06/2016 08:11

IMG_20160627_152152No âmbito do projecto de toponímia, iniciado pela Câmara Municipal de São Vicente, foi realizada esta segunda-feira, em Monte Sossego, na rua 01 a colocação das duas primeiras placas de identificação referentes ao número de polícia (nº porta).

O pólo educativo número nove, em Monte Sossego, fica assim identificado com o número 01 e onde antes era identificado com o número 66-B fica agora 02. A rua 01 de Monte Sossego está identificada pelo nome de Rua Teodoro Gomes (Kunk).

De acordo com Augusto Neves, apesar de simples, a colocação da primeira placa referente ao número de polícia é um acto de extrema importância, já que esta identificação há muito que estava em falta para várias instituições e para a população e, neste sentido, já há vários anos que se está a tentar implementar este projecto que a Câmara elege como prioritário.

“São Vicente está cada vez maior, daí a necessidade de ter ruas e portas devidamente identificadas, para se ter uma cidade e uma ilha mais organizada”, explica o edil de São Vicente que diz também ser de extrema importância para uma ilha que se assume cada vez mais como destino turístico.

IMG_20160627_152355Este programa irá, conforme afirma Neves, prover uma relação muito mais fácil com a própria vida da cidade. E, por isso, a Câmara trabalha neste processo” mas, para isso, é preciso financiamento para dar continuidade ao programa bastante complexo e custoso.

Rodrigo Martins, Vereador do Urbanismo da CMSV diz que o serviço de toponímia é fundamental enquanto elemento de identificação, orientação e localização de imóveis urbanos.

“É um trabalho que vai continuar, sabemos que não é um trabalho fácil, mas o crescimento urbano de São Vicente tem sido de forma espontânea, o que tem vindo a criar algumas dificuldades para dar continuidade com maior rapidez a este processo de toponímia”, declara Martins para quem estes obstáculos só têm servido para aclarar a criatividade.

  1. João Medina(médico)

    Tristeza profunda.
    Imagem ridícula .
    Como explicar esta tarefa ao alcance de um aprendiz de carpinteiro a ser executada pelo “presidente” da CAMARA MUNICIPAL de SÃO VICENTE?
    Será que este homem nada mais digno tem para fazer?
    Esta imagem prova como nos últimos anos tem sido ,por este homem, banalizada a C.M.S.Vicente. Pelo seu caracter e postura, nem para vereador deveria ser o candidato de Ulisses.
    Sr. presidente do MPD, orgãos do partido, dirigentes locais: tenham mais respeito pelos Caboverdeanos que estimam e defendem a dignidade dessa ilha e das suas gentes.
    Para evitar má língua, quero que fique bem claro que NUNCA ME DISPONIBILIZEI para ser candidato á C:M.S.Vicente

  2. Tereza

    “Nós de São Vicente…” E entretanto diz que nunca disponibilizou-se ser presidente da Câmara de S. Vicente
    O Sr. não sabe nada de S. Vicente! Nunca viveu aqui…Onde está neste momento?
    Devia sentir vergonha de certos comentários que faz na sua mensagem.
    Nem vale a pena dizer mais nada pois a resposta que merece já lhe foi dada no comentário anterior.

  3. Tereza

    “Nós de São Vicente…” E entretanto diz que nunca disponibilizou-se ser presidente da Câmara de S. Vicente
    O Sr. não sabe nada de S. Vicente! Nunca viveu aqui…Onde está neste momento?
    Devia sentir vergonha de certos comentários que faz na sua mensagem.
    Nem vale a pena dizer mais nada pois a resposta que merece já lhe foi dada no comentário anterior.

  4. João Medina

    Gusto “tiago”
    A resposta ao meu comentário não me surpreendeu, pois está de acordo com o nivel do colocador de nºs nas portas.
    Mais uma vez me dá razão:temos um p.C.M.S.Vicente ao nivel de um aprendiz de carpinteiro.
    Se algum aprendiz,seja do que for ficar ofendido, a culpa é do presidente.
    Não ofendi nenhum profissional, e fico admirado ao saber que o trabalho de colocação dos nºs nas portas,-como diz o Tiago que também é Augusto- está sendo feito por, vejam só:
    Por Técnicos da área de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia e da Topografia.
    SINCERAMENTE!!!!!!!!!!! Temos ruas com as portas numeradas desde o tempo do colonialismo, época em que São Vicente não tinha sequer um único arquiteto, nem engenheiro. E esta meu Tiago Gusto!!!!

  5. Tiago Augusto

    Meu senhor, o trabalho disso se chama “Toponímia”. Se tivesse conhecimento (curso na área técnica “Exactas”) saberia do que me refiro.
    Tentarei ser breve, o plano director de São Vicente não é o mesmo do período colonial, por numerosos factores:
    A cidade mudou em relação a época, as pessoas hoje são outras(óbvio), tivemos um profissional que veio à S.Vicente(encarregado de obras de urbanismo há uns bons anos atrás) para projectar novas vias, novos bairros para novos estilos de vida.

  6. Tiago Augusto

    (continua)
    Acha que a cidade não mudou?
    Que São Vicente vive um momento diferente(contemporâneo) do que viveu no período colonial?
    Tudo bem não lhe compete saber disso(como já havia dito a sua formação é na área da Medicina), no entanto, menospreza mais uma vez o trabalho e a formação dos outros. Eu jamais (por mais que me sentisse apto a dar palpites) falaria do trabalho do médico, do carpinteiro, do aprendiz, por não ter nenhuma dessas formações ou capacidades.

  7. Tiago Augusto

    (CONTINUA)
    Insinua que o povo são-vicentino não mereça tais benfeitorias para sua cidade? É isso?
    Merecem sim ficar atrasados na época da colonização?
    VEJA eu até tento ser complacente com vossa excelência, mas cada vez são piores os seus argumentos, se pararmos para pensar.
    A empreitada em questão trará benefícios tremendos a nossa cidade que almeja outros horizontes.

  8. Tiago Augusto

    (Continua)
    Todas as casas futuramente terão sua caixa postal, serviços de entrega à domicilio mais eficientes para todos, teremos um sistema de navegação digital(gps) com mais eficiência. Será que temos tudo isso na nossa ilha?
    Muitas cidades no mundo têm, porque não em São Vicente?
    Isso tudo chegará como consequência do bom trabalho que se faz agora.
    Isso é considerado “o básico” no mundo inteiro. “Gotta keep it up”- Temos que tentar acompanhar o avanço mundial, ou seja, actualizar sempre que possível.

  9. Tiago Augusto

    (Continua)
    Por fim nós viveremos numa ilha melhor, mais preparada, como aquela que o senhor habita kkk.
    Se Deus quiser!
    Fica na paz!
    O objectivo da nossa conversa é só esclarecermos as coisas, em prol do entendimento correto de cada noticia de Nôs Terra.
    PS: Desculpa pelo Textão fragmentado John Jenny, agora junta tudo que entenderás minimamente.
    Abraço

  10. Tiago Augusto

    Antes que eu me esqueça o trabalho nada tem a ver com profissionais colocando números nas portas pessoalmente, e sim uma serie de estudos. Não confunda as coisas John

  11. Toponimia CMSV

    A toponímia define-se como estudo dos nomes de lugares habitados ou não, e de sítios, países, ruas e caminhos ou a designação das localidades pelos seus nomes, e o estudo linguístico ou histórico da origem dos nomes das localidades.
    Para além do seu significado e importância como elemento de identificação, orientação, comunicação e localização dos imoveis urbanos e rústicos, a toponímia é também, enquanto área de intervenção tradicional do poder local, reveladora da forma como o município encara o património cultural.
    A toponímia, para além de atualmente ser vista sobretudo, como um instrumento fundamental para a identificação de morada dos habitantes de uma cidade, de uma vila ou de uma aldeia, tem igualmente outras funções, tais como: o registo da história de aldeias, bairros, ruas e praças, a homenagem a individualidades que se distinguiram pelas suas obras, isto é, tem a função de reconhecimento público, de homenagem, perante a qualidade excecional de determinados indivíduos e serve também de veículo pedagógico, uma vez que os homenageados servem de exemplo para gerações futuras, ao mesmo tempo que lhes dão a conhecer figuras dos mais variados ramos do saber divulgando a sua atividade.
    A toponímia representa um eficiente sistema de referenciação geográfica que o homem necessita e que utiliza para localizar as atividades e os eventos no território, por isso as designações toponímicas devem ser estáveis não devendo ser influenciadas por critérios subjetivos ou fatores de circunstância.
    Neste contexto, o município de São Vicente pretende encetar esforços no sentido de colmatar, paulatinamente, as deficiências no domínio da toponímia, assente na realização de estudos topónimos para as zonas de expansão urbana e atualização/melhoramento das regras de atribuição de topónimos atendendo à sua importância como um sistema eficiente de referenciação geográfica e de divulgação histórica e cultural da ilha de São Vicente.
    O grande crescimento urbanístico da ilha de S. Vicente, a expansão demográfica, o interesse e a necessidade de serem definidas normas claras e precisas que permitam disciplinar os métodos de atuação, atribuição e gestão da toponímia e numeração de polícia levaram a Câmara Municipal a elaborar o presente Regulamento

  12. Toponimia CMSV

    Precisamos das pessoas para dar uma contribuição ativa, valida, para que possamos evoluir de forma quarente e concisa.
    Estamos no facebook, quem quiser deixar sua contribuição que o faça, São Vicente agradece.
    OBRIGADO desde já á todos pela sua colaboração….

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