O comandante da 3ª Região Militar desconhece pedido do MP para tutelar o processo

16/05/2016 08:30 - Modificado em 16/05/2016 08:30
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Cenfa-Monte-TchotaO comandante da 3ª Região Militar  disse  a Lusa que desconhece oficialmente qualquer pedido que tenha sido feito pelo Ministério Publico para assumir o processo de investigação dos homicídios ocorrido no destacamento militar de Monte Tchota. Esta informação foi avançada na ultima semana e não foi desmentida pelo MP. Mas Carlos Rodrigues assume “como provável o pedido de apoio de outros serviços com meios especializados para prosseguir alguns exames periciais”. Disse que tem  havido com a PJ  “trocas de informações e algumas análises conjuntas” no âmbito deste processo .

A 3.ª Região Militar é a área de jurisdição militar para efeitos de defesa constituída pelas ilhas do Maio, Santiago, Fogo e Brava e tem sede em Santiago.

O comandante é por inerência de funções a Autoridade Judiciária Militar, a quem cabe investigar, mandar investigar ou instaurar processos relacionados com crimes essencialmente militares.

Relativamente ao processo de Manuel António Silva Ribeiro, o comandante da 3.ª Região, de que depende hierarquicamente o destacamento de Monte Tchota, disse à Lusa ter delegado num oficial subordinado a instrução do processo.

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