Não pagamento do INPS deixa funcionários da PJ sem medicamentos e revoltados

10/05/2016 08:11 - Modificado em 10/05/2016 08:11

PJProblemas no pagamento ao INPS por parte da administração da Polícia Judiciária está a deixar revoltados os funcionários da Polícia Técnica. Este online sabe que todos os meses é-lhes deduzida uma percentagem nos salários referente ao INPS, algo que acontece em qualquer instituição/empresa mas, mesmo assim, quando chegam às farmácias ou precisam de fazer algum tratamento, são informados que perderam esse direito porque a administração não pagou o INPS, por isso, não podem usufruir dos benefícios. Sendo a profissão cheia de riscos e com um salário baixo, quando não têm pagamento do INPS para a cobertura dos medicamentos fica-lhes mais difícil e, por isso, “o pessoal está descontente com esta situação, querendo que ela seja resolvida o quanto antes”.

Vários agentes foram comprar medicamentos mas foram informados do incumprimento por parte da entidade patronal. “Todos os meses fazemos o desconto para o seguro e quando precisamos de comprar algum medicamento com a cobertura do INPS, as farmácias dizem que não podemos porque não temos seguro”. Este tipo de situação ocorre quando a entidade patronal não paga a Previdência Social durante três meses pelo que INPS suspende a cobertura do seguro até à sua reposição. Esta situação, segundo a nossa fonte, “é fruto da incompetência da Direcção Administrativa na Cidade da Praia mas, no entanto, sempre que é confrontada com esta situação, a mesma culpabiliza o INPS que, todavia, já demonstrou que a PJ não paga há mais de três meses”. O último pagamento feito foi no mês de Janeiro deste ano, desabafa. “Já na Cidade da Praia houve um abaixo-assinado onde 90% dos funcionários aderiram, pedindo a demissão da responsável, mas o Director Nacional da PJ simplesmente ignorou o apelo dos funcionários”, conta a nossa fonte que critica esta situação porque o não pagamento ao INPS por parte da Polícia Técnica deixa os trabalhadores numa situação desagradável, tendo até de recorrer a empréstimos para comprar os medicamentos que poderiam comprar sem problemas se não houvesse este tipo de situações.

A mesma fonte conta ainda que já tiveram 3 ou 4 situação do tipo de 2015 até agora, algo que não pode acontecer, pois trata-se de medicamentos. Muitos até já chegaram a pedir que seja feita uma auditoria externa para mostrar eventuais anomalias, porque há sempre problemas com a Direcção Administrativa.

  1. agente de pj

    Dr.ivandro tive la como director administrativo e financeiro nunca no tive es tipo de problema, es actual directora nem se quer formação superior ela tem

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