EPIF perde o campeonato sem perder um jogo

3/09/2012 07:14 - Modificado em 3/09/2012 07:14

O EPIF, da Praia revalidou o título de campeão nacional, no futebol feminino, após um empate com o EPIF, de São Vicente. As bicampeãs precisaram de um empate e do critério de disciplina para conquistar o título. Já o EPIF, de São Vicente provou da máxima, que no futebol não há justiça, porque perdeu o campeonato sem perder um jogo.

 

O EPIF, de São Vicente tinha a tarefa de vencer a sua congénere, EPIF, da Praia, ou em caso de empate evitar a acumulação de cartões, para que pudesse conquistar o campeonato nacional. As campeãs de São Vicente tentavam conquistar o primeiro título nacional, enquanto a equipa adversária visava revalidar o título conquistado em 2011, na ilha de São Nicolau.

Ambas equipas entraram para esta partida, com seis pontos, 11 golos marcados na prova e nenhum golo sofrido. Porém o EPIF, da Praia tinha a vantagem, porque no critério da disciplina havia recebido menos advertências por parte das equipas de arbitragens.

E foi este critério que decidiu o vencedor da prova, porque o jogo terminou empatado a uma bola. No final da partida a organização anunciava que o título seria entregue a EPIF da Praia, pelo facto da EPIF, de São Vicente ter recebido o maior número de advertências, que a sua adversária.

Com esta decisão os campeões de São Vicente perdiam o campeonato sem perder qualquer jogo. O EPIF perdeu o título porque no futebol não há justiça, uma vez que conquistou sete pontos, marcou 12 golos e sofreu um golo, um cenário idêntico ao das bicampeãs, mas de acordo com o regulamento da prova, o critério da disciplina foi a chave da entrega do troféu.

No final do jogo, o treinador Gust e a capitã, do EPIF, Xangai contestaram os critérios que ditaram a perda do campeonato. Gust e Xangai defenderam que “sofremos um golo de uma falta que não existiu e que acabou por beneficiar a equipa da EPIF, da Praia. Foi uma arbitragem com dualidade de critérios na disciplina, uma vez que advertiram as nossas jogadoras, de forma intencional para que o título fosse entregue a nossa adversária”.

 

Prémios

Quanto aos prémios individuais, Laís Spencer, do EPIF, de São Vicente conquistou os troféus de melhor jogadora e melhor marcadora. Já a guarda-redes, Branca, da EPIF, da Praia levou o prémio de menos batida.

De realçar que nos seus jogos as bicampeãs venceram o Académico do Sal por 6-0 e Escola Augusto Almeida de São Nicolau por 5-0. Já o EPIF, de São Vicente derrotou o Académico por 2-0 e Escola Augusto Almeida por 9-0.

  1. EPIF GANHA CAMPEONAT

    Mas ó Eduíno Santos: porque é que o título não podia ser: EPIF GANHA CAMPEONAATO SEM PERDER UM JOGO. É que a EPIF da Praia ganhou o campeonato mas não perdeu nenhum jogo.

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