Naufrágio Navio Vicente: Sobreviventes e familiares querem soluções do novo Governo

17/05/2016 08:05 - Modificado em 17/05/2016 09:07
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vicenteQue soluções tem o novo Governo para resolver o caso pendente resultante do naufrágio do navio Vicente que afundou ao largo do Porto dos Cavaleiros, ilha do Fogo, levando a bordo 26 pessoas, tendo quinze pessoas perdido a vida e várias famílias ficaram desamparadas. Os familiares aguardam ansiosamente por respostas e apelam para serem recebidos num encontro com a nova Ministra que tutela a pasta das Infra-estruturas e da Economia Marítima.

Após dezasseis meses do afundamento do navio Vicente no Porto dos Cavaleiros, ilha do Fogo, e que ceifou a vida a quinze pessoas e deixou várias famílias desamparadas, sobreviventes e familiares das vítimas do navio Vicente ainda aguardam por respostas concretas por parte das autoridades.

Que medidas tem o novo Governo para resolver a situação das vítimas? Eis a questão colocada pelos sobreviventes e familiares das vítimas do naufrágio do navio Vicente. Com a entrada do novo Governo liderado por Ulisses Correia e Silva, os lesados questionam medidas para resolver o problema que há muito aflige os familiares e sobreviventes.

Em nome dos familiares das vítimas do naufrágio, Cirilo Cidário diz que os familiares querem respostas por parte do novo Governo, pois muito tempo se passou e os familiares continuam a viver momentos difíceis. Os familiares querem ser recebidos pelo Governo de modo a exporem as suas preocupações e obterem respostas concretas. “Apelamos ao Governo que, se possível, efectue um encontro connosco concedendo-nos um espaço para conversarmos”.

O porta-voz dos familiares espera que o novo Governo cumpra as suas promessas e tente também resolver os problemas das pessoas que ficaram lesadas na sequência do acidente. Que os familiares venham a receber uma indemnização justa uma vez que, até ao momento, não houve qualquer resolução.

Os mesmos estão esperançosos na resolução dos problemas uma vez que a actual Ministra das Infra-estruturas e Transportes foi quem presidiu a comissão dos inquéritos tendo afirmado na altura que havia coisas que não tinham sido elencadas por opção do Governo anterior, logo, esperam que a mesma seja sensível a esta causa dando razão às responsabilidades do Governo, pois as famílias vivem “situações críticas”.

Embora tenha havido um “certo desleixo por parte dos sucessivos Governos em fugir às suas responsabilidades, em nome do artigo 7 da Constituição esperamos que o Estado cumpra as suas responsabilidades sociais fazendo com que as pessoas sejam minimizadas nos seus sofrimentos”.

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