Obama condena «ato de terror e ódio» no ataque a discoteca que matou 50 pessoas

13/06/2016 08:28 - Modificado em 13/06/2016 08:28
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orlandoO presidente dos Estados Unidos, comentou este domingo o ataque que fez 50 mortos na discoteca gay de Orlando na madrugada deste domingo. «Não sabemos o que motivou o ataque, mas sabemos o suficiente para afirmar que era uma pessoa cheia de ódio e este foi um ato de terror», disse.

«Este é um dia triste para a comunidade LGBT, mas nenhum ato de terror pode mudar o que somos. Perante o ódio e a violência, devemos amar-nos uns aos outros. Não nos vamos render ao medo», acrescentou.

O suspeito tinha uma arma automática, uma pistola e um «dispositivo» não identificado. Obama, de cara fechada, que há anos tenta aprovar no Congresso restrições à venda de armas, voltou a sublinhar a questão. «Este massacre lembra como é fácil alguém conseguir uma arma e abrir fogo numa escola, num templo religioso, num cinema ou numa discoteca. Temos de decidir se esse é o tipo de país que queremos ser. Não fazer nada também é uma decisão», disse Obama.

O ataque ocorreu por volta das 2 horas locais na discoteca Pulse. Quando a polícia chegou ao local, houve troca de tiros do lado de fora, o atirador voltou para dentro e fez reféns durante três horas. A polícia decidiu intervir por volta das 5 horas, matando o atirador, já identificado como Omar Mateen, de 29 anos. Além das 50 mortes, 53 pessoas ficaram feridas e a polícia conseguiu retirar do edifício cerca de 30 pessoas.

abola.pt

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