PR enfrenta “problemas imprevisíveis” na escolha do novo CEMFA

24/05/2016 09:01 - Modificado em 24/05/2016 09:26
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jcfO Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, ainda não fez a nomeação do novo Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas (CEMFA) e alega que alguns imprevistos originaram o atraso nessa escolha.

 “Alguns problemas contribuíram para o atraso na nomeação do novo CEMFA prevista para a semana passada, tratando-se de problemas imprevisíveis”, escreve a Inforpress. No entanto, o NN sabe que a escolha para Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas recaiu sobre o Coronel António Monteiro, “Tuínga”, ex-comandante da Guarda Costeira que  este terá  alegado motivos pessoais para recusar o convite. Informação que até agora não foi desmentida .

Assim sendo, o Governo e o Chefe de Estado ainda têm “uma batata quente” em mãos e com alguma urgência para resolver, isto porque o Chefe de Estado-Maior das FA está demissionário e o Tribunal Militar sem juízes. Agrava-se o facto do homicida confesso, o militar Entany, estar a aguardar o julgamento militar pela suspeita de ter morto 11 pessoas no destacamento militar de Monte Tchota, Concelho de São Domingos.

Jorge Carlos Fonseca adianta que “por se tratar de um assunto que requer uma articulação entre o Governo e o Presidente da República, fomos deparados com pequenos problemas imprevisíveis e espero que muito rapidamente seja seleccionado” pois, desde o dia 13, o Primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva, apresentou as propostas de nomeação do novo CEMFA e dos juízes do Tribunal Militar que vieram a tornar-se inviáveis, uma vez que o escolhido não aceitou o cargo alegando motivos pessoais.

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