A revista sensual em que as mulheres definem o erotismo

9/05/2016 12:45 - Modificado em 9/05/2016 12:45
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Começou por brincadeira entre amigos, apareceu no Snapchat e cresceu já para televisão. Mas é no Instagram que a audácia natural da “Arsenic” está a mexer com o mundo do erotismo.

A “Arsenic Magazine”, considerada uma versão da Playboy para os “millennial”, os jovens nascidos no virar do século, foi lançada oficialmente em junho de 2015 e tem quase um milhão de seguidores no Instagram.

Pensada por mulheres, feita por e para mulheres, a “Arsenic” aposta num erotismo natural, com fotos de mulheres “reais”. Começou no Snapchat, que permite ao utilizador ditar quanto tempo a foto está visível antes de se apagar, e tem 500 mil seguidores.

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Amanda Micallef e Billy Hawkins são amigos e os mentores do projeto, que começou em casa de um deles, com modelos, fotógrafos e ajudantes voluntários. A plataforma cresce diariamente, seguida por anónimos, que publicam as próprias fotos e vídeos, com o desejo de serem conhecidos.

“Estamos recetivos a muitos tipos diferentes de mulheres, e isso é parte do motivo pelo qual a ideia vingou”, disse Amanda Micallef, em entrevista à revista “Business Insider”.

A ideia é simples: fazer fotos sensuais, como as mulheres querem e não como os fotógrafos ou os gostos masculinos ditam. “As nossas modelos podem parecer-se com a vizinha da frente e não necessitam ser retocadas ou manipuladas digitalmente. São imagens reais como a própria vida”, explica Amanda.

“Quando começamos este projeto, sabíamos que as mulheres necessitavam de espaços para criar e expressar-se livremente”, argumenta Amanda. “Decidimos dar poder às mulheres num campo em que são elas as protagonistas, mas que é é dirigido a homens segundo as premissas femininas. As mulheres é que forjaram aquilo que é hoje a Arsenic”, acrescentou.

A “Arsenic” cresceu já para um canal de televisão e para um canal de áudio. Está presente no Twitter, no Instagram e no Snapchat. E continua a redefinir a forma como a sensualidade feminina e o erotismo são apresentados na Internet.

jn.pt

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