Porto Novo: “funcionários da fábrica de queijo continuam a ser ignorados pelo Governo”

20/06/2016 07:40 - Modificado em 20/06/2016 07:40
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queijobranco2O Sindicato Livre dos Trabalhadores de Santo Antão (SLTSA) assegura que os trabalhadores estão à margem da privatização da fábrica de queijo do Porto Novo e ainda estão por receber os seis meses de salários em atraso, garante Carlos Bartolomeu, secretário não-permanente do SLSTSA.

A situação dos trabalhadores da fábrica de queijo continua a arrastar-se e, enquanto isso, os empregados desconhecem o próprio futuro e Carlos Bartolomeu diz à Inforpress que “a privatização da fábrica de queijo do Porto Novo está a ser feita no segredo dos deuses e com os trabalhadores a serem ignorados em todo o processo”.

Desde 2013 que os funcionários vieram a público pedir a intervenção do Governo, proprietário dessa unidade fabril, para uma solução por parte do mesmo que, na altura, era gerido pelo PAICV. Todavia, houve mudança no executivo e o secretário não-permanente do SLSTSA acrescenta que o sindicato sabe que a fábrica, propriedade do Estado, já foi privatizada e acusa o actual governo do MpD de seguir a mesma política do anterior, uma vez que os trabalhadores não fizeram parte do processo de privatização, para além da “postura que o actual executivo também está a seguir, ignorando os empregados”.

A fábrica de queijo do Porto Novo está encerrada desde o mês de Agosto de 2013 e há cinco meses que os responsáveis da unidade fabril não arcam com as responsabilidades quanto ao pagamento dos salários aos cidadãos que compõem o colectivo de trabalhadores.

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