Chuva no Mindelo: várias casas inundadas

6/09/2012 02:36 - Modificado em 6/09/2012 02:36

As torrentes das águas das chuvas caídas, na ilha de São Vicente, invadiram algumas residências. A água que entrou pelas traseiras e saiu pela porta da frente levou os residentes a accionarem o apoio dos vizinhos para combaterem as inundações.

 

As chuvas caídas nesta quarta-feira na ilha de São Vicente deixaram sinais de destruição em alguns bairros. Este online constatou que algumas casas foram inundadas pelas torrentes de águas, espaços comerciais tiveram que fechar as portas e algumas vias onde as águas impediam o trânsito de veículos e pedestres.

As pessoas que vivem em casas de latas, ou residências cobertas com chapas foram as que mais sofreram com as últimas chuvas caídas na ilha de São Vicente. De nada valeu-lhes as medidas de precaução, porque as correntes de água entraram no interior das suas residências e deixaram alguns prejuízos.

De acordo com os cidadãos afectados com quem o NN falou “. Pelo facto de morarmos numa encosta, as torrentes desciam em grande velocidade derrubando os diques de protecção. Facto que fazia a água entrar nas traseiras varrer o recheio das casa e sair pela porta de entrada”.

Mas ainda de acordo com os nossos entrevistados “ a água das chuvas estragaram alguns electrodomésticos e mobílias. Mas, graças a intervenção dos nossos vizinhos que ouviram o nosso pedido de socorro evitou-se o pior. Já que vieram munidos de baldes para extraírem a água e materiais para abrirem valas de escoamento da água”.

Por outro lado houve bairros, como a zona de Fonte Felipe, Pedreira, Ribeirinha, Cruz João Évora, Chã D´ Alecrim, onde os residentes viram as águas da chuvas engolirem os caminhos vicinais e deixar as cápsulas de esgotos à céu aberto. Pelo que o serviço de saneamento da CMSV foi chamado a intervir porque o mau cheiro de esgotos invadia o interior das residências.

  1. Luiz Silva

    Num pais de secas e pouco milho como é possivel ver morrer no mar tanta agua que poderia ser desviada para um lago artificial na Ribeira de Vinha ou de Julião para servir a nossa agricultura e a pastagem do gado ? Revolta-me o silêncio dos politicos e intelectuais mas também dos nossos técnicos incapazes de repensar este drama que ano e ano se repete sem soluçoes imediatas. Rogar pela chuva anualmente e não saber aproveitar dela é culpa nossa e não de Deus.

  2. Já era de esperar depois do alcatroamento das ruas sem escoamento da água das chuvas
    por colectores que deveriam ser instalados aquando da instalação do sistema de drenagem do esgoto, à semelhança do que se fez,. embora tardiamente e depois de se terem gasto pipas de massas, na Rua 9 de Setembro, para aliviar a Praça Estrela da ribeira vinda da Ribeirinha e arredores que transformava esta praça num lago e interrompia a circulação de automóveis e pssoas por essa rua.

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