Mindelenses avaliam mudanças: “o estranho seria se tudo continuasse na mesma“

13/06/2016 07:42 - Modificado em 13/06/2016 07:42
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palacio governo

O novo Governo tem realizado várias mexidas tanto a nível estrutural como a nível político. Mexidas que têm mudado, de certa forma, a orgânica e a organização dos órgãos do Estado. A área cultural foi uma das primeiras a receber as mudanças, seguida pela taxação do tecto salarial para os gestores dos órgãos públicos, a RTC e a Inforpress, mudanças a nível da educação, entre outros sectores.

Medidas que a ver de alguns cidadãos, são necessárias para cumprir o programa do Governo, enquanto que para outros, é bom não cair no clima de deitar tudo abaixo.

O Governo, desde que assumiu as funções, tem operado várias mudanças que alguns poderão chamar de revolução na forma de Governar. Para Mateus Fortes, o Governo foi eleito porque propôs uma ideia diferente de governar e, neste caso, “é normal haver tantas mudanças”. Para este cidadão, o estranho seria se tudo continuasse na mesma.

“As políticas tinham de mudar, assim como o que o novo Governo pensa que não estava bem” e, neste caso, também é considerado normal haver mudanças, considera Hélder Almeida, morador em Monte Sossego. Na mesma linha de pensamento, Odair Fortes diz que as mudanças já eram esperadas, principalmente a nível de orgânica das estruturas do Estado. “Acho que sempre que se muda de Governo vai haver este tipo de mudanças: em 2001 aquando do PAICV, também não foi muito diferente”.

Mas mudar muito não pode ser tão benéfico e pode criar alguns atritos como considera Jorge Delgado. Para Delgado, o Governo vai sempre colocar pessoas da sua confiança nos lugares de liderança, mas “mudar só para mudar” pode ter um efeito negativo. “O Governo precisa de ter cuidado para não estragar todo o trabalho que já foi feito”, acautela Delgado esperando que as medidas levadas a cabo pelo novo Governo possam ter um efeito positivo e não o contrário.

Rodrigo Santos diz estar ainda à espera para ver o que o Governo pretende e, neste sentido, diz que somente o tempo vai dizer se o Governo tem razão ou não sobre as medidas que tem feito até ao momento, ou seja, “vamos esperar para ver”.

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